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	<title>2016 Archives | SER em SI</title>
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		<title>Castração pela gula: respiração comprometida!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 May 2016 18:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Castração pela gula: respiração comprometida! &#8220;Se é ruim, pra que comer? Se é bom, pra que correr?&#8221; Faz-nos sábios repararmos em como as crianças saudáveis vivenciam<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Castração pela gula: respiração comprometida!</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Se é ruim, pra que comer? Se é bom, pra que correr?&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;" align="right">
<p style="text-align: center;">Faz-nos sábios repararmos em como as crianças saudáveis vivenciam suas funções naturais!</p>
<p style="text-align: center;">Em nosso informativo de abril deste ano comentamos a repressão que se tem dado ao movimento de sucção, natural e espontâneo, quando a criança inicia a sua relação com os alimentos sólidos. Vimos a importância dessa repressão no processo de castração do indivíduo.</p>
<p style="text-align: center;">Hoje vamos deslocar nossa observação para o modo de respirar dessa criança. Como sempre, é preciso que ela seja saudável e esteja tranqüila e, de preferência, deitada em um lugar confortável e sem camisa. Sem muito esforço, vamos verificar que os movimentos de sua respiração coincidem com o levantar e abaixar de sua barriguinha. É essa a nossa respiração natural: a abdominal.</p>
<p style="text-align: center;">E por que vamos perdendo esse hábito?</p>
<p style="text-align: center;">Uma das principais causas é o tipo de relação com o alimento que vamos, aos poucos, impondo às nossas crianças: obrigando-as a ingerir algo de que não gostem; determinando seus horários de se alimentar de acordo com a nossa disponibilidade; mas, principalmente, impondo-lhes nosso ritmo na sua digestão bucal.</p>
<p style="text-align: center;">Como temos visto, esse conjunto de fatores vai reprimindo o seu paladar, responsável pela sensação de prazer. Na medida em que os sensores do paladar vão sendo impedidos de se desenvolverem, ao contrário, vão sendo embotados, não se tem mais a medida de prazer e, conseqüentemente, de satisfação. Com isso, esse desejo progressivamente reprimido vai-se tornando na danada da compulsão.</p>
<p style="text-align: center;">Dessa relação com o alimento, determinada pela compulsão (gula), vai-se consolidando na alma desse indivíduo um medo de si mesmo e, consequentemente,  o espírito de ansiedade. Ansiedade que impede a respiração abdominal, transferindo-a para a região peitoral. Aqui, ela vai aos poucos se solidificando e nutrindo a alma de tudo quanto é tipo de medo, ampliando e aprofundando o medo de si próprio. E dá-lhe problemas respiratórios, estomacais, intestinais, sexuais, emocionais e mentais. Torna-se alguém inseguro, de baixa ou falsa estima, terreno fértil para todos os vícios e fantasias.</p>
<p style="text-align: center;">Sem acesso aos seus reais desejos, tal indivíduo se pauta por um conjunto de vontades que diz serem suas, mas que apenas refletem as vontades de seus formadores. E quanto mais as vivencia, mais reforça sua ligação aos ancestrais e mais ansioso fica, porque nunca se satisfaz.</p>
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		<title>Não adult(eremos) nossas crianças!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 May 2016 18:14:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não adult(eremos) nossas crianças! &#160; &#8220;Deixai vir a mim as criancinhas porque delas é o reino do céu&#8221; Criancinhas todos sabemos o que seja. Ou já<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Não adult(eremos) nossas crianças!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Deixai vir a mim as criancinhas porque delas é o reino do céu&#8221;</p>
<p>Criancinhas todos sabemos o que seja. Ou já não mais sabemos?</p>
<p>E reino do céu? Será que sabemos?! Nós adultos que vivemos da e para a aflição? Que não mais valorizamos o cultivo das virtudes? E que, por isso mesmo, nem  mais sabemos distinguir alívio de prazer? Ou pior, que passamos a considerar prazer aquilo que não passa de alívio?!</p>
<p>E se assim somos, como podemos ensinar diferentemente as nossas crianças?</p>
