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	<title>2018 Archives | SER em SI</title>
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		<title>Natal, convite à nobreza de espírito!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Dec 2018 16:53:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Natal, convite à nobreza de espírito! “Eu vim para vos trazer vida, e vida em abundância!” Esse é o verdadeiro espírito do Natal! Foi para isso<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Natal, convite à nobreza de espírito!</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em>“Eu vim para vos trazer vida, e vida em abundância!”</em><br />
Esse é o verdadeiro espírito do Natal!<br />
Foi para isso que Ele nasceu.<br />
E por isso apresentou um novo saber.<br />
Um saber que recupera a dimensão do espírito na nossa realidade material.<br />
Tudo isso Ele resumiu no Sermão da Montanha.</p>
<p style="text-align: center;">Mas o antigo saber, que exclui a energia na dimensão da matéria, ainda não se deu por superado.<br />
Aos poucos foi se infiltrando no movimento por Ele iniciado, até chegar aos dias de hoje onde, em algumas traduções bíblicas, pobreza de espírito já virou bem-aventurança. Até os aflitos já são bem aventurados!  E, em assim sendo, cumplicidade vira virtude! A inveja já pode ser boa! Agitação já expressa alegria! A gula se torna bendita! E o pior de tudo: perde-se a noção de prazer, que passa a ser confundido com alívio! E, aí, pecado vira fonte de “prazer” e virtude passa a ser coisa de frouxo!</p>
<p style="text-align: center;">Tudo isso porque o saber construído antes d’Ele conseguiu sobreviver e evoluir no sentido de desconsiderar a dimensão de energia da matéria. Principalmente da materialidade humana. E para isso se vem detonando o saber construído pela Sabedoria Popular, substituindo-o pelo saber mecânico-tecnocrático. E tinha que ser! Afinal, a Sabedoria Popular sempre considerou a dimensão da energia na sua visão de mundo. Por isso, o seu alvo é a constante busca da nobreza de espírito, ao vivenciar convictamente a pobreza em espírito!</p>
<p style="text-align: center;">Recuperemos a dimensão de energia na nossa visão de mundo, principalmente na de nós mesmos! Passemos a considerar e a valorizar a <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25">energia material humana – EMH.</a> Em especial, admitamos seu caráter ambivalente, para podermos reaprender a nos desfazermos da negativa/mortal (alívio) e cultivarmos só a positiva/vital (prazer).</p>
<p style="text-align: center;">E voltaremos a ter as condições para podermos vivenciar o verdadeiro espírito de Natal: construção de um reino de amor, de justiça e de paz!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Feliz Natal! E que essa felicidade alimente todo o seu ano de 2019!</strong></p>
</div>
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		<title>Pelo trabalho construtivo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Dec 2018 16:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo Trabalho construtivo! Trabalho sempre foi a principal fonte de aprendizagem na sabedoria popular. Trabalho sempre foi a principal fonte de aprendizagem na sabedoria popular. Através dele aprendia-se<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Pelo Trabalho construtivo!</strong>
</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Trabalho sempre foi a principal fonte de aprendizagem na sabedoria popular.</strong></p>
<p>Trabalho sempre foi a principal fonte de aprendizagem na <a href="http://r.newsletter-seremsi.com/mk/cl/BPQ10TP39lUYkMnOps5CwVEkN-bsaN0cI0ahZChLiQI7Ki9jXsyF02KmhqAevR-0TYrgx1ITQzttHy_ciQTWbv0ao6ifgQYhYx082vimCQJ-yfWC-KEH" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable"><strong>sabedoria popular</strong>.</a> Através dele aprendia-se  a execução dos ofícios e, principalmente, os valores que devem nortear a vida do ser humano: honestidade, responsabilidade, respeito, cooperação, liberdade e a busca da perfeição. É o que se pode chamar de <strong>trabalho construtivo.</strong> Com ele se provinha a subsistência mas, também, podia se vivenciar a nossa dimensão criadora. Ao produzir, o ser se reproduzia, crescia, evoluía.</p>
<p>O capitalismo chega e vai paulatina e progressivamente substituindo o trabalho construtivo por aquele que é a sua principal característica: o <strong>trabalho produtivo</strong>. Nele o que importa é apenas a produção de valor (capital), mesmo que seja à custa de desvalores humanos, o que geralmente acontece. Não importa destruir uma mata de mais de 1000 anos, secar seus veios de água, matar e adoecer seus habitantes. O importante é produzir o tão sonhado dinheiro!</p>
<p>Com isso, cheira-se normal e até revolucionário o combate ao trabalho infantil! Contudo, o que deveria estar sendo combatido é a exploração, principal traço do trabalho produtivo. E isso valendo tanto para as crianças quanto para qualquer idade. Mas jamais se combater o trabalho!</p>
