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	<title>2015 Archives | SER em SI</title>
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		<title>Natal do Amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2015 18:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A verdadeira ciência se inclina ao Deus do Amor Natal é Deus-Amor se fazendo Homem para nos legar apenas um mandamento: &#8220;ama a Deus sobre todas<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">A verdadeira ciência se inclina ao Deus do Amor</p>
<p>Natal é Deus-Amor se fazendo Homem para nos legar apenas um mandamento: &#8220;ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo&#8221;. Isso porque, na sua evolução histórica <strong><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25">(superação do cio biológico na busca do psicobiofísico)</a></strong>, a humanidade corria o risco de se perder completamente por haver reduzido a matéria a apenas sua dimensão de massa. Daí a necessidade da encarnação divina para restabelecer a importância da dimensão do espírito, que, a nosso ver, se materializa através da energia material humana vital/positiva, matéria prima do amor.</p>
<p>E como essa energia é perceptível e concreta, amor sai do campo do discurso e passa a ser mensurável. Uma relação só será de amor se produzir/reproduzir a energia vital/postiva que é calorosa, perfumosa, oleosa e doce. Se a relação produzir/reproduzir a energia material humana mortal/negativa, que é frígida, fétida, seca e salamarga, poderá ser chamada de qualquer coisa, menos de amor. E é por isso que de boas intenções está cheio o inferno. Tanto o de lá quanto o de cá!</p>
<p>Com toda Humildade, acreditamos que é sobre essa energia que Einstein se referia em sua carta à sua filha. Por isso, por ocasião deste natal, fazemos questão de divulgá-la como mais uma prova de que também a <strong>verdadeira ciência</strong> nos leva a alcançar a percepção e consciência do Deus-Amor.</p>
<p><em>CARTA DE ALBERT EINSTEIN À SUA FILHA LIESERL</em></p>
<p><em>“ &#8230; Existe uma força extremamente poderosa que a ciência, até agora, não encontrou uma explicação formal. É uma força que inclui e governa todas as outras forças, que está por trás de todo fenômeno que ocorre no universo, e que ainda não foi identificada por nós. Esta força universal é o AMOR.</em><br />
<em>Quando os cientistas buscavam uma teoria unificada do universo eles se esqueceram da mais invisível (sutil) e poderosa de todas as forças.</em><br />
<em>O Amor é luz, porque ilumina a quem dá e a quem recebe. O Amor é como a gravidade, porque faz com que algumas pessoas sintam-se atraídas por outras. O Amor é poder, pois multiplica o que temos de melhor, e permite que a humanidade não seja extinta devido a seu egoísmo cego. O Amor revela e descobre. Pelo Amor vivemos e morremos. O Amor é Deus, e Deus é Amor.</em><br />
<em>Esta força explica e dá um sentido maiúsculo à vida. É a variável que temos ignorado por muito tempo, talvez porque temos medo do Amor, porque é o único poder no universo que o homem não aprendeu a manejar de acordo com sua vontade.</em><br />
<em>Para dar visibilidade ao Amor, fiz uma substituição simples na minha equação mais famosa. Se em vez de E = mc² aceitarmos que a energia para salvar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado, chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe porque não tem limites.</em><br />
<em>Após o fracasso da humanidade no uso e controle de outras forças do universo, que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia. Se quisermos que a nossa espécie sobreviva, se quisermos encontrar sentido na vida, se quisermos salvar o mundo e todos os seres que nele habita, o amor é a única e última resposta.</em><br />
<em>A humanidade talvez ainda não esteja preparada para fabricar uma bomba de amor, um artefato poderoso o suficiente para destruir todo ódio, egoísmo e avareza, que assolam o planeta. No entanto, cada indivíduo carrega dentro de si um pequeno, mas poderoso gerador de amor, cuja energia está à espera de ser liberada.</em><br />
<em>Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl (sua filha), comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode fazer, porque o amor é a quintessência da vida &#8230;”</em><br />
<em> “&#8230; Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor&#8230; Lembre-se: se escolher o mundo, ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo.” Albert Einstein</em></p>
<p>Que este Natal alimente em todos nós o verdadeiro espírito de amor, para podermos vivenciá-lo nos 365 dias do novo ano, ajudando na construção de um mundo novo e de um novo Homem!</p>
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		<title>Boca boa?!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/boca-boa-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2015 18:28:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela gula passamos a reprimir nosso próprio desejo &#160; Cada vez mais nos assusta a relação que o ser humano tem tido com o alimento. Pior ainda<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Pela gula passamos a reprimir nosso próprio desejo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada vez mais nos assusta a relação que o ser humano tem tido com o alimento. Pior ainda quando esse indivíduo se diz cristão. É o próprio Cristo que disse: “O que importa não é o que entra pela boca do homem, mas o que dela sai.”</p>
