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	<title>2017 Archives | SER em SI</title>
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		<title>Avaliação da disciplina na UFMG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Dec 2017 17:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avaliação da disciplina na UFMG Tomar alívio por prazer gera e sustenta um mundo de (auto)violência e ilusão. ​Há 7 anos a Faculdade de Educação da<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong>Avaliação da disciplina na UFMG</strong></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;">Tomar alívio por prazer gera e sustenta um mundo de (auto)violência e ilusão.</div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
​Há 7 anos a Faculdade de Educação da UFMG vem ofertando, semestralmente e como optativa, a disciplina<a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/2mxdrvi92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> </a><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/2mxdsny92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8220;Por uma pedagogia do prazer&#8221;</a>, baseada no livro &#8220;Racionalidade da Sabedoria Popular: energia material humana e sexualidade&#8221; de G. Fábio Madureira, que historicamente se contrapõe à racionalidade mecanicista do atual saber chamado de científico.</p>
<p>O objetivo dessa disciplina é possibilitar aos alunos o contato com um outro paradigma de conhecimento, diferente do atualmente hegemônico em nossas academias, mas muito presente em nossa cultura: literatura, folclore, novelas, medicina popular, música popular, em especial, a linguagem popular. A expectativa é que a consciência desse paradigma da Sabedoria Popular sirva de instrumental para os alunos evoluírem em seu auto-conhecimento e no exercício de sua função de professores.
</p>
<div style="text-align: center;">Com uma procura cada vez maior, nossa percepção é que essa disciplina tem tido muito êxito e estamos muito satisfeitos em ver nossa expectativa sendo correspondida, conforme se depreende dos depoimentos dos ex-alunos. Selecionamos alguns de amostra, mas você pode ler todos acessando <a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/2mxdr3292s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">depoimentos sobre a disciplina.</a></div>
<p style="text-align: center;">
<p><em>24 / masculino / Estudante</em><br />
<em><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/7ws5lq92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Algumas discussões foram complementos fundamentais de assuntos  já discutidos nos estudos da psicanálise e psicologia, porém de maneira mais clara, mais direta, sobretudo em relação à compreensão de temas como vontade e desejo.</a></em></p>
<p><em>25 anos / Feminino / Estagiária &#8211; Pedagogia</em><br />
<em><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/7ws6e692s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amei ter feito esta disciplina, acredito que o método que foi usado foi excelente. Cada grupo apresentar uma parte do livro me instigou a conhecê-lo e acabei lendo todo o livro e ainda estimulei meu namorado a ler, ele leu e gostou tanto, que hoje também pratica a lobosofia.</a></em></p>
<p><em>30 anos / Feminino / Pedagoga</em><br />
<em><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/7ws76m92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Achei interessante o fato de primeiro ser trabalhada a questão do paradigma de conhecimento que atualmente rege a sociedade, contrapondo com a teoria da EMH e sua contribuição para uma vida mais prazerosa.</a></em></p>
<p><em>23 / Feminino / Estudante</em><br />
<em><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/7ws7z292s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Os conteúdos apresentados buscaram o entendimento de uma teoria cujos conceitos, além de inovadores diante de um paradigma simplificacionista e reducionista que ainda predomina no campo cientifico, tem pertinência, são bem fundamentados e possuem relevância social.</a></em></p>
<p><em>25 / Feminino / Estudante</em><br />
<em><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/7ws8ri92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Os conceitos, conteúdos e princípios da disciplina foram bons. Estudar a dimensão da racionalidade da Cultura Popular dentro deste espaço &#8220;Universidade&#8221;acabou por ser uma interessante e nova experiência</a></em></p>
<p><em>29 anos / Masculino / Agente de Correios</em><br />
<em><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/7ws9jy92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assim pude  perceber que sou eu o sujeito da minha vida e que posso me tornar forte,mais homem, quando produzo a energia material humana positiva, mas se produzo a negativa, com certeza, terei constituído-me em um zé ninguém! </a></em></p>