<p>Ao contrário, os chamados revolucionários deveriam estar tomando providências para que o <strong>trabalho construtivo</strong> passasse a fazer parte integrante e principal do nosso sistema educacional. Aí sim, estudar seria um constante processo de <strong>teorização da prática</strong>. Nossos jovens sairiam bem mais críticos, criativos e seguros para enfrentar o mercado do trabalho produtivo. Inclusive para enfrentar o principal fundamento desse mercado de trabalho: a competição. Quem aprende a buscar a perfeição (trabalho construtivo), sabe se virar muito bem no mundo da competição (trabalho produtivo). O aprendizado pela busca da perfeição leva ao autoconhecimento, à autoregulação e a uma percepção mais afinada da personalidade alheia, promovendo uma maior capacidade de interação com o meio, no sentido de transformá-lo.</p>
<p>Talvez por isso o trabalho esteja ausente do nosso sistema de ensino! Afinal, tem-se que formar indivíduos para uma sociedade de consumo e para um mercado sustentado pelo trabalho produtivo!</p>
<p>Mas se quisermos humanizar mais a nossa sociedade, temos que mudar o nosso modelo pedagógico, incorporando-lhe o  trabalho construtivo como o seu principal fundamento inspirados na sabedoria popular. Chega de vermos o ensino/aprendizagem apenas como um processo de <strong>digestão de teorias</strong>, formando indivíduos inseguros e arrogantes, e profissionais medíocres e incompetentes! As teorias só são bem vindas quando podem nos ajudar na teorização de nossa prática, iluminando-a! É por isso que anseia a nossa juventude. Não só aquela que sofre o sistema de ensino fundamental, mas também e principalmente, aquela que está sendo preparada em nossas universidades para serem professores!<br />
​<br />
<strong>Busquemos um novo modelo pedagógico baseado no:</strong></p>
<p><strong>TRABALHO CONSTRUTIVO</strong></p>
<p>Amor, pão e trabalho:<br />
a trindade desta vida<br />
e da outra, atalho<br />
de nossa sina sentida.</p>
<p>O homem não é pelo que faz.<br />
Ele é pela maneira que faz.</p>
<p>Plantamos pelo trabalho<br />
o gosto do nosso pão,<br />
o astral de nosso lar,<br />
a leveza de nosso sono<br />
e a paz de nosso amar.</p>
<p>Amor, pão e trabalho,<br />
um alimenta o outro.<br />
E esse é o alimento<br />
do  crescimento<br />
do humano ser</p>
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		<title>Vivas à criança feliz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 16:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivas à criança feliz!         Criança feliz é aquela que cresce em potência ( virtudes) e sabedoria.         Uma criança<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Vivas à criança feliz!</strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: right;">Criança feliz é aquela que cresce em potência ( virtudes) e sabedoria.</p>
<p style="text-align: center;">        Uma criança saudável tem a pele <em>calorosa, perfumosa, oleosa e doce:</em> <strong>cpod</strong>. São essas as características da <strong>vital/positiva &#8211; (EMH+)</strong>. Energia,que por ser primitiva, dialoga harmoniosamente com a natureza.  Por isso, a relação do indivíduo consigo e com o mundo é de pura magia e prazer. Amadurecer sadiamente seria deixar essa criança crescer em potência (virtudes) e sabedoria: criança feliz!</p>
<p>Nosso aprendizado, no entanto, tem sido no sentido de sufocar essa criança. Por isso, nossa pele vai se tornando <em>frígida, fétida, seca e salamarga:</em> <strong>ffss.</strong>  Para conviver conosco desse jeito, vamos aprendendo a lançar mão de artifícios e mecanismos para despistarmos de nós mesmos a percepção dessa nossa natureza agredida: pomadas, cosméticos, perfumes, desodorantes,  hidratantes, ansiolíticos, analgésicos, estimulantes de apetite, soníferos, etc. Afinal, queremos viver, mas essas características nos lembram a morte. O pior é que não só lembram! Elas são, de fato, os ingredientes construtores da morte. É a <strong>energia material humana mortal/negativa &#8211; (EMH-) </strong>que, reproduzida e cultivada, acelera em nós a morte que tanto tememos.</p>
<p>“É das crianças o reino dos céus”, que se expressa, neste nível da realidade, pela <strong>fruição da energia material humana vital/positiva</strong>. É essa fruição que faz a criança vivenciar diuturnamente o reino do prazer, do gozo, da magia e da felicidade! Por isso, é com toda a convicção e de todo coração que nós, da SER em SI, lhe desejamos, no dia de hoje, muita luz e muita força para que você respeite e curta toda criança. Principalmente aquela que ainda existe em você! Alimente-a diuturna e sabiamente.</p>
<p>Mas, sobretudo, escute-a. Ela ensinará você a superar esta &#8220;racionalidade&#8221; (<em>racionalização</em>) até aqui dominante<em>, </em>que nega a dimensão da energia em nossa matéria, e a evoluir rumo a um novo e mais verdadeiro modelo  de racionalidade, de ser humano e de sociedade, inspirados nas práticas da Sabedoria Popular.</p>
<p>Sinta um pouco disso clicando aqui: <a href="https://www.seremsi.org.br/racionalidade-magica/">Click aqui</a></p>


<p></p>
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		<item>
		<title>A fonte do verdadeiro prazer</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/a-fonte-do-verdadeiro-prazer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2018 16:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fonte do verdadeiro prazer &#8220;De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A fonte do verdadeiro prazer</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p>&#8220;De tanto ver triunfar as nulidades,<br />
de tanto ver prosperar a desonra,<br />
de tanto ver crescer a injustiça,<br />