<p>Essa mensagem explicita a idéia de que a origem do mal não está fora do homem, e sim, dentro dele. E o que vem de fora pode se transformar em mal em função do ambiente que encontre dentro desse homem. E se isso acontecer, de sua boca sairá o mal.</p>
<p>Completamente diferente da ideologia que tem orientado os atuais hábitos alimentares. Hoje se come porque tal coisa tem tantas vitaminas, tantas proteínas, tantas calorias, baixo teor de colesterol, baixo teor de glicemia, é diurético, não engorda, é anti-oxidante, e vai por aí afora! E vamos ficando cada vez mais por fora de nós mesmos. Em meio a um ambiente asséptico, esterilizado, orquestrado por homens e mulheres vestidos de branco da cabeça aos pés. A escolha não se faz mais motivada pelo amor, pelo gosto, e sim, pelo medo de que isso ou aquilo nos faça mal. Já não mais nos alimentamos. Cumprimos dietas. Mais uma vez reforçando-se a ideologia de que o mal se encontra é fora do homem.</p>
<p>Na Sabedoria Popular o certo ou errado, em termos de comida, era dado pela dimensão erótica. “Mais vale um gosto!” É o que sempre diziam. Nem a quantidade importava muito. O que de fato importava era tirar-se o máximo de prazer daquela relação. Daí o ambiente de paz e tranqüilidade que se exigia na hora das refeições. Daí a noção de temperança que sempre pairava no ar, junto com um cheirinho de comida feita no fogão de lenha e manipulada com o carinho de quem realiza um ritual sagrado. Que saudade!</p>
<p>Se não somos mais nem sujeitos de nossos gostos, quanto mais do paladar! Aliás alguém quase apanhou um dia desses ao afirmar que paladar é diferente de gosto. Tentavam lhe provar que são iguais.</p>
<p>Quem assim pensa deve ter se mirado nos animais. Mas esses, apesar de não terem paladar, por mais inferiores que sejam na escala zoológica, continuam sabendo fazer, desde que estejam em seu habitat natural, o que o ser humano vai progressivamente desaprendendo: escolher os seus alimentos.</p>
<p>Não estamos aqui negando os avanços e conquistas da ciência. Estamos tentando mostrar os retrocessos e perdas que a ideologia que a sustenta tem imposto ao ser humano. Apesar de evidências e fatos sem número que a todo dia poderiam estar a nos por para pensar! Quem não sabe citar algum alimento que ontem era condenado por isso ou por aquilo e que hoje é elevado à categoria de salvador!? E quem também não sabe citar um exemplo ao contrário!?</p>
<p>Nossa cultura reprime o desejo de todas as formas e a todo tempo: “abre a boca neném pro aviãozinho poder entrar!” É quando ensinamos e aprendemos a ser gulosos e a perder a verdadeira dimensão de prazer na relação com o alimento. Depois, sataniza o prazer em geral, fazendo-nos confundi-lo com alívio, vendendo, portanto, a idéia de um falso erotismo. Com isso reforçando a noção de que o vício ou pecado é que é a origem do prazer. Mas, sobretudo, nos obrigando a passar a ver na matéria apenas a dimensão da massa.</p>
<p>Se recuperarmos, porém, o verdadeiro significado do conceito de matéria, (aquele, usado nas ciências de ponta, que permite a existência de celulares, internet, energia nuclear, etc.) tudo tende a mudar. Voltaremos a buscar nos alimentos (matéria) a sua dimensão energética, o seu sabor, o seu valor; e recuperaremos até a consciência de que temos paladar; de que alívio é diferente de prazer e de que a gula nada tem a ver com desejo e, sim, com compulsão.</p>
<p>E quem por compulsão se alimenta (instinto de sobrevivência), certamente por compulsão se relacionará com outros elementos da realidade material e, principal e infelizmente, com os seus semelhantes (instinto de preservação da espécie). E nessa relação a palavra tem, cada vez mais, tido um papel fundamental. E se ela é expressa por alguém que desconhece seu desejo, porque não sabe de si e age é por compulsão, certamente seu conteúdo não revelará a verdade. E toda palavra que oculta a verdade é mensageira do mal.</p>
<p>A gente só dá o que tem. E só tem o que colhe. E só colhe o que planta.</p>
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		<title>Vivas à nossa maturidade!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2015 18:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivas à nossa maturidade! Nesse ultimo 24 de setembro, celebramos os 21 anos da fundação do CPOD-CE. Por problemas técnicos, só agora estamos podendo enviar nossa mensagem comemorativa.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Vivas à nossa maturidade!</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Nesse ultimo 24 de setembro, celebramos os 21 anos da fundação do <strong>CPOD-CE. </strong>Por problemas técnicos, só agora estamos podendo enviar nossa mensagem comemorativa.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">O <strong>CPOD-CE</strong> lançou as bases da teoria da Energia Material Humana. A sistematização dessa teoria se daria com o lançamento do livro “Racionalidade da Sabedoria Popular: energia material humana e sexualidade”, em 2007, dentro do programa Sempre um Papo.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">CPOD são as iniciais das características físico-químicas da energia material humana vital/positiva que é: <em>calorosa, perfumosa, oleosa e doce</em>; mais CE: centro de estudos.  Sugere-se que sua leitura seja <strong>“cê pode, cê é”</strong> para refletir a essência dessa teoria, cujo principal objetivo é resgatar o valor da verdadeira potência humana.