<p>Reino do céu não é apenas a vida após a morte. Ele começa aqui e foi para implantá-lo aqui que Cristo se fez homem e habitou entre nós. E suas principais características estão definidas por Ele no sermão da montanha, através da explicitação das bem-aventuranças. Bem-aventuranças tão mal compreendidas por este saber mecanicista-tecnocrático que tem ministros religiosos pregando &#8220;bem aventurados os pobres <strong>de</strong> espírito<strong>&#8220;</strong> em vez de pobres <strong>em</strong> espírito<strong>. </strong>E em sendo assim, teriam que pregar também, e o fazem constantemente, bem aventurados os <strong>aflitos.</strong> E é, portanto, nesse <strong>reino da aflição e da pobreza de espírito</strong> que a maioria dos adultos tem feito as crianças entrar.</p>
<p>E aí enfraquecem, adult(eram) ou até mesmo matam o espírito de criança. São menininhas de 5 ou 6 anos usando batom, fortes perfumes, sapato alto e até desodorante! São menininhos de mesma idade  enfrentando os adultos e até com palavrões! E, seja menina ou menino, abrindo a boquinha cheia de dentes, alguns ainda de leite e, com o peito estofado e o nariz empinado, afirmando: &#8220;<strong>eu odeio</strong> isso ou aquilo!&#8221;</p>
<p>Definitivamente estamos impedindo nossas crianças de adentrar no reino do céu! Em especial e lamentavelmente durante o desenvolvimento de suas fases biológicas, em especial a oral, onde as temos sistematicamente castrado através da <strong>repressão ao seu paladar</strong>, com consequente valorização da gula, impedindo-as de reconhecer e conhecer o mundo do prazer. Pois é exatamente aí que podemos aprender o que é prazer para podermos distingui-lo do alívio. E na medida em que as estamos impedindo de descobrir o que é prazer, estamos lhes passando o essencial dessa cultura:<strong> alívio é prazer e não tem jeito de ser diferente</strong>. Ou por outra, só podemos produzir/reproduzir energia material humana mortal/negativa e buscar dela nos aliviar, dando a isso o nome de prazer. Com isso a vida passa a ser um fardo que temos de carregar até o alívio final, a morte. Nesse meio tempo vamos nos drogando com drogas lícitas ou não e, cada vez mais, castrando e adult(erando) nossas crianças!</p>
<p>Algo tem que ser feito para quebrarmos esse <strong>ciclo vicioso</strong>: adulto que não sabe o que é prazer ensinando crianças que alívio o é.</p>
<p>Inauguremos um <strong>ciclo virtuoso</strong>! Encaremos nossas limitações e passemos a cultivar o reino das virtudes. É nele que produzimos/reproduzimos a energia material humana vital/positiva que, fruída, nos dá a sensação do verdadeiro prazer e consequente satisfação e felicidade. Só assim poderemos iniciar um processo de recuperação do espírito de criança em nós e nos nossos filhos. E Aquele que pediu que deixemos as criancinhas ir a Ele cuidará do resto.</p>
<p>E voltaremos a poder desejar verdadeiramente um feliz dia das crianças!</p>
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		<item>
		<title>Depoimento em versos sobre a disciplina na UFMG</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/depoimento-em-versos-sobre-a-disciplina-na-ufmg/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 May 2016 18:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depoimento em versos sobre a disciplina na UFMG &#160; &#160; &#160; Já são 7 anos  que a Faculdade de Educação da UFMG oferta semestralmente a disciplina<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Depoimento em versos sobre a disciplina na UFMG</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já são 7 anos  que a Faculdade de Educação da UFMG oferta semestralmente a disciplina optativa “Por uma pedagogia do prazer,” baseada no livro “Racionalidade da Sabedoria Popular: energia material humana e sexualidade” de autoria de G. Fábio Madureira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao final de cada semestre, solicitamos aos alunos que façam uma avaliação da disciplina quanto ao conteúdo e quanto à didática empregada. Os resultados cada vez mais confirmam a instrumentalidade da teoria de energia material humana – TEMH – não só na formação pedagógica dos alunos como também em suas vidas pessoais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse primeiro semestre de 2016, porém, fomos surpreendidos com uma avaliação em forma de versos a que a autora deu o título de “TEMH: poesofia de agradecimento”. Pela sua beleza e pertinência, solicitamos a autora autorização para publicá-la em nosso site. Além disso, achamos mais do que oportuno dividi-la com vocês. Eis alguns trechinhos desse texto que merece ser lido em sua íntegra acessando o seguinte link.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=233">TEMH: poesofia de agradecimento</a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Mariana Silva Mendes(<a title="" href="https://seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=139#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>)</p>