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,<br />
o homem chega a desanimar da virtude,<br />
a rir-se da honra,<br />
a ter vergonha de ser honesto.&#8221;<br />
Rui Barbosa &#8211; 1914</p>
<p>Qualquer sistema energético se mede pela sua potência. Como tal, é por ela que nos avaliamos. Quanto mais potentes nos sentimos, mais realizados e seguros nos tornamos.</p>
<p>Só que nós, seres humanos, pelo processo de evolução cultural aprendemos também e, às vezes sobretudo, a agredir nossa própria natureza. E como sistemas energéticos, ao nos agredirmos, consciente ou inconscientemente,  produzimos/reproduzimos a tal da energia material humana mortal/negativa.</p>
<p>Daí que podemos ser potentes para vivificar ou para matar. Para construir ou para destruir. Mas não importa. O que buscamos é sempre ampliar a nossa potência.</p>
<p>Com a progressiva e paulatina negação da nossa dimensão energética por parte do saber mecanicista-tecnocrático, temos perdido o sentido para onde ampliar a nossa potência. A tal ponto que não mais sabemos distinguir prazer de alívio e, consequentemente, virtude de vício.</p>
<p>Virtude é a vivência de nossa potência na produção/reprodução da <a href="http://r.newsletter-seremsi.com/mk/cl/c3d6VSAG8Zf8mkZ0LY7t4xC5AWzXA-4qol4lii38rpOiFOMiZhR0478vuE29MMwAh1aYlA6JJIaehyv9SdMVjIGm41JKjY4xyuIDFXCtdyWqHFHO3cbV" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable"><u>energia material humana </u></a>vital/ positiva, aquela que vivifica, que constrói. É nela que se vivencia a verdadeira dimensão do prazer, que nos traz satisfação e propicia o gozo. É necessário, pois, que estejamos em paz, com nosso<br />
sistema em harmonia, para que, fruindo o processo da energia material humana vital/positiva, sintamos o verdadeiro prazer</p>
<p>Mas como não mais aprendemos a nos desfazer das cargas de energia material humana mortal/ negativa, ao contrário, estamos é refinando os meios e modos de com ela convivermos, nossa sensibilidade é alterada (da in à híper), tornando-nos gradativamente impotentes para fruir nossas relações. Por isso, passamos a confundir alívio com prazer e, no geral, temos chamado de prazer aquilo que não passa de alívio. Quem se corta (se mutila) jamais terá prazer ao fazê-lo, mas certamente sentirá um certo alívio. Isso porque qualquer relação que gere alguma descarga de energia material humana mortal/negativa nos dá uma sensação de alívio, gerando um bem- estar, ainda que seja apenas momentâneo. Dessa forma, o vício passa até a ser considerado e difundido como fonte de &#8220;prazer&#8221;</p>
<p>E é no cultivo dos vícios que temos produzido/reproduzido cada vez mais a tal da energia material humana mortal/negativa, num progressivo processo de destruição e de auto-destruição. Pior ainda, com a ilusão de estarmos vivenciando e ampliando nossa potência, quando, na verdade, estamos nos impotencializando enquanto sociedade e seres humanos, a médio e a longo prazo.      Na sabedoria popular sempre se disse que &#8220;a natureza não revida, vinga&#8221;.</p>
<p>E a natureza já está mais do que dando seus sinais!</p>
<p>Aprofunde essa reflexão lendo a poesofia <a href="http://r.newsletter-seremsi.com/mk/cl/g8m4uRQRm1ERuiuQjZDR0oPv7bCKPAxBJJFgcTWlH4A3lBzzzn0D6PsC6qUQopdmMSFghDKxEyKXmanOwUDymxZfwOf2MiYvoKhxOgvvtNLQpy1edtow" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">&#8216;Virtude&#8221;</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A aflição é o fogo do inferno!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/a-aflicao-e-o-fogo-do-inferno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Dec 2018 16:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aflição é o fogo do inferno! A aflição nasce do desequilíbrio entre querer e poder. Aflito é quem quer mais do que pode. Sua vontade não corresponde<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A aflição é o fogo do inferno!<br />
</strong></p>
<p>A aflição nasce do desequilíbrio entre querer e poder. <strong>Aflito é quem quer mais do que pode.</strong> Sua vontade não corresponde ao seu desejo, está geralmente além dele, expressando quase sempre compulsão. Isso porque desconhece ou não reconhece seus desejos em função de ter sido muito reprimido na infância. Torna-se muito mais um repetidor das vontades de seus formadores do que um sujeito de seus próprios desejos. É alguém que não foi educado e, sim, literalmente formado. Com isso, nunca se satisfaz e está sempre buscando essa insaciável satisfação, tornando-se um permanente frustrado. Um contumaz invejoso.</p>
<p>Por isso, a aflição é a expressão máxima da energia material humana negativa/mortal – (EMH-). Ela impede que nossos sentidos estejam no ponto, em harmonia, em equilíbrio: queremos sentir algum tipo de relação e não conseguimos, ou não gostaríamos de sentir e sentimos muito. <strong>Ou sentimos a mais ou sentimos a menos</strong>, <strong>nunca na sua devida medida, </strong>impedindo-nos de vivenciar o verdadeiro prazer e, inclusive, fazendo-nos chamar de <strong>prazer</strong> aquilo que não passa de <strong>alívio. </strong>Por exemplo, na relação dos nossos pés com o chão de terra, ao invés de sentirmos o gostoso, sentimos o incômodo de grãozinhos nos espetando a sola dos pés. É que, impregnado de energia material humana mortal/negativa (EMH-) entre a sola e a estrutura óssea dos pés se forma um bolsão de água, má água, que torna a sola hipersensível a qualquer toque. Por isso calçamos algo para nos proteger (alívio) e damos a isso o nome de prazer, quando o verdadeiro prazer nasceria da relação de nossos pés com o chão.</p>