<p><em>32 anos / MASCULINO / Bombeiro Militar</em><br />
<em><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/7wsace92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nesta disciplina foi possível conhecer conceitos, princípios e fundamentos completamente novos. Apesar de todos estarem presentes em nosso dia-a-dia, não é comum atinarmos para tais sinais. Com a apresentação da teoria da EMH, ficou mais palpável&#8230;</a></em></p>
<p><em>25 anos / Feminino / Instrutora de Atividades Culturais e Educacionais</em><br />
<em><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/7wsb4u92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O que o Fábio elucida é uma coisa que eu já acreditava, o ser humano tem cada vez mais se tornado um estranho para si mesmo e parece estar depositando suas esperanças em meios que o tem cegado ainda mais, portanto, confunde prazer e alívio, torna-se inconsciente e reproduz energia negativa.</a></em></p>
<p><em>25 nos / Feminino / Estudante</em><br />
<em><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/7wsbxa92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O que mais chamou atenção foi a diferença entre <strong>prazer e alívio</strong>, foi muito estranho perceber como atribuímos o prazer a coisas que são simplesmente alívio e como nossa vida é muito menos prazerosa do que pensávamos.</a></em></p>
<p><em>34 anos / Masculino / Estudante de Física</em><br />
<a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/2mxdnxa92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Quando me matriculei na disciplina não imaginava que abordaríamos tantos temas interessantes falados e aprensentados nas aulas. Quanto aos conceitos foram quase todos uma novidade para mim, nunca tinha parado para pensar ou mesmo fazer o que foi vivenciado nas aulas.</em></a></p>
<p><em>26 / Masculino / Estudante de Física</em><br />
<em><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/track/click/2mxdopq92s7k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Eu aprendi como diferenciar o que me dá prazer ou alívio, e sei como escolher o prazer AGORA. Após conhecer esta teoria, procuro fazer com que minhas aulas sejam realmente prazerosas, levando a gerar energia positiva para mim e meus alunos</a></em></p>
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		<title>Criança feliz?!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/crianca-feliz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2017 17:07:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criança feliz?! Respeito ao desejo das crianças sempre. Às suas vontades nem sempre. Nossa felicidade é proporcional à nossa capacidade de reconhecer e realizar nossos desejos.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Criança feliz?!</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<div>
<div style="text-align: center;">Respeito ao desejo das crianças sempre. Às suas vontades nem sempre.</div>
<p style="text-align: center;">Nossa felicidade é proporcional à nossa capacidade de reconhecer e realizar nossos desejos. Por isso que, na Sabedoria Popular, o <strong>respeito ao desejo</strong> da criança era algo <strong>sagrado</strong>. Por exemplo, obrigar uma criança a comer algo de que ainda não gostava, ou não queria naquele momento, era considerado pecado gravíssimo.<br />
·         <strong>Respeito ao desejo sim. Às vontades nem sempre!</strong><br />
É que nem sempre vontade expressa desejo. Muitas vezes a vontade expressa mais caprichos que desejo. E às vezes, mais do que capricho, ela é a expressão de <strong>poder e manipulação</strong>: birras, pirraça, morrinha, muxoxo, etc. Aí entravam o discernimento e a autoridade do educador da Sabedoria Popular para &#8220;por a criança em seu devido lugar&#8221;.<br />
Se uma criança persistisse com esse quadro é porque não estava bem. Precisava visitar a Siá Maria, a benzedeira lá do morro. E a Siá Maria, após seu ritual de benzeção, alertava tanto o pai quanto a mãe sobre o tal do olho gordo. E não só o de gente de fora, mas principalmente dos de dentro da casa, em especial, dos próprios pais.<br />
E a criança voltava a se alimentar normalmente, a ter um sono tranquilo e um comportamento doce, como se esperava de qualquer criança saudável e sadia. Ou por outra, voltava a se conectar com o seu desejo, que havia sido sufocado pelo excesso de energia material humana mortal/negativa e virado <strong>compulsão.</strong><br />
·         <strong>Desejo e vontade na visão da Energia Material Humana</strong><br />
Com a negação da energia na dimensão da matéria, nem mais os adultos têm sabido reconhecer e, muito menos, realizar seus próprios desejos. Com isso, a vontade tem estado cada vez mais distante do desejo e ficado mais perto da compulsão.<br />