<p align="center">
<p align="center">E essa disciplina:</p>
<p align="center">Por uma Pedagogia do prazer&#8230;</p>
<p align="center">Valeu para alguma coisa?</p>
<p align="center">A meu ver, para crescer&#8230;</p>
<p align="center">
<p align="center">Estudar sobre a energia,</p>
<p align="center">A positiva, a vital,</p>
<p align="center">Que se não for bem trabalhada</p>
<p align="center">Se transforma na mortal,</p>
<p align="center">Foi importante para repensar</p>
<p align="center">No modo de levar a vida, na real</p>
<p align="center">Muitas vezes esquecida</p>
<p align="center">No intuito de alcançar um ideal.</p>
<p align="center">
<p align="center">
<p align="center">(&#8230;)</p>
<p align="center">
<p align="center">
<p align="center">Espero nessa tentativa</p>
<p align="center">De falar pela poesofia</p>
<p align="center">Explicar como foi pra mim</p>
<p align="center">As sensações de cenestesia.</p>
<p align="center">
<p align="center">Nessa perspectiva</p>
<p align="center">Quero ser uma semente</p>
<p align="center">Que lançada ao mundo</p>
<p align="center">Possa ser uma crescente</p>
<div>
<div id="ftn1">
<p><a title="" href="https://seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=139#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> &#8211; Formada em Letras e Pedagogia, é professora de espanhol, e tem 27 anos.</p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Faculdade de educação da UFMG oferece novamente a disciplina Por uma Pedagogia do Prazer.</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/faculdade-de-educacao-da-ufmg-oferece-novamente-a-disciplina-por-uma-pedagogia-do-prazer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2016 18:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Faculdade de Educação da UFMG está oferecendo, mais uma vez, pelo Colegiado de Licenciatura, a disciplina “Por uma pedagogia do prazer”, neste segundo semestre de 2016. Será<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>A Faculdade de Educação da UFMG está oferecendo, mais uma vez, pelo Colegiado de Licenciatura, a disciplina “<strong>Por uma pedagogia do prazer”</strong>, neste segundo semestre de 2016.<br />
Será ministrada às <strong>terças</strong><strong>-feiras de 19:00 as 22:30</strong>.<br />
<strong>Ementa:</strong> Análise do sistema de valores veiculado pelo atual modelo pedagógico educacional formal e não formal. Possibilidades de superação do atual paradigma de conhecimento, recuperando a dimensão da energia ao conceito de matéria, também chamada de Energia Material Humana (EMH). Criação de condições teóricas para a construção de um novo modelo que busque o enfrentamento da lógica do medo e do alívio, rumo a uma lógica de valorização dos sentidos como fonte de sabedoria e prazer. Superação do modelo de aplicação de teorias para o da teorização das práticas.<br />
Tem como manual básico o livro “Racionalidade da Sabedoria Popular: energia material humana e sexualidade”. Autor: G. Fábio Madureira<br />
â€‹</div>
<div>Código da disciplina: <strong>FAE483 R</strong><br />
Carga horária: 60 horas/aula<br />
Professores:  Leonardo José Jeber &#8211; Diretor de Projetos da SER em SI e Professor da UFMG<br />
Fábio Madureira &#8211; Presidente da SER em SI</p>
<p><a href="http://migre.me/k48WZ">Acesse aqui o programa</a><br />
<a href="http://migre.me/k48NU">Veja alguns depoimentos</a>  e as <a href="http://fotos%20atuais%20dos%20alunos/">fotos dos ex-alunos</a></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Pai Nosso: podes recitá-lo?!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/pai-nosso-podes-recita-lo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2016 18:19:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pai de verdade é, sobretudo, aquele que zela pelo crescimento espiritual dos filhos. &#160; Ser pai é antes de tudo ajudar os filhos no processo de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Pai de verdade é, sobretudo, aquele que zela pelo crescimento espiritual dos filhos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ser pai é antes de tudo ajudar os filhos no processo de amadurecimento de seus desejos. Desejo maduro é aquele que, respeitando as leis da natureza e a vontade do Pai nosso,  alicerça a busca e a vivência do <strong>amor verdadeiro:  produtor e reprodutor da energia material humana vital/positiva, que alimenta a lógica do prazer através do cultivo das virtudes.</strong> E é esse mesmo amor que leva à busca progressiva e permanente da superação da lógica do alívio, que produz e reproduz a energia material humana mortal/negativa, matéria prima dos vícios e de todos os males.</p>