<p>Isso se explica pelo fato de termos aprendido a reter as cargas de energia material humana negativa/mortal (EMH-). Como o seu primeiro estado é o gasoso e a gente tem aprendido é a prender os gases, eles se liquidificam com o tempo, formando a tal da má água que tende a se alojar preferencialmente nas extremidades do corpo. E se dessa má água não nos livrarmos, ela vai se solidificar com o tempo virando pólipos, caroços, pedras, etc.</p>
<p>Além disso, <strong>essa má água se entranha em nossas mucosas, interferindo nos nossos sensores</strong>, que geralmente enviam informações erradas ou truncadas para o cérebro. E olhem que quase todo o nosso corpo é formado de mucosas, inclusive a pele que também o é. Por isso o guloso nunca se satisfaz. A satisfação é dada pelo cérebro. Como as mucosas de sua boca estão impregnadas da energia material humana negativa/mortal (EMH-) o sinal de satisfação não chega ao seu cérebro e ele continua comendo até a barriga estourar, ficar de pança cheia.</p>
<p>É só nos lembrarmos, também,  de alguma situação em que estávamos aflitos e tivemos de abrir a fechadura de alguma porta.Se estamos com um molhe de chaves, custa-nos encontrar a certa. Quando a encontramos, com muita dificuldade a enfiamos no buraco, isso quando não a quebramos ou a enfiamos ao contrário e estragamos a fechadura!</p>
<p>É que a energia material humana negativa/mortal (EMH-) é desequilibrada, <strong>vai da insensibilidade à hipersensibilidade</strong>, fazendo-nos tremer e, portanto, não tendo a firmeza e tranquilidade necessárias para qualquer tipo de destreza.</p>
<p>Geralmente <strong>o aflito pensa que é desorganizado</strong>. Mas não. Ele é bastante organizado. Aliás, todo mundo é organizado. Uns se organizam para fruir a paz, outros para cultivar a aflição, controlando o tempo para sempre estar atrasado e deixando tudo fora do lugar para sentir o friozinho na barriga ao procurar o objeto &#8220;perdido&#8221;.l</p>
<p>Não é só por tudo isso, porém, que a aflição seja o fogo do inferno. Esse resulta de um frio que queima. Dante Alighieri que o diga: lúcifer batendo suas asas para manter o frio do último estágio na sua descrição do inferno! E é isso mesmo! <strong>A energia material humana negativa/mortal (EMH-) é frígida de um frio que queima.</strong> É só nos lembrarmos de situações em que nos encostamos numa pele de alguém, aparentemente calorosa, mas que nos causa é repulsa. É que esse calor resulta de uma intensa frigidez que queima. O que explica as pessoas de cabeça quente.  Pode olhar que o pé dessa pessoa certamente estará frio e sua pele, seca, até mesmo lixenta. Já o verdadeiro calor, o que resulta da energia material humana vital/positiva (EMH+), é gostoso e aconchegante.</p>
<p>É por isso que o aflito, por mais que faça, não consegue amar e nem ser amado. E, assim, cultua e cultiva a inveja. Na medida em que não consegue sentir o gostoso de si e do outro, as relações são sempre ruidosas e nunca fluem para o gozo do verdadeiro amor. Porque vivem se agredindo, também vivem se destruindo e por isso, no geral, <strong>destroem muito mais do que constroem</strong>.</p>
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		<item>
		<title>ECO ou EGOlogia?!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/eco-ou-egologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Dec 2018 16:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste mês, em que comemoramos o dia mundial do meio ambiente (05 de junho), a consciência sobre a existência, origem e funcionamento da EMH (energia material<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Neste mês, em que comemoramos o dia mundial do meio ambiente (05 de junho), a consciência sobre a existência, origem e funcionamento da EMH (energia material humana) nos convida a aprofundar e ampliar nossa reflexão sobre essa temática, que, feliz e progressivamente,  vem ocupando a agenda mundial já há algum tempo.</p>
<p>Por isso estamos lhe enviando nosso Manifesto EGOlógico que sintetiza nossa reflexão e que divulgamos há 10 anos atrás. Ei-lo novamente:
</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Se por opção/ilusão ou ignorância, tenho sido capaz de agredir a minha própria natureza, por que respeitar uma árvore, um animal, um rio ou até mesmo meu próprio semelhante?</strong></p>
<p><strong>Manifesto EGOlógico</strong></p>
<p>Os movimentos holístico e ecológico, que prosperaram nas últimas décadas, foram essenciais para a resistência a uma visão de mundo puramente mecanicista e imediatista, que tem impedido o avanço do processo de humanização.</p>
<p>Efetivamente, a visão holística contribuiu para o homem recuperar a busca de compreensão da dimensão energética, que havia sido colocada para escanteio, a partir da hegemonia da teoria mecânica. Em certo sentido, o holismo teve para as ciências humanas o papel da teoria da relatividade, de Einstein, para as ciências exatas, ao reintroduzir a energia no estudo da matéria. Os resultados advindos do holismo, porém, não têm se mostrado tão animadores, pois seus seguidores ainda apresentam dificuldades em interagir com a realidade material.</p>