</p>
<p style="text-align: left;">Tanto é assim, que sua recíproca é também verdadeira: <strong>se você não pode, você não é</strong>. E se você não é, certamente terá como saída <strong>tentar aparecer</strong>. E esse é o caso de quem produz e cultiva a energia material humana mortal/negativa cujas características são exatamente opostas: <em>frígida, fétida, seca e salamarga.<br />
</em></p>
<p style="text-align: left;">Portanto, se “cê pode, cê é”. Se “cê não pode, aparece”.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Isso porque só no cultivo da energia material humana vital/positiva se vivencia a verdadeira lógica do prazer, fruindo-se o gostoso da vida. É nessa lógica que o ser humano cresce em virtude e sabedoria, ampliando sua capacidade de gozar a vida. É o reino da paz!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Já no cultivo da energia material humana mortal/negativa vivencia-se apenas a lógica do alívio, que não passa de descargas dessa energia ruim. Claro que tais descargas geram uma sensação de bem estar, mas que é apenas momentâneo e passageiro,  e por isso não satisfaz. Eis porque o indivíduo tende a repetir o mesmo comportamento indefinidamente sem se realizar, diminuindo cada vez mais sua capacidade de gozar a vida e se refugiando no mundo das aparências, da ilusão e da fantasia. Por isso, <strong>vive chamando de prazer aquilo que não passa de alívio</strong>. É o reino da aflição!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>CPOD- CE</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Só quero o que posso.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Só posso se quero.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Por isso não me esforço</p>
<p style="text-align: left;" align="center">nem vivo em lero-lero.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Vivo pra aumentar</p>
<p style="text-align: left;" align="center">minha real potência</p>
<p style="text-align: left;" align="center">por aí ampliar</p>
<p style="text-align: left;" align="center">o alcance da querência.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>C</strong>alor que nunca queime</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>P</strong>erfume que inebrie</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Ó</strong>leo na pele reine</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>D</strong>oçura irradie.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>C</strong>entro  de repensar</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>E</strong>studo do humano,</p>
<p style="text-align: left;" align="center">com ele conquistar</p>
<p style="text-align: left;" align="center">a vida noutro plano.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Se eu quero o que posso</p>
<p style="text-align: left;" align="center">é porque acredito</p>
<p style="text-align: left;" align="center">e assim  me reforço,</p>
<p style="text-align: left;" align="center">outra vida admito.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pai, guardião do desejo!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/pai-guardiao-do-desejo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2015 18:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pai, guardião do desejo! O dom da paternidade é proporcional à capacidade de cada pai em cultivar a produção/reprodução da energia material humana vital/positiva (EMH+). Quanto<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Pai, guardião do desejo!</strong></p>
<p>O dom da paternidade é proporcional à capacidade de cada pai em cultivar a produção/reprodução da energia material humana vital/positiva (EMH+). Quanto mais pai for mais proporcionará paz e harmonia em seu lar, tendo a sabedoria de respeitar e fazer respeitar os reais desejos dos familiares, principalmente das crianças,  para  gozar da felicidade de ter uma prole saudável física e espiritualmente.</p>
<p><strong>Distinção entre alívio e prazer</strong></p>
<p>Por isso, temos insistido na necessidade de se fazer a distinção entre <strong>prazer e alívio, entre desejo e compulsão.</strong> É essa consciência que alimenta a trajetória de uma boa e sadia paternidade.</p>
<p>O <strong>alívio </strong>se dá quando estamos nos livrando das cargas de energia material humana mortal/negativa (EMH-). Esse processo gera uma sensação momentânea e passageira de bem estar. Mas, como é momentânea e passageira, é uma sensação que não nos satisfaz. Daí a necessidade de se repetir<span class="apple-converted-space"> </span><b>compulsivamente</b><span class="apple-converted-space"> </span>o mesmo processo ou buscar outro que gere alguma sensação semelhante.</p>
<p>A vivência do alívio é normal no atual estágio de nossa evolução humana. Quem não precisa de se aliviar de vez em quando?! A questão está em se passar a considerar alívio como prazer, criando-se e alimentando-se uma<span class="apple-converted-space"> </span><b>mente  compulsiva</b>. É assim que se amplia a produção/reprodução da EMH-.</p>