<p>Parabenizando a todos os pais e desejando-lhes muita luz e força para, de fato e de verdade, poderem recitar para si e para seus filhos a oração que o Filho Unigênito e nosso Irmão nos ensinou, oferecemos-lhes a seguinte reflexão através deste texto, cujo autor desconhecemos.</p>
<p>Se em minha vida não ajo como filho de Deus, fechando meu coração ao amor,<br />
será inútil dizer: <strong>PAI NOSSO.</strong><br />
Se os meus valores são representados apenas pelos bens da terra,<br />
será inútil dizer: <strong>QUE ESTAIS NO CÉU.</strong><br />
Se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo,<br />
será inútil dizer: <strong>SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME</strong>.<br />
Se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades,<br />
será inútil dizer: <strong>VENHA A NÓS O VOSSO REINO.</strong><br />
Se no fundo o que eu quero mesmo é que todos os meus desejos se realizem,<br />
será inútil dizer: <strong>SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU</strong>.<br />
Se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome,<br />
será inútil dizer: <strong>O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE</strong>.<br />
Se não importo de ferir,  injustiçar , oprimir e magoar aos que atravessam o meu caminho,<br />
será inútil dizer: <strong>E PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO.</strong><br />
Se escolho sempre o caminho mais fácil, que nem sempre é o caminho de Cristo,<br />
será inútil dizer: <strong>E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO.</strong><br />
Se por minha vontade procuro os prazeres materiais e tudo que é proibido me seduz,<br />
será inútil dizer: <strong>MAS LIVRAI-NOS DO MAL&#8230;.</strong><br />
Se sabendo que sou assim, continuo me omitindo e nada faço para me modificar,<br />
será inútil dizer<strong>: AMÉM.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A falência do teste drive</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/a-falencia-do-teste-drive-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2016 18:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Namorar é avaliar quão virtuoso(a) é o(a) pretendente No inconsciente coletivo da Sabedoria Popular existia a convicção de que só as pessoas virtuosas têm a capacidade de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Namorar é avaliar quão virtuoso(a) é o(a) pretendente</p>
<div></div>
<p>No inconsciente coletivo da Sabedoria Popular existia a convicção de que <strong>só as pessoas virtuosas têm a capacidade de vivenciar o verdadeiro amor</strong>. E esse era o foco dos namorados: descobrir até quanto o seu pretendente era verdadeiramente virtuoso. Só as virtudes possibilitam o verdadeiro prazer e, por consequência, a capacidade de gozar a vida, inclusive sexualmente. É por aí que se forma o chamado calor humano, tão característico da cultura dessa sabedoria.</p>
<p>Hoje, sem a presença desse calor humano, seja nos lares, seja na sociedade como um todo, fica difícil você encontrar pessoas realmente virtuosas. Pelo contrário. Na medida em que vivemos numa cultura cuja marca principal é o medo e a agressão à natureza, não só a do meio, mas, principalmente, a humana, com a consequente produção/reprodução da EMH- (energia material humana mortal/negativa), pecar passou a ser até chique: &#8220;divina gula&#8221;, &#8220;inveja boa&#8221;, &#8220;sair pro crime&#8221;, etc. Com a negação da dimensão da energia na matéria, o conceito de pecado esvaziou-se completamente, tornando-se até um tabu, um interdito. E se não há pecado, não há pecadores. Como tal, perdeu-se a noção de culpa. Sem culpa, vira-se corrupto. Pode-se tudo e nada de arrependimento. <strong>Aqui está a explicação para a crescente frieza humana, individual e/ou coletiva</strong>.</p>
<p>É então que entra em cena a figura do &#8220;teste drive<em>&#8220;</em>. Como não se tem mais calor humano que atraia, fica-se só na aparência física, na atratividade da beleza externa. E como isso não é garantia de uma relação saudável e duradoura, tem-se que experimentar <strong>para se medir</strong> <strong>o grau de frieza</strong>.</p>