<p>O movimento ecológico internacional, por sua vez, apesar de um início acanhado e bastante contestado, foi-se mostrando consistente e vitorioso, e hoje já ultrapassa as fronteiras de movimento social. Venceu muitas resistências e até já conseguiu incorporar suas teses e bandeiras às políticas de governo e de grandes empresas.</p>
<p>Acreditamos, no entanto, que é chegada a hora de esses movimentos darem um salto qualitativo, introduzindo na sua leitura de mundo uma filosofia produzida e amadurecida em nosso meio: a da sabedoria popular.</p>
<p>A despeito de não poder (nem pretender, aliás) ser considerada melhor que outras, a sabedoria popular (brasileira) nada fica a dever a pretensas ideologias/teorias importadas. Levá-la seriamente em consideração só poderá trazer avanços: além de tornar mais realista a relação dos indivíduos com seu meio, permitirá uma releitura de todas as teorias, energéticas ou não, a partir da <a href="http://r.newsletter-seremsi.com/mk/cl/dj8jadpI8N0_0oxMdF4i1TDdVidJJ6T3GFugWFodOwdvd0pP7p0NOJOTixl1oX6V5stZ7B3BxMDvkc7vvK8dYyD8_YbtCDE_atPSRxSQLMUefqM" target="_blank" rel="noopener noreferrer">dimensão da energia material humana. </a></p>
<p>Para a sabedoria popular essa energia material humana é produzida/reproduzida pelas relações que se dão entre os seres humanos. Compreender sua origem e funcionamento é essencial para se cultivar a liberdade e a capacidade de sermos sujeitos em nossas relações. É ela que determina nossa ligação com as demais dimensões de energia:  dos astros, das águas, dos símbolos, das formas, dos números, das cores, dos alimentos, dos outros níveis de vida e da própria realidade sobrenatural.</p>
<p>É preciso atentar, todavia, para o fato de que essa energia tem um caráter ambivalente: pode ser positiva (vital) ou negativa (mortal). Na medida em que não temos aprendido a nos desfazer da negativa/mortal, nossa relação com as demais dimensões energéticas tende a ser ilusória e ruidosa, produzindo mais mal do que bem, tanto para nós quanto para os nossos semelhantes e o nosso meio.A energia material humana negativa/mortal resulta de uma relação de agressão do indivíduo à sua própria natureza, ao transgredir algumas leis essenciais que regem nossos instintos de sobrevivência e de preservação da espécie.</p>
<p>Ter uma vida saudável requer a busca contínua para se livrar das cargas dessa energia que temos produzido/reproduzido em nossas relações. Infelizmente, porém, a maioria dos nossos <a href="http://r.newsletter-seremsi.com/mk/cl/seRVaWK8H2s9pBrvsmP-TvHUxiTpwgEIOYNw7fhkUK6FPISARdeYNEcbYLhTOTFaD6quw8yqhqgrrPjBpKFwbtOY8BVbcgBwshNFeiuRryR6zZ0" target="_blank" rel="noopener noreferrer">atuais hábitos</a> são no sentido de se conviver com essa energia e não de dela nos desfazermos, pois que estão todos assentados em um saber que reduz a <strong>matéria</strong> apenas à sua dimensão de <strong>massa.</strong>  Essa consciência deve nos induzir a uma real mudança de hábitos e valores, superando os <a href="http://r.newsletter-seremsi.com/mk/cl/AnnxHKo5IDsF426twSW-akQie2Ls7qfYtCahoXyJyVMaDU-bYGRZmNmCOvjGrbkDWulB98rCjdt-lB3IT9blJ3MHsKh8jmUO5-ukLE9LDNmHago" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mitos</a> criados pelo atual saber hegemônico. É na sabedoria popular que iremos encontrar a inspiração para tal mudança, pois que ela jamais deixou de considerar a dimensão da <strong>energia</strong> existente na matéria.</p>
<p>A grande virada se dará ao (re)incorporarmos à nossa visão de mundo a dimensão da energia material humana para não agredirmos, por ignorância, a  nossa própria natureza humana (EGOlogia). Respeitando-a, por via de conseqüência, voltaremos a ter uma relação harmoniosa com a natureza ambiente (ECOlogia). Com essa visão,  buscaremos nos desfazer de toda carga de energia material humana negativa/mortal e cultivar a positiva/vital (neo-holismo).</p>
<p>Só assim podemos nos tornar sujeitos de nossa própria história e de uma nova história humana. Só assim será possível aproveitarmos, de maneira construtiva e em favor da felicidade, todo o acervo de conhecimento já produzido pela humanidade</p>
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		<title>Como se descastrar?!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Dec 2018 17:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Só nos desconstruindo podemos nos tornar sujeitos/objetos de amor       Como se descastrar?! No ano de 2017 enviamos uma série de informativos refletindo sobre o processo de castração<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Só nos desconstruindo podemos nos tornar sujeitos/objetos de amor</strong></p>
<div style="text-align: center;"></div>
<p style="text-align: center;"><b>      </b><strong>Como se descastrar?!</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p>No ano de 2017 enviamos uma série de informativos refletindo sobre <strong>o processo de castração que a cultura dominante impõe a seus indivíduos.</strong> Fechamos essa série reforçando a tese de que a maior e mais profunda castração se dá pela desconsideração da realidade da EMH-  energia material humana mortal/negativa, com o informativo intitulado<a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=156"> <strong><em><u>&#8220;Impotência sexual e cultura castrante&#8221;</u></em><u>-,</u></strong> </a></p>