Assim, chegamos num ponto em que realizar a vontade tem sido o meio mais eficaz de se reprimir o desejo. Haja vista que nem temos sabido ser sujeitos de nossa própria alimentação, coisa que até os mais inferiores dos animais sabem muito bem. Vivemos de dietas, receitas, moderadores, estimulantes, reguladores e, principalmente, cada vez mais dependentes de especialistas.<br />
Um adulto que desconhece a dimensão da energia na matéria e confunde desejo com compulsão jamais permitirá a felicidade de uma criança. Pelo contrário, alimentará constantemente seu lado neurótico, vivendo e a fazendo viver de <strong>sentimento de culpa</strong>. Só que criança cresce. E crescida, se acreditando adulta, mas tendo consciência de que, na prática, não o é, cobrará de seus pais, e de todas as maneiras, o fato de não ter aprendido a reconhecer e, muito menos, a realizar os seus desejos.<br />
·         <strong>Infância e magia</strong><br />
Urge, pois, que recuperemos a dimensão da Energia Material Humana na nossa visão de mundo, para podermos respeitar nossos desejos e deles sermos sujeitos! Principalmente, para podermos permitir que nossas crianças vivam uma infância feliz e saudável, cultivando <strong>a magia</strong> que lhes permite serem os verdadeiros destinatários do &#8220;reino dos céus&#8221;!</p>
<p style="text-align: center;">
<strong>PARABÉNS A TODAS AS CRIANÇAS QUE PARTICIPAM DE SUA VIDA!</strong><br />
Parabéns, principalmente, pela criança que ainda habita em você, pois que permanece buscando viver a e da <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=122"><em><strong>racionalidade mágica</strong></em>!</a><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=122">.</a><br />
Confira nessa poesofia um pouco mais do que lhe desejamos:</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Afirmação da referência feminina</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/afirmacao-da-referencia-feminina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2017 17:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Afirmação da referência feminina Só a afirmação da verdadeira referência sexual feminina poderá nos levar à superação desta cultura patriarcal e castrante. Com nosso último informativo “impotência<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Afirmação da referência feminina</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Só a afirmação da verdadeira referência sexual feminina poderá nos levar à superação desta cultura patriarcal e castrante.</p>
<p style="text-align: center;">
<div style="text-align: center;"><strong>Com nosso último informativo<em> <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=156">“impotência sexual e cultura castrante” </a></em> encerramos nossa análise dos fatores culturais responsáveis por essa problemática. A partir dessa análise, podemos concluir que só um movimento social, que se encarregue de recuperar a verdadeira referência sexual feminina, poderá nos levar à superação dessa cultura patriarcal e castrante.  Por isso um dos pilares da SER em SI é o<a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=20&amp;id=4"> MARF</a>: Movimento de Afirmação da Referência Feminina, cujo manifesto passamos a divulgar. Ei-lo:</strong></p>
<p><strong>A partir de nossa hipótese central de reflexão de que a evolução humana parte da superação do cio biológico (<em>fusão genital natural</em>) na busca do cio psicobiofísico (<em>fusão genital histórica</em>) CONSTATAMOS:</strong></p>
</div>
<div style="text-align: center;">4.1 &#8211;  que o ser humano, enquanto parte da realidade material, é um elemento produtor/reprodutor de energia dentro de um sistema evolutivo do qual é também emissor/receptor;<br />
4.2 &#8211; que, com base no conhecimento acumulado pela Sabedoria Popular, a energia produzida pelas relações humanas pode ter carga positiva (matéria prima do amor, pulsão de vida, energia vital, representado na Sabedoria Popular pelo indivíduo <a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=34"><strong>enxuto</strong></a>) ou carga negativa (matéria prima do medo, pulsão de morte, energia mortal, representado na Sabedoria Popular pelo indivíduo <a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=54"><strong>aguado</strong></a>);<br />
4.3 – que a relação humana determinante dessa produção/reprodução se dá na vivência sexual;<br />
4.4 – que a sexualidade humana tem duas funções distintas e complementares: A) produzir uma nova vida ( instinto de preservação da espécie)  e   B) reproduzir sua própria vida (instinto de sobrevivência);<br />
4.5 – que a função reproduzir sua própria vida se caracteriza pela possibilidade de estabelecer  um diálogo consciente X inconsciente, permitindo a desconstrução do indivíduo enquanto objeto da história e a construção do indivíduo como sujeito da história;<br />
4.6 – que a qualidade da vivência sexual é determinada pelo maior ou menor respeito à natureza humana que é dado pela maior ou menor consciência e assumpção do desejo;<br />