<p><strong>Só que tal experimentação é muito mais complexa do que se imagina</strong>. Na medida em que o desejo humano está num processo de <strong>evolução (do cio biológico para o psicobiofísico),</strong> nada está pronto e acabado, principalmente o desejo feminino. Esse só tende a evoluir e amadurecer numa busca permanente e estável do casal pelas suas verdades, num ambiente de abertura e solidariedade, seja dentro de um casamento formal ou fora dele.</p>
<p>Tal busca, porém, só será bem sucedida se os indivíduos conhecerem a origem e o funcionamento da EMH (energia material humana). É que esse processo para evoluir, e não involuir, tem que focar na <strong>liberação das cargas de EMH-,</strong> que deixa nossos tecidos insensíveis ou hipersensíveis, impedindo o fruir do verdadeiro prazer e, consequentemente, do gozo.Essa liberação das cargas de EMH- nos traz um estado de alívio e cria um ambiente de bem estar para podermos fruir o verdadeiro prazer. E aí passamos a enfrentar e superar a vida pecaminosa e a cultivar as virtudes, para que nos tornemos sujeitos da EMH+ (energia material humana vital/positiva) e multiplicadores de vida.</p>
<p>Que o dia dos namorados seja um estimulo para esse tipo de reflexão e nos deixe ver o nosso semelhante como <strong>sujeito e não apenas como objeto</strong>. Para isso, dedicamos aos namorados a poesofia <strong><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/y6l23yhq92s7d.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">virtude</a>,</strong> desejando-lhes muitas felicidades que virá com o cultivo do Calor, do Perfume, da Oleosidade e da Doçura, as características positivas do amor e da EMH+.</p>
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		<title>Vivam as mães humanizantes!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 May 2016 18:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mãe humanizante! &#8220;Quem não tem paladar nada tem para dar&#8221; Ser mãe é antes de tudo potencializar o crescimento e amadurecimento de seus filhos. Temos visto<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong>Mãe humanizante!</strong></div>
<div style="text-align: right;">
<p>&#8220;Quem não tem paladar nada tem para dar&#8221;</p>
</div>
<div>Ser mãe é antes de tudo potencializar o crescimento e amadurecimento de seus filhos.</p>
<p>Temos visto como esse papel é determinante quando do desenvolvimento das fases biológicas: umbilical, oral, anal, genital e sexual.</p>
<p>O informativo para as mães, no ano passado, dedicamos à fase umbilical, ressaltando a importância de se respeitar a respiração abdominal, natural das crianças, mas que tem sido reprimida por muitos dos nossos hábitos e comportamentos.</p>
<p>Hoje queremos refletir com você sobre <strong>a segunda fase, a oral</strong>.</p>
<p>Claro que todas as fases são importantes! Mas a oral, por preparar o indivíduo para o exercício do seus instinto de sobrevivência, certamente adquire uma importância especial. É por ela que deveríamos aprender a nos defender e a ter com o mundo uma relação de prazer e de bem estar, <strong>apurando e desenvolvendo o nosso paladar.</strong></p>
<p>E se existe um responsável pelo desenvolvimento de nosso paladar essa pessoa é a nossa mãe. É nela que mamamos e é pelas suas mãos que damos as primeiras bocadas em algum alimento. É por ela, portanto, que teremos a oportunidade de apurar ou reprimir nosso paladar.</p>
<p>E como é importante esse nosso sentido! Tão importante que ele pode ser considerado balizador de nosso grau de humanização. Aliás ele, <strong>enquanto expressão do que está além do gosto</strong>,  é exclusivo dos seres humanos. Somos os únicos animais a possuí-lo nessa profundidade e dimensão. Daí podermos concluir que quanto mais o tivermos apurado mais humanos seremos!</p>
<p>Não é por acaso que temos um <strong>céu </strong>na boca! Se nosso destino é o Céu, já o podemos experimentar aqui na terra pelo nosso paladar. É a lógica do prazer!</p>
<p><strong>Por isso mãe humanizante é aquela que reconhece e respeita o desejo do filho.</strong> É aquela que não lhe impõe nem seu ritimo, nem seu tempo nem seus gostos. É aquela que estimula a forma natural das crianças fazerem a digestão bucal através do processo de sucção do alimento. Isto é acreditar na capacidade inata do ser humano para a auto regulação, como força da sabedoria do corpo e da natureza em nós. Portanto, é a mãe que permite que seu filho desenvolva, cada vez mais, a capacidade de usufruir dos alimentos, na busca de seu auto-conhecimento e do seu verdadeiro prazer.</p>