<p>Pode-se concluir, a partir dessa série, que todos nós, uns mais outros menos, somos vítimas desse processo de castração. Resta-nos, pois, tentar enfrentar essa sina buscando alguma forma de superação. Ou por outra, nossa sina não é mais a do ser histórico que luta para cada vez mais ser potente, e sim, a de lutarmos para nos desfazermos das impotências que a cultura nos tem impingido. Ou por outra ainda, nossa sina não é mais a da construção do amor e, sim, a de desconstruirmos as barreiras que criaram em nós para o amor.</p>
<p>O primeiro, imprescindível e decisivo passo é ter-se a consciência de que esta cultura é castrante. O segundo é tentar entender o como esse processo se efetiva em nossas vidas.</p>
<p>Foi isso que motivou a elaboração da série de 7 informativos que  lhe enviamos ano passado. É interessante revisitá-los de vez em quando. Para isso é só acessar nosso site no link informativos.</p>
<p>Hoje pretendemos sugerir algumas dicas para o nosso processo de descastração.</p>
<p>PRIMEIRA: Se nossa castração se inicia com a repressão à nossa forma natural de respirar, impondo-nos a respiração peitoral, é isso que temos de enfrentar primeiro.<a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=141"> <strong><u>Substituir a respiração peitoral pela abdominal</u></strong></a></p>
<p>Claro que aqui também se trata de um processo lento, mas cujo êxito depende de nossa convicção e força de vontade para torná-lo progressivo e gradativo.</p>
<p>SEGUNDA: Se essa castração se aprofunda e se efetiva reprimindo nossa relação natural com o alimento, ensinando-nos a ser gulosos e substituindo em nós a sucção pela mastigação, também é aqui que aparece nosso segundo campo de batalha. <a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=132"><strong><u>Substituir a mastigação pela sucção</u></strong></a></p>
<p>Aqui também vale a observação feita para a primeira dica: progressivo e gradativo.</p>
<p>TERCEIRA: <strong>Substituir o cultivo dos vícios pelo <a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=71"><u>cultivo das virtudes</u></a>. </strong>Não é à toa que a cultura nos quer impotentes. Quanto mais impotentes, mais dependentes. Quanto mais dependentes, mais submissos. Quanto mais submissos, mais produtivos para os que dominam. Quanto mais produtivos, mais consumistas, até o ponto do desperdício e da destruição. Por isso temos que buscar <em>a vivência do verdadeiro prazer</em> que se dá no cultivo das virtudes.</p>
<p>QUARTA: <strong>Substituir as relações de cumplicidade pelas de <u><a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=162">solidariedade</a>.</u> </strong>Para isso é preciso que aprendamos a nos desfazer das cargas de energia material humana mortal/negativa, EMH-, e a cultivarmos a energia material humana vital/positiva, EMH+, principalmente procurando mudar nossos hábitos, quase todos reprodutores do medo.  Uma boa técnica que pode, também, nos ajudar nessa empreitada é a prática constante da <em><strong><a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=30&amp;id=14"><u>Lobosofia</u></a></strong>. V</em>eja o que significa e como praticá-la.</p>
<p>QUINTA: saber distinguir prazer de alívio e <strong>substituir a vivência na lógica do alívio pela busca da <a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=163"><u>lógica do prazer</u></a></strong></p>
<p>SEXTA: <strong>substituir a idéia de que a mulher seja um ser sexualmente não referenciado pela convicção de que ela é <a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=158"><u>genitalmente potente</u></a>: contração e intumescimento vaginal.</strong></p>
<p>SÉTIMA: Coroando toda a nossa busca/luta, <strong>substituir a vivência do modelo sexual da fissão genital pelo da <a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25"><u>fusão genital.</u></a></strong></p>
<p>Aqui se encontra o fator determinante de tudo. Mas se conseguirmos avançar nas determinações anteriores, também aqui seremos exitosos e poderemos realizar o sonho de sermos sujeitos de nós mesmos e de contribuirmos na construção de um mundo novo: superação do patriarcalismo e seu último modo de produção, o capitalismo!</p>
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		<title>A mulher e sua referência sexual.</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/a-mulher-e-sua-referencia-sexual/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Dec 2018 17:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A superação do patriarcalismo passa necessariamente pela recuperação da referência sexual feminina. &#8220;A mulher e sua referência sexual. &#8220;E vivendo o calor da doçura que o<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A superação do patriarcalismo passa necessariamente pela recuperação da referência sexual feminina.</strong>
</p>
<p style="text-align: center;">
<strong>&#8220;A mulher e sua referência sexual.</strong></p>
<p>&#8220;E vivendo o calor da doçura que o faz, construindo o amor prum novo mundo de paz.&#8221;</p>
<p>Para tanto temos que superar a cultura patriarcal. E essa superação passa necessariamente pela recuperação da referência feminina em todas as áreas e, em especial, na sexualidade.</p>
<p>Só assim se faz possível a vivência do modelo da fusão genital, fonte da energia material humana vital/positiva que, sendo calorosa, perfumosa, oleosa e doce, é a matéria prima de todas as virtudes que potencializam nossa humanização, seja no plano individual, seja no planto coletivo.</p>