4.7  – que por se desconsiderar a dimensão energética, em especial, sua carga negativa, tem-se historicamente acumulado e ampliado essa carga, com conseqüente processo de degeneração da raça e do meio ( enfermidades orgânicas e psíquicas, impotencialização em geral dos indivíduos e a degradação do meio );<br />
4.8  – que essa impotencialização guarda relação direta com o modelo patriarcal de sexualidade onde o homem tem que ser potente e a mulher não importa, reproduzindo, aprofundando e ampliando o modelo sexual de <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25"><strong><em>fissão genital ou do anti-cio.</em></strong></a><br />
4.9  – que esse modelo é a base de sustentação do processo de produção/reprodução e emissão/recepção de energia material humana mortal/negativa, como também é do atual modelo hegemônico de racionalidade mecânica limitado ao visível, ponderável e mensurável.<br />
4.10 – que, para o enfrentamento e superação dessa realidade, a mulher deve buscar individual e coletivamente, e de maneira solidária entre si e com seu parceiro, um novo modelo de vivência de sua sexualidade;<br />
4.11 – que esse modelo deve ter como parâmetro a recuperação da consciência do desejo sexual feminino (referência em si), historicamente reprimido por um progressivo processo de alienação e castração;<br />
4.12  – que essa consciência passa pela compreensão do modelo de conhecimento preservado pela sabedoria popular (racionalidade mágica) e de outros avanços do conhecimento, em especial aquele explicitado por Reich, em sua análise da pulsão de vida, sobre o valor da potência orgástica ( em seu livro: “Função do Orgasmo”);<br />
4.13  – que a potência orgástica tem como base necessária, porém não suficiente, a consciência e vivência da potência genital, cuja expressão material é o intumescimento e contração vaginal;<br />
4.14 – que só assim poderemos avançar no processo de aquisição do cio psicobiofísico,  passando a vivenciarmos um novo modelo de fusão genital, produtor/reprodutor apenas de energia material humana vital/positiva,  inaugurando-se um novo Homem em  uma nova sociedade.</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Impotência sexual e cultura castrante</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/impotencia-sexual-e-cultura-castrante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2017 17:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impotência sexual e cultura castrante Alicerçada na repressão ao desejo, nossa cultura tem cada vez mais castrado seus indivíduos. Esta cultura, que prefiro denominar de greco-judáica,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Impotência sexual e cultura castrante</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
Alicerçada na repressão ao desejo, nossa cultura tem cada vez mais castrado seus indivíduos.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
Esta cultura, que prefiro denominar de greco-judáica, se funda na negação da dimensão da energia na matéria, diferentemente da cultura da Sabedoria Popular que jamais negou tal dimensão, produzindo meios e modos de se lidar com sua face negativa: rituais de descarrego, benzeção e hábitos os mais naturais possíveis, tendo como ideal de indivíduo o<a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=34"> enxuto.</a></p>
<p>E por negar a dimensão da energia na matéria, a cultura greco-judáica constrói os dois pilares mais importantes para a sua própria evolução e progressivo processo de produção/reprodução de energia material humana mortal/negativa: a famosa falacidade dos sentidos e a propalada irreferência sexual feminina.</p>
<p>Com isso, a impotencialização de seus indivíduos já se inicia no útero materno e avança pela vida afora, produzindo indivíduos cada vez mais<a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=54"> aguados</a>, pois que carregados de energia material humana mortal/negativa &#8211; EMH-..</p>
<p>E dá-lhe <strong>impotência respiratória!</strong> <a href="https://my.sendinblue.com/camp/showpreview/id/46#_edn1">[i]</a> . Cada vez mais se torna raro ver-se uma criança com respiração natural e saudável. Geralmente são portadoras de rinite, bronquite, sinusite e outros ites mais.</p>
<p>E dá-lhe<strong> impotência gustativa! </strong><a href="https://my.sendinblue.com/camp/showpreview/id/46#_edn2">[ii]</a> <a href="https://my.sendinblue.com/camp/showpreview/id/46#_edn3">[iii]</a> . O normal hoje é se alimentar orientados por dietas, porque, com o paladar embotado, os indivíduos não sabem mais nem escolher nem usufruir dos alimentos.</p>
<p>E dá-lhe<strong> impotência excretora! </strong><a href="https://my.sendinblue.com/camp/showpreview/id/46#_edn4">[iv]</a> . O fenômeno da prisão de ventre é cada vez mais comum e quando não, a excreção não passa da dimensão de alívio, perdendo paulatinamente sua aura de prazer.</p>