<p>Infelizmente, porém, nossa cultura greco-judaica tem evoluído no sentido contrário. Com um saber que nega a dimensão da energia na matéria, o valor nutritivo do alimento é dado, cada vez mais, por elementos que dispensam a sensibilidade de nosso paladar. O que vale são as vitaminas, as proteínas, os carboidratos etc.</p>
<p>Com isso, as mães não se sentem culpadas em forçar a criança a ingerir este ou aquele alimento. Sentem-se à vontade para determinar o momento e o tempo da refeição de seus filhos. E ao invés de desenvolverem em seus filhos a capacidade de sentir prazer, limitam-se a fornecer-lhes apenas oportunidades de sentirem alívio. <strong>E pior, dando a esse alívio o nome de prazer! </strong></p>
<p>Que nossas mães busquem superar essa lógica do alívio na busca da lógica do verdadeiro prazer, reconhecendo e respeitando o desejo de seus filhos. Que, com isso, sejam cada vez mais amadas e contribuam com o processo de <strong>humanização de nossa sociedade!</strong></p>
<p>Parabéns, mães que humanizam!</p>
<p>E para ajudar nessa reflexão, leia a poesofia <strong><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/15vytmxq92s7d.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://r.newsletter-seremsi.com/15vytmxq92s7d.html&amp;source=gmail&amp;ust=1462624943017000&amp;usg=AFQjCNGCMVwwGpGkShS8zewPtxatcpq8Ag">paladar</a>.</strong></div>
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		<title>Castração pela gula: sucção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2016 18:22:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O Céu começa na boca e se realiza no coração&#8221;. Castração pela gula: sucção &#8220;Quem não tem paladar nada tem para dar.&#8221; Esse foi o tema<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;" align="center">&#8220;O Céu começa na boca e se realiza no coração&#8221;.</p>
<p align="center"><strong>Castração pela gula: sucção</strong></p>
<p>&#8220;Quem não tem paladar nada tem para dar.&#8221; Esse foi o tema do nosso último informativo. Nele tentamos mostrar como tem sido castrante o atual aprendizado das crianças na formação de seus hábitos alimentares! Como consequência, adultos com o paladar embotado, tornando-se presas fáceis da sociedade de consumo e, como tal, pessoas sem personalidade própria e cada vez mais distantes de seus próprios desejos.</p>
<p>Para uma verdadeira visão crítica desse processo basta que fiquemos atentos à evolução de nossas crianças. Essa observação nos trará muitos ensinamentos para podermos avaliar nossos próprios hábitos, numa tentativa de superação.</p>
<p>Vamos observar hoje a criança que já está parando de mamar e começa a se relacionar com algum alimento sólido. Coloque em sua boca um pouco de papinha de arroz, por exemplo. O principal movimento de sua boca será o de sucção. Buscando formar o bolo alimentar, ela o vai chupando para sentir-lhe o gosto e dele extrair o seu sumo. Só depois de bastante curti-lo na boca, ela passará a engoli-lo. Nesse modelo, como, quando e quanto mastigar estão em função da sucção.</p>
<p>E é esse movimento de sucção o principal alvo de repressão pelo atual modelo de ensino alimentar. Primeiro, reduzindo a qualidade da digestão bucal à quantidade de mastigações. Segundo, obrigando a criança a comer algo de que não goste. Óbvio que ela vai resistir e, se não conseguir, vai engolir o mais rápido possível para se livrar daquele gosto indesejado. Terceiro, impondo-lhe um ritmo e um tempo que não sejam seus, através do uso de artimanhas tais como a da garagem e a do aviãozinho, ou as tradicionais chantagens emocionais!</p>
<p>E por que o movimento de sucção é o principal alvo dessa repressão cultural?</p>
<p>Voltemos à observação de nossas crianças. Peça a um menino saudável, entre os seus 4 e 6 anos, que esteja nu e à vontade,  para fazer este movimento de sucção bem marcado. Repare no seu órgão genital e verá que a cada movimento de sucção o seu órgão reagirá. Essa mesma reação se dá com as menininhas, só que não é visível, mas pode ser relatada por elas.</p>
<p>Isso nos indica a estreita relação entre a forma de se alimentar e a sexualidade. Ou por outra, a forma de alguém se alimentar pode estimular ou reprimir sua sexualidade.</p>
<p>Por isso o estímulo à gula se tornou uma das principais armas da cultura atual, a ponto de ser até sacralizada!</p>
<p>Por isso o beijo na boca tanto se banalizou. Qual o problema em se beijar tanto e a quantos? Ele não diz mais nada além da fantasia! Perdeu sua ligação com o instinto sexual!  Não passa de um gesto de falsa sensualidade!</p>