<p><strong>A perda da referência sexual feminina</strong> inaugurou e tem sustentado o modelo da fissão genital, produtor/reprodutor da energia material humana mortal/negativa que, sendo fétida, frígida, seca e salamarga, torna-se a matéria prima de todos os nossos males e o principal combustível do patriarcalismo.</p>
<p>Para que a mulher deixe de ser objeto e passe a ser sujeito de sua história, exercendo o seu papel de protagonismo na evolução humana, é necessário que ela assuma a sua verdadeira feminilidade, que, no campo sexual, é o intumescimento e contração vaginal, <strong>base material da potência orgástica</strong> <strong>e de toda a vitalidade de seu ser. </strong></p>
<p><strong>Neste dia internacional da mulher</strong>, nosso <a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=20&amp;id=1">MARF</a> (movimento de afirmação da referência feminina)<strong> parabenizando-a</strong> pela sua incansável e histórica luta, dedica-lhe a seguinte poesofia:</p>
<p><strong>REFERÊNCIA</strong></p>
<p>em <strong>dó</strong><br />
é o orgulho<br />
desafiando<br />
desafinando<br />
a melodia;</p>
<p>em<strong> ré</strong><br />
é das heranças<br />
não liberto<br />
só com o umbigo<br />
sempre por perto;</p>
<p>em<strong> mi</strong><br />
se for eu mesmo<br />
para que não tenha<br />
que caminhar a esmo;</p>
<p>em <strong>fá</strong><br />
lá num discurso<br />
que só falseia<br />
o que na veia<br />
é seu real;</p>
<p>em<strong> sol</strong><br />
que no céu brilha<br />
mas que em nós<br />
não é a trilha;</p>
<p>em<strong> lá</strong><br />
que não se sabe<br />
se há ou se virá<br />
pois é o escuro<br />
de um futuro;</p>
<p>em<strong> si</strong><br />
que é presente<br />
e se encontrou<br />
pois em si<br />
perscrutou<br />
o Deus<br />
que o criou.</p>
<p>O ser só é<br />
se sua referência<br />
é em si<br />
pois em sendo<br />
essência<br />
irradia<br />
no dia-a-dia<br />
a alegria<br />
de sua fé<br />
n´Aquele que é.</p>
<p>Afinado nesse tom<br />
potencializa seus dons<br />
crescendo em virtude<br />
gerando sabedoria<br />
para uma sinfonia<br />
que o mundo mude.&#8221;</p>
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		<title>Prazer ou alívio: qual é a sua?</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/prazer-ou-alivio-qual-e-a-sua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 17:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Amo-te tanto, como amo o gozo e Cristo amou ardentemente a cruz.”  &#8220;Prazer ou alívio? Pena que esses versos da famosa modinha “Amo-te muito”, do cancioneiro mineiro, nunca<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Amo-te tanto, como amo o gozo </strong><strong>e Cristo amou ardentemente a cruz.”</strong>
</p>
<p style="text-align: center;"><strong> &#8220;Prazer ou alívio?</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Pena que esses versos da famosa modinha “Amo-te muito”, do cancioneiro mineiro, nunca sejam cantados! Com isso, sendo praticamente desconhecidos, não se divulga o cerne da cultura da sabedoria popular. Vê-se claramente, e através de uma comparação que não deixa dúvidas, que para o povão o gozo sempre foi a referência. E ele podia aspirar por isso. Sua forma de viver era embasada na constante busca do prazer, pois só na dimensão do prazer pode acontecer o gozo. E seu saber era um facilitador. Nele se distinguia claramente prazer de alívio.<br />
Atualmente, entretanto, nossa aprendizagem tem-nos levado a uma total confusão com essas palavras, a ponto de nos deixar perdidos! Tem-se chamado de prazer a uma sensação que geralmente não passa de alívio. Por isso que o gozo tem deixado de ser referência. <strong>Na dimensão do alívio o gozo não se dá.</strong><br />
Essa confusão e conseqüente desorientação resultam de um saber que, cada vez mais, nega a dimensão da energia material na nossa realidade humana. Negação que não existia na sabedoria popular. Muito antes pelo contrário. Nela a energia material humana sempre ocupou o centro das atenções. É só nos lembrarmos das benzedeiras, dos rituais de purificação mas, sobretudo,  de seus hábitos, que propiciavam uma relação prazerosa com tudo que tivesse a ver com a natureza.<br />
Tudo isso porque a sabedoria popular, ao admitir a dimensão da energia na realidade humana, sempre sacou a sua dupla face: uma, positiva e a outra, negativa. E, a partir dessa percepção, foi desenvolvendo formas de se livrar da negativa. A essa liberação dava o nome de alívio. <em><strong>Alívio, portanto, é a nossa capacidade de nos livrarmos das cargas de energia material humana mortal/negativa </strong></em>herdada ou recebida e, principalmente, daquela por nós mesmos reproduzida ou produzida e que se expressa sobre as formas de mal estar, incômodo e dor. Assim, <strong>na dimensão do alívio, o  que interessa é o produto, o resultado</strong>. E viva a <strong>quantidade</strong>! Daí a eterna <strong>insatisfação</strong>! Que reine, pois,  o consumismo ou até mesmo o desperdício!<br />