<p>Multiplicando-se essas impotências umas pelas outras é óbvio que teremos como resultado a impotência genital <a href="https://my.sendinblue.com/camp/showpreview/id/46#_edn5">[v]</a> tanto masculina (disfunção erétil, ejaculação precoce) quanto feminina ( frouxidão vaginal, anorgasmia).</p>
<p>E se a potência genital é condição material para a vivência sexual, claro que teremos como normal a impotência sexual. Mas como a sexualidade é instintiva, buscam-se meios e modos de se vivê-la de qualquer maneira. Uns dão o nome a esses meios e modos de opção, outros de tara, outros de perversão, outros de transtorno, outros de fantasia, outros de herança genética, etc</p>
<p>Mas não interessa os nomes. A questão é que esta cultura, negando a dimensão de energia na materialidade humana, tem sistemática e progressivamente castrado os seus indivíduos no corpo e na alma, <a href="https://my.sendinblue.com/camp/showpreview/id/46#_edn6">[vi]</a> deixando como rastro cada vez mais mazelas sociais e psíquicas.</p>
<p>.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">E para ilustrar a mensagem, eis uma poesofia que retrata esse triste quadro:<br />
:</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;" align="center">I<strong>MPOTÊNCIA</strong></p>
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">Qualquer macho</p>
<p style="text-align: center;" align="center">brocha</p>
<p style="text-align: center;" align="center">ante uma bruxa.</p>
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">Na relação com a bruxa</p>
<p style="text-align: center;" align="center">todo machão</p>
<p style="text-align: center;" align="center">desabrocha.</p>
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">A bruxa é a fêmea brocha.</p>
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">A fêmea brocha é frouxa</p>
<p style="text-align: center;" align="center">e o machão um trouxa.</p>
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">A mulher  objeto</p>
<p style="text-align: center;" align="center">recebe todo o dejeto</p>
<p style="text-align: center;" align="center">que o  machão projeta</p>
<p style="text-align: center;" align="center">de sua  vida abjeta.</p>
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">Se o machão com a fêmea brocha</p>
<p style="text-align: center;" align="center">e com a bruxa desabrocha,</p>
<p style="text-align: center;" align="center">a natureza murcha.</p>
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Sugerimos a leitura dos links abaixo para dar maior clareza e consistência ao raciocínio deste texto, pois tratam da mesma temática, abordando pontos específicos da problemática.</p>
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;"><a href="https://my.sendinblue.com/nb/index/id/46#_ednref1">[i]</a>  <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=141">Castração pela gula: e respiração comprometida</a> 17 de Novembro de 2016</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://my.sendinblue.com/nb/index/id/46#_ednref2">[ii]</a> <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=127">Castração pela gula</a>. 22 de Janeiro de 2016</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://my.sendinblue.com/nb/index/id/46#_ednref3">[iii]</a> <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=132">Castração pela gula: sucção</a> 15 de Abril de  2016</p>
<p><a href="https://my.sendinblue.com/nb/index/id/46#_ednref4">[iv]</a> <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=148">Castração pela gula e fase anal</a> 16 de Fevereiro de 2017<br />
<a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=148">â€‹</a><br />
<a href="https://my.sendinblue.com/nb/index/id/46#_ednref5">[v]</a> <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=151">Castração pela gula e fase genital</a>  13 de Junho de 2017</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://my.sendinblue.com/nb/index/id/46#_ednref6">[vi]</a> <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=152">Castração energética, a pior de todas</a>  13 de Julho de 2017</p>
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		<title>Como se matricular na Disciplina</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/como-se-matricular-na-disciplina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Dec 2017 17:09:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Disciplina UFMG 2017 2º sem.  Tomar alívio por prazer gera e sustenta um mundo de (auto)violência e ilusão. A Faculdade de Educação da UFMG está oferecendo,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><strong>Disciplina UFMG 2017 2º sem.</strong></p>
<p style="text-align: center;" align="right"><em> Tomar alívio por prazer gera e sustenta um mundo de (auto)violência e ilusão.</em></p>
<p style="text-align: center;" align="center">