<p>E se na boca temos um céu é para curtir os frutos da natureza, beneficiados ou não pela sabedoria humana. Mas se nem isso sabemos mais sentir, como estará nosso coração? Pode um coração cultivar o bem, o Céu, se não consegue nem sentir o bom da natureza?! Nesse coração só viceja o medo e a energia material humana mortal/negativa que é frígida, fétida, seca e salamarga.</p>
<p>Para a conversão desse coração ao amor, cuja matéria prima é a energia material humana vital/positiva, é preciso que a mente passe a se reger pela lógica da Sabedoria Popular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><strong>Boa Nutrição</strong></p>
<p><em> “O valor nutritivo do alimento,</em><br />
<em>seja comida, seja bebida,</em><br />
<em>não está na sua quantidade</em><br />
<em>nem nas vitaminas</em><br />
<em>que o compõem.</em></p>
<p><em>E sim:</em><br />
<em>no carinho que o produz,</em><br />
<em>no amor que o reparte,</em><br />
<em>na paz que o degusta</em><br />
<em>e no sabor que o curte.”</em></p>
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		<title>Páscoa: renascimento para o verdadeiro amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 18:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Páscoa: renascimento para o verdadeiro amor                 A Páscoa cristã celebra o início da implantação do reino do verdadeiro amor aqui<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong>Páscoa: renascimento para o verdadeiro amor</strong></p>
</div>
<div style="text-align: center;">                A Páscoa cristã celebra o início da implantação do reino do <strong>verdadeiro amor</strong> aqui neste mundo.<br />
Os sabichões do atual modelo de saber dominante, porém, por negarem a dimensão da energia na matéria, afirmam categoricamente a normalidade das relações que se assentam no <strong>amor e ódio.</strong><br />
Como pode existir amor onde reina o ódio? O amor tem como matéria prima a energia material humana vital/positiva que, sendo natural e primitiva, é calorosa, perfumosa, oleosa e doce.<br />
Já o ódio tem como matéria prima a energia mortal/negativa que é a vital/positiva represada, <strong>reprimida pelo medo</strong>, especificamente o medo do desejo em todas as suas formas, e convertida em frígida, fétida, seca e salamarga. São duas energias, pois, de naturezas diferentes, embora ambas sejam humanas: uma é natural e a outra, artificial. Por isso, apesar de coexistirem, jamais se misturam, porque se assim acontecer o calor vira frio, o óleo vira sebo (seco), o perfume vira mau-cheiro e a doçura vira amargor. É só nos lembrarmos de uma batata podre no meio de várias sadias. O mal contamina. O que nos alenta é que ele jamais germina!<br />
O que esses sabichões chamam de amor e ódio é, portanto, na verdade<strong>, inveja e ódio</strong> ou, com muita boa vontade, ódio e vontade de amar. Daí que as terapias que propõem jamais levam a bom resultado, à cura. Como interferir em e alterar uma realidade se a enxergamos de maneira falsa e truncada?  Por isso, cada vez mais, as relações não se sustentam e o normal passou a ser a agressão e a separação. Tudo isso porque não se encara a verdade original que é a inveja. E essa, curtida como se fora amor, só pode desembocar num ódio cada vez mais intenso. <strong> Inveja e ódio, </strong>irmãos gêmeos que geram como escudo um<strong> orgulho</strong> cada vez mais cego e surdo.<br />
A Sabedoria Popular tinha essa percepção. Daí sua insistência em se buscar a vivência da humildade e de ensiná-la e cobrá-la de suas crianças, tendo como modelo de indivíduo o <strong>enxuto</strong>. Por isso havia um respeito sagrado ao desejo das crianças, pois sabiam que o desejo reprimido deixava-as aguadas. E uma <strong>criança aguada</strong> é o alicerce para um adulto invejoso que viverá de ódio e revolta, tornando-se uma pessoa orgulhosa e, portanto, intratável para a coletividade<em>.</em><br />
Com tudo isso, vêm os sabichões do saber mecanicista e apregoam a normalidade da relação de amor e ódio. E ainda explicam sua origem: é o fato de a mulher não ter o que o homem tem. Se isso fosse verdade só as mulheres seriam invejosas e os homens não. Não sabem eles que o que determina a inveja não é ter ou não ter, e sim, ser ou não ser. E a determinação do ser se mede pela sua capacidade de sentir, de usufruir o que se tem<strong>. Por isso o invejoso não consegue amar. Nunca entra em comunhão com o sentimento do outro: sente tristeza com a alegria do outro e se “alegra” quando o outro fracassa.</strong><br />