Prazer é outra coisa. <strong><em>Prazer é a capacidade de nos interagirmos com a energia positiva, vital, fruindo a relação material que a produz</em></strong>. <strong>Na dimensão do prazer o  foco é o processo, a forma</strong>. Para isso é preciso que estejamos em paz, em harmonia conosco mesmo. É a dimensão da <strong>qualidade</strong>! Prazer, portanto, não é a causa do bem estar e sim, sua consequência. Por isso que o verdadeiro prazer só é vivenciado no cultivo das virtudes. Elas são a expressão do nosso desejo, da nossa potência, da nossa pureza de energia material humana mortal/negativa. Tão mais intenso, portanto, será esse prazer quanto menos estivermos carregados dessa energia mortal/negativa.<br />
Por isso quem vive cultivando os vícios  nem admite falar em energia material humana.  Afinal,  vive do cultivo de sua face negativa! Que pena!  Está perdendo a oportunidade de começar a aprender sobre aquilo que sempre procurou e nunca encontrou: a verdadeira dimensão do prazer e do gozo!&#8221;<br />
<a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VEJA mais sobre energia material humana</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Solidariedade ou cumplicidade?!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/solidariedade-ou-cumplicidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 17:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste início de ano,  em que se fala tanto de solidariedade, estamos lhe reenviando um texto em que discutimos o porquê do constante e progressivo desgaste<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;">Neste início de ano,  em que se fala tanto de solidariedade, estamos lhe reenviando um texto em que discutimos o porquê do constante e progressivo desgaste desse conceito e sua substituição pelo conceito de cumplicidade.</p>
<p><strong>&#8220;Cumplicidade ou solidariedade?!</strong></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;"> A solidariedade só se dá na dimensão da EMH+ vital/positiva.</p>
<p>&#8211; Cadê a solidariedade que eu pus aqui?<br />
&#8211; Rato comeu.<br />
&#8211; Cadê o rato?<br />
&#8211; Foi pro mato. etc.etc.etc&#8230;<br />
&#8211; Cadê a missa?<br />
&#8211; O povo assistiu<br />
&#8211; Cadê o povo?<br />
&#8211; O povo sumiu&#8230;lá vai o gato atrás do rato, miaaau, miaaau, miaaau,&#8230;.kkkkkkkkkkkkkkk<br />
E o povo sumiu mesmo. E com ele, sua sabedoria. E com sua sabedoria, o respeito à natureza. Não só à do meio, mas, sobretudo, à natureza humana. E com o respeito à natureza, sumiu o valor da solidariedade! E ainda dão risadas! E o reinado passou para os ratos! Que viva a cumplicidade!<br />
“- O bom relacionamento é quando ambos são cúmplices!”<br />
“- A gente se gosta tanto que vivemos um ambiente de total cumplicidade!”<br />
“- Só dá certo e é bom quando nos sentimos cúmplices.”<br />
Contam que alguém, diante desse quadro, se dava ao direito de repreender seus amigos. Nem sempre era convincente em sua argumentação. Mas também nunca se deixou convencer pelos demais.<br />
Ao se inteirar do conceito da energia material humana, tomou consciência de que eram seus amigos que tinham razão. Afinal, referiam-se a relações, amorosas ou não, que a história foi mostrando serem alicerçadas na tal da energia material humana mortal/negativa. Toda relação que produz ou reproduz esse tipo de energia alimenta, em última instância, os crimes que se cometem no processo de evolução da humanidade. Em sendo assim, o termo correto é, de fato, a tal da cumplicidade, que graça na dimensão do <strong>alívio tido como prazer.</strong><br />
.     No processo de produção/reprodução da energia material humana, por mais que tentemos iludir a nós mesmos, percebemos que estamos nos matando aos poucos. Daí o posterior sentimento de culpa. E não é questão de opinião, não. É algo muito concreto.<strong> Quanto mais sublimamos, mais o corpo grita</strong>. Tapamos-lhe a boca com analgésicos, cosméticos e perfumes. Mas ele inventa outros gritos. Até que o aparato químico/medicamentoso sucumbe, nosso mundo de fantasias desmorona,  e a gente diz adeus à vida. Qual vida nada, se o que temos feito é dela nos afastarmos!<br />
É o planeta pedindo socorro! São nossas crianças achando que gripe é natural! São nossos jovens fazendo lipoaspiração ou aspirando drogas! São nossos velhos achando a esclerose e suas afins como o fim natural do processo vital! <strong>Tornamo-nos cúmplices da mediocrização humana</strong>, deixando que os ratos pontifiquem!<br />
Nunca o ser humano foi tão dependente do outro para cuidar de sua própria natureza!  É especialista pra tudo! E cadê o ser sujeito/objeto de amor? Infelizmente, está sumindo. Pois que esse só viceja em clima de liberdade. <strong>Só pessoas livres são capazes de amar</strong>. Só no amor se processa o prazer e vice-versa. O resto é enganação, ao outro e a nós mesmos. É a gente tomando alívio por prazer. E achando que estamos matando a pau!<br />
E estamos mesmo. A nós, a nossos semelhantes e aos elementos da natureza.<br />
Reaprendamos, com o que restou da sabedoria popular, a enxergar os outros e a nós mesmos através da dimensão da energia! Tomemos consciência de <strong>que estamos vivendo praticamente só a dimensão do alívio!</strong><br />
Reorganizemo-nos para produzir/reproduzir apenas a energia material humana vital/positiva!<br />
E recuperaremos o valor da solidariedade, que só viceja na dimensão do prazer, deixando a cumplicidade para o mundo dos ratos.&#8221;</div>
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