<p style="text-align: center;" align="center">A Faculdade de Educação da UFMG está oferecendo, mais uma vez, pelo Colegiado de Licenciatura, a disciplina “<strong>Por uma pedagogia do prazer”</strong>, neste segundo semestre de 2017.</p>
<p>Será ministrada às <strong>terças-feiras de 19:00 às 22:30</strong>.</p>
<p><strong>Ementa:</strong> O modelo pedagógico vigente mostra sua incapacidade de educar seres humanos, porque está embasado na lógica do alivio e não do prazer, mas do medo e da heterorregulação. Até certo momento da história, essa tarefa de educar, cabia à família que, geralmente, se inspirava nos valores e ensinamentos da Sabedoria Popular. Essa Disciplina busca resgatar esses valores e apresentar a dimensão de energia material humana como ponto crucial para a construção de uma Pedagogia que favoreça  a busca do prazer, do amor e da autorregulação, com uma metodologia de teorização da prática, superando o atual modelo de aplicação de teorias.<br />
Tem como manual básico o livro “Racionalidade da Sabedoria Popular: energia material humana e sexualidade”. Autor: G. Fábio Madureira.</p>
<p>Disciplina isolada:</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>28 de julho sexta-feira. </strong>Matrícula dos alunos de reopção e de rematrícula nos Colegiados de Cursos de Graduação para o 2o período letivo de 2017.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>07 de agosto segunda-feira .</strong>Requerimento de matrícula em <strong>disciplina isolada</strong> de graduação e de pós-graduação, para o 2o período letivo de 2017. Dia 09 quarta-feira. Data limite para divulgação dos resultados dos requerimentos de matrícula em <strong>disciplina isolada</strong> de graduação e pós-graduação para o 2o período letivo de 2017.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>10 e 11 de agosto quinta e sexta-feira.Período de matrícula em disciplinas isoladas de graduação e pós-graduação, para o 2o período letivo de 2017.</strong></p>
<div style="text-align: center;">
<div></div>
<div></div>
</div>
<p style="text-align: center;">Código da disciplina: <strong>FAE483 R</strong><br />
Carga horária: 60 horas/aula<br />
Professores:  Leonardo José Jeber &#8211; Diretor Administrativo e Financeiro da SER em SI e Professor da UFMG<br />
Fábio Madureira &#8211; Presidente da SER em SI</p>
<p><a href="http://migre.me/k48WZ">Acesse aqui o programa</a><br />
<a href="http://migre.me/k48NU">Veja alguns depoimentos</a>  e as <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=25&amp;id=47">fotos dos ex-aluno</a></p>
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		<title>Castração energética, a pior de todas!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/castracao-energetica-a-pior-de-todas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 17:10:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Castração energética, a pior de todas! Só a consciência da origem e funcionamento da EMH permite a superação da sociedade patriarcal Nos nossos últimos informativos temáticos<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Castração energética, a pior de todas!</strong></p>
<p>Só a consciência da origem e funcionamento da EMH permite a superação da sociedade patriarcal</p>
<p style="text-align: center;">
<p>Nos nossos últimos informativos temáticos tentamos refletir com você sobre <strong>hábitos e comportamentos</strong> dos adultos, principalmente dos pais, que interferem na evolução das crianças, castrando-as. Apesar de sua importância no processo de amadurecimento de nossos filhos, tais hábitos e comportamentos são apenas conseqüentes e complementares, expressando algo ainda mais importante!</p>
<p>Por isso,  queremos aprofundar essa reflexão, destacando a predominância das <strong>descargas energéticas</strong> nesse processo de castração.</p>
<p>A evolução humana é determinada pela superação do <strong>cio biológico</strong> da fêmea (desejo original/inconsciente, fusão genital) na busca do cio <strong>psicobiofísico</strong> (desejo histórico/consciente, fusão genital).</p>
<p>Entretanto, no atual estágio dessa evolução, ainda não nos tornamos sujeitos do cio psicobiofísico, com uma vivência sexual determinada pelo modelo da <strong>fusão genital</strong>. Ao contrário, em geral ainda não superamos o modelo da <strong>fissão genital</strong> (macho genitalmente potente X fêmea genitalmente impotente), porque desconhecemos a origem e funcionamento da <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25" target="_blank" rel="noopener noreferrer">EMH</a>. E é por isso que a humanidade ainda produz/reproduz preponderantemente a EMH-, energia material humana mortal/negativa.</p>
<p>É essa energia que descarregamos em nosso filhos, embotando-lhes os sentidos, principalmente no amadurecimento de seu sistema respiratório e de seu paladar. Apesar de invisível, <strong>ela é concreta</strong>, pois perceptível pelos nossos sentidos através de suas  características físico-químicas: frígida, seca, fétida e salamarga. E como o sistema de percepção das crianças ainda não foi corrompido, <strong>elas absorvem tais características facilmente.</strong></p>