<strong>                Foi para desfazer, pois, o mito do amor e ódio, combatendo sua falácia, que Jesus veio ao mundo</strong>, entregou-se espontaneamente à morte e com sua ressurreição provou que era o verdadeiro dono da verdade. E por isso ele pregou a conversão para uma vida nova, dizendo-se a &#8220;fonte de água viva&#8221; e sobre a necessidade de se nascer de novo para se conquistar a verdadeira vida.<br />
E a verdadeira vida é aquela que se assenta no amor que tenha como modelo o do próprio Jesus: “aprendei de mim que sou manso e humilde de coração”. Só esse<strong> Amor</strong> tem como produto a<strong> paz</strong> e como escudo a<strong> humildade.</strong> E as relações que se baseiam nesse tripé só tendem a amadurecer rumo a tal &#8220;vida em abundância&#8221; que Ele veio nos trazer.<br />
Por isso a verdadeira Páscoa é a superação da <strong>lógica do alívio,</strong> que cultiva e cultua a energia material humana mortal/negativa, para a <strong>lógica do prazer, </strong> que cultiva a energia material humana vital/positiva ou, nas palavras do Ressuscitado, dos pecados/vícios para as virtudes.<br />
Que você tenha uma feliz e permanente Páscoa!<br />
E para contribuir com sua reflexão, leia a <a href="http://r.newsletter-seremsi.com/7rye7292s7d.html"><strong>poesofia enxuto</strong></a> que explicita o modelo de indivíduo pregado pela Sabedoria Popular.</div>
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		<title>Viva a poética potência feminina!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/viva-a-poetica-potencia-feminina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 May 2016 18:25:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir.&#8221; Poética potência feminina Neste dia internacional da mulher, o MARF – Movimento de Afirmação da Referência<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: right;"><span style="font-family: arial, sans-serif;">&#8220;É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir.&#8221;</span></div>
<div></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;"><strong>Poética potência feminina</strong></p>
</div>
<div style="text-align: left;">Neste dia internacional da mulher, o <strong>MARF</strong> – Movimento de Afirmação da Referência Feminina, criado e mantido pela SER em SI, tem o prazer de compartilhar com todos, em especial com as mulheres, a poesofia &#8220;Poética Potência&#8221; que reflete bem a missão desse movimento, explicitada em <a href="http://r.newsletter-seremsi.com/3786s1opq92s7d.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">seu manifesto </a>, cuja leitura recomendamos. Nele explicitamos “que a potência orgástica tem como base material necessária, porém não suficiente, a consciência e vivência da potência genital, cuja expressão material é o intumescimento e contração vaginal.”</p>
<p>Esse manifesto se sustenta no entendimento de que a História humana busca a superação do cio biológico para a vivência do cio(desejo) <strong>psicobiofísico</strong>, recuperando-se a capacidade de complementaridade do nosso ser através da <strong>fusão genital</strong>.</p>
<p>Pena que o conhecimento até hoje dominante só fez e faz aprofundar a realidade do <strong>anti-cio (fissão genital)</strong>, gerando o modelo de relação produtor/reprodutor da Energia Material Humana mortal (EMH-), matéria prima da inveja, do ódio e dos demais males e vícios! Talvez, por isso, cada vez mais estamos perdendo as referências sexuais que nos humanizam e nos fazem sujeitos/objetos de amor, tornando-nos, cada vez mais, reprodutores da cultura patriarcal.</p>
<p>Quando conseguirmos produzir e disseminar um saber que recupere a dimensão de energia na nossa visão da matéria, em especial, da materialidade humana, começaremos a trilhar o caminho da prometida &#8220;vida em abundância&#8221;, sendo, de fato, <strong>“dois em uma só carne”</strong> e vivenciando a:</div>
<div style="text-align: center;">
<p><strong>“Poética Potência</strong></p>
<p>Afirmo a fêmea potente<br />
em toda a sua inteireza<br />
que se dá como um presente<br />
das forças da natureza.</p>
<p>De uma potência dialética,<br />
pulsante e perceptível,<br />
que a tal da ciência cética<br />
vai tornando invivível.</p>
<p>Viva a fêmea energia<br />
da natureza em nós<br />
pulsando em harmonia</p>
<p>pelo ritmo do cosmos<br />
e com a vida em poesia<br />
reatando nossos nós.”</p></div>
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