<p>É o que está sinteticamente descrito na poesofia &#8220;<a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=83" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Caldeirão da noite</a>&#8221; da qual destacamos um trecho para a sua reflexão e cujo texto completo se encontra em nosso site.</p>
<p>&#8220;(&#8230;)</p>
<p>Apagadas as luzes,<br />
os espelhos morrem<br />
o calor vai embora<br />
esvai-se a vida.<br />
Só escuridão:<br />
por dentro e por fora,<br />
não mais que excitação.</p>
<p>E os fantasmas<br />
cegando  os nós<br />
trançam fita<br />
ao ritmo<br />
da melodia<br />
das fantasias<br />
do dia-a-dia<br />
que, rasgadas,<br />
deixam nua<br />
a bruxaria<br />
do peso<br />
de um sexo<br />
sem nexo<br />
com o desejo.</p>
<p>Deste caldeirão<br />
que borbulha<br />
pela energia do não<br />
não brota fagulha,<br />
só gás desprende<br />
seco e frio</p>
<p>perceptível, porém enganoso<br />
invisível, porém insinuante<br />
e o meio asfixia<br />
a febre chega<br />
aumenta a tosse<br />
ronca a chieira<br />
o nariz entope<br />
complica a bronquite<br />
anuncia-se a sinusite<br />
pela noite inteira.<br />
(&#8230;)”</p>
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		<item>
		<title>Páscoa e renascimento</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/pascoa-e-renascimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2017 17:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Páscoa e renascimento O verdadeiro renascimento passa pelo questionamento da cultura greco-judaica.                             <span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Páscoa e renascimento</strong></p>
<p style="text-align: center;"><em>O verdadeiro renascimento passa pelo questionamento da cultura greco-judaica.                             </em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Que páscoa seja renascimento, ninguém nega. A questão é estarmos de acordo em que seja renascimento.</p>
<p style="text-align: center;">Como renascer numa sociedade cuja cultura tem como desejo principal do indivíduo a volta ao útero materno?!</p>
<p style="text-align: center;">E isso não é apenas uma afirmação teórica do Freud não, ou por outra, ele não tirou isso do nada ou apenas de sua cachola. É um fato! Todo processo educativo(?) da nossa sociedade é para que retornemos ao útero ou, no mínimo, para que não desliguemos o umbigo.  Na medida em que esta cultura <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=85" target="_blank" rel="noopener noreferrer">(greco-judaica)</a> se assenta na negação da dimensão de energia na matéria, em especial na matéria humana, não tem como o indivíduo se desligar de seus ancestrais.</p>
<p style="text-align: center;">Cada geração que chega herda o espírito da anterior por um processo de transmissão energético, reforçado pelo ensinamento de hábitos e comportamentos que impedem o indivíduo de se desligar de seus ancestrais. Com isso, esses indivíduos não têm como dialogar com suas próprias almas e fortalecê-las, fortalecendo seu ego, e se tornam apenas repetidores mais fracos dos espíritos de seus pais ou um simples objeto do super-ego.</p>
<p style="text-align: center;">Para romper esse ciclo regressivo, involutivo, só tentando se ligar no espírito de Cristo, tendo-o como modelo em mente e de fato. <strong>È esse o renascimento</strong> <strong>verdadeiro</strong> para o qual a Páscoa nos convida. O resto é rito, fantasia e palavras vazias.</p>
<p style="text-align: center;">Para isso temos que questionar todos os nossos hábitos, à luz da teoria da <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25">energia material humana</a>. É essa energia a essência da Sabedoria Popular, pois é na sua percepção que aprendemos a lidar com a dimensão do espírito, buscando nos livrar das cargas energéticas negativas para nos tornarmos indivíduos <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=93"><strong><em>enxutos</em></strong>.</a></p>
<p style="text-align: center;">Foi por isso que o Cristianismo só avançou e cresceu como movimento histórico enquanto dialogou com a Sabedoria Popular. Depois que esse saber foi sendo suplantado pelo saber tecnocrático/mecanicista, o movimento cristão só tem encolhido ou sido deturpado. Como aceitar/respeitar/curtir a magia da Eucaristia, por exemplo, com uma mente que não ultrapassa a dimensão de massa da matéria?!</p>
<p style="text-align: center;">Por tudo isso, renascer na realidade de hoje é contestar o atual modelo do saber hegemônico e buscar superá-lo sob a inspiração da Sabedoria Popular.</p>
<p style="text-align: center;">Só assim conseguiremos entender e viver as mensagens do Evangelho  na busca da tal <strong>vida em abundância</strong>.</p>
<p style="text-align: center;">É o que desejamos a todos para que tenham uma páscoa verdadeira e, em sendo verdadeira, muito alegre e feliz!</p>
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		<item>
		<title>Castração pela gula e fase genital</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/castracao-pela-gula-e-fase-genital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2017 17:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2017]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Castração pela gula e fase genital É na fase genital que nos tornamos ou não sujeitos de nossa própria história Para Freud não é fase genital<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Castração pela gula e fase genital</strong></p>
<p style="text-align: center;">É na fase genital que nos tornamos ou não sujeitos de nossa própria história</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Para Freud não é fase genital e, sim, fálica, pressupondo a inexistência de genital feminino! O que já é uma aberração em relação à natureza! Mas, pior que isso, é sua afirmação de que o maior desejo do indivíduo é a volta ao útero materno! O que nega os fundamentos da evolução humana, afirmando, ao contrário, o sentido da involução.</p>
<p>Seria burrice de nosso Freud? De maneira alguma. A questão é que ele toma a civilização greco-judaica, a atual cultura dominante, como sendo de toda a espécie humana. E para essa cultura suas afirmações são mais do que corretas: a mulher não tem referência em si e o sentido de nossa história é o da involução. Tanto é assim que também ele afirma que, a continuar a prevalência dessa civilização, podemos imaginar o fim da espécie humana.</p>
<p>Como vimos no nosso último informativo temático &#8211;<a href="http://r.newsletter-seremsi.com/click/7ul55q92s7k.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> &#8220;castração pela gula e fase anal&#8221;</a><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=148">&#8211;</a>, os indivíduos de nossa cultura têm tido dificuldades para superar a fase anal e, consequentemente, adentrar à fase genital. Essas dificuldades tem tido consequências desastrosas em nossos comportamentos, hábitos e valores. Talvez a pior esteja no <strong>comprometimento negativo na formação e desenvolvimento do superego</strong>. E com um superego comprometido, o <strong>outro</strong> não importa, o ambiente fica reduzido a um conjunto de coisas e nossa relação com ele passa a ser apenas de interesse.</p>
<p>Só de interesse mesmo, pois que o verdadeiro prazer não conhecem. Não tiveram seu desejo respeitado em nenhuma das fases anteriores, só conheceram a dimensão do alívio. Pior ainda, aprenderam a chamar esse alívio de prazer. Com seu desejo reprimido, como identificar e respeitar o desejo do outro?!</p>
<p>Esse quadro se agrava com o bloqueio quase total da vivência e amadurecimento da fase genital!l Sem o genital amadurecido surgem e passam a ser normais tudo quanto é tipo de relações &#8220;sexuais&#8221;, como expressão de uma sexualidade reprimida e doentia!</p>
<p>É nessa fase que deveríamos desenvolver nossa capacidade de reprodução energética, de nos relacionarmos e de amadurecermos nossos mecanismos orgânicos que nos capacitam a sermos produtores/reprodutores de vida durante a fase seguinte, a sexual.</p>
<p>Até a fase anal, a criança não passa de <strong>receptora</strong> de energia material humana, apenas processando-a para seu crescimento. Na fase genital ela passa, além de processar, a também <strong>reproduzir</strong> essa energia na formação de <strong>seu ego</strong> que está se consolidando. É isso que fará dela um adulto maduro e pronto para produzir sua própria energia. É isso, também, que lhe propiciará um diálogo permanente com sua alma, na busca de sua identidade. Só assim poderá se livrar dos espíritos que tentam sufocá-la (inconsciente coletivo histórico), tornando-se um adulto realmente livre e dono de sua própria história.</p>
<p>Com a sexualidade genital bloqueada e reprimida, separada do coração, dificilmente o indivíduo terá capacidade de iniciar e de manter relacionamentos maduros, infantilizando todas as suas relações e tornando-se cada vez mais impotente diante da vida e do sexo, e por isso, egoísta e individualista, vivendo só relações de interesses que têm como base o medo e não o amor.</p>
<p>Talvez isso explique a crescente miséria cultural e social. Disfunções e aberrações sexuais cada vez mais presentes e até assumindo ares de movimentos &#8220;revolucionários&#8221;!</p>
<p>E para complicar mais ainda, grande parte desses indivíduos preservarão sua capacidade biológica de procriar. Que cria surgirá? Só Deus sabe! Sabe e sofre porque é sua criação que está sendo cada vez mais corrompida!</p>
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