<p>Já o verdadeiro <strong>prazer </strong>só se dá numa situação de bem estar, de paz, que é a condição necessária para se poder fruir o fluir da energia material humana vital/positiva (EMH+). É essa que nos proporciona satisfação e/ou até mesmo o gozo, gerando um sentimento de potência e auto-estima. E isso vale para todas as etapas da vida, sobretudo, porém, para as fases iniciais da criança/adolescente.</p>
<p>São as chamadas fases biológicas: umbilical, oral, anal, genital e sexual. Elas expressam os nossos sistemas autônomos, responsáveis pelo nosso amadurecimento orgânico e psíquico. O amadurecimento desses sistemas, (respiratório, digestivo, excretor, reprodutor e produtor, respectivamente) e consequente aumento de autoestima do sujeito, se dá pela capacidade de vivenciá-los com progressivo<span class="apple-converted-space"> </span><b>autocontrole</b><span class="apple-converted-space"> </span>para se extrair cada vez<span class="apple-converted-space"> </span><b>mais prazer</b>.</p>
<p>Por isso o verdadeiro prazer só se dá no cultivo das <strong>virtudes</strong>, que são a expressão de nossa potência (autocontrole X prazer) na relação conosco, com o meio e com o nosso semelhante. Não é à toa que virtude é formada por “vir” (do latim, varão) e “tus” (tb do latim, <strong>perfumoso</strong>). E perfume é uma das características da EMH+, além do calor, da oleosidade e da doçura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A paternidade na Sabedoria Popular</strong></p>
<p>Na Sabedoria Popular não se preocupava em se ensinar isso ou aquilo aos filhos. O que se buscava é transmitir-lhes o valor da vivência das virtudes, em especial, honestidade, humildade, solidariedade, paz e amor, <strong>respeitando-se ao máximo o desejo</strong>, mas coibindo-se todo capricho e voluntariedade. Um homem virtuoso sabe entrar e sair das situações conhecidas, como também, a se virar nas desconhecidas, pois seu aprendizado foi todo na busca da perfeição.</p>
<p><strong>E hoje em dia?</strong></p>
<p>Infelizmente a sabedoria popular tem sido descartada pelo saber tecnocrático, para o qual virtude cheira a palavrão, a aparência é a medida e a competição, a motivação. Aprende-se a cultivar apenas o alívio, conferindo-lhe <strong>status </strong>de prazer. Por isso, o único sentimento reinante e restante é o de culpa. É ele que, geralmente, determina as atuais relações marido x mulher, pais x filhos e irmã(o) x irmã(o).</p>
<p>Por tudo isso, a paternidade tem deixado de ser uma bênção para se tornar um fardo. E quão difícil tem sido carregá-lo!</p>
<p><strong>Nossos Votos</strong></p>
<p>Recobremos a leveza e a beleza da vida, que passa por uma paternidade ativa e sadia!</p>
<p align="center"><strong>Que os pais sejam cada vez mais pais, guardiões dos reais desejos dos filhos, sendo sustentados pelas bênçãos do Pai de todos nós!</strong></p>
<p align="center">São os nossos votos, encaminhando-lhes a poesofia sobre <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=136">virtude</a>.</p>
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		<item>
		<title>Aos enamorados da vida!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/aos-enamorados-da-vida/</link>
					<comments>https://www.seremsi.org.br/aos-enamorados-da-vida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2015 18:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos enamorados da vida!             Namorar é buscar conhecer para poder amar. Mas, por que amar?!             Quem é cristão, aprende na catequese a importância dos<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Aos enamorados da vida!</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">            Namorar é buscar conhecer para poder amar. Mas<strong>, por que amar</strong>?!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">            Quem é cristão, aprende na catequese a importância dos 10 mandamentos. Só que geralmente não se ensina o porquê desses 10.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">            O primeiro mandamento ou mandamento original foi: &#8220;<strong>crescei e multiplicai-vos</strong>&#8220;. É nesse que está explicitada a <strong>principal missão</strong> do ser humano aqui na terra: tornar-se produtor de amor! Mas tudo indica que até hoje ainda não o entendemos. E foi porque o povo escolhido não o entendeu que o Criador se viu obrigado a destrinchá-lo em 10, inscrevendo-os na pedra que entregou a Moisés. Mesmo assim o povo continuou a não entendê-lo e mais uma vez o Criador teve que intervir na sua criação enviando seu próprio Filho para dizer, com toda a clareza, que todos os mandamentos se resumem em um só: <strong>&#8220;Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">            Quer dizer que quem não se ama não ama ao próximo e muito menos a Deus! E uma das principais causas dessa falta de amor a si mesmo é a petulância de nos acreditarmos <strong>prontos e acabados</strong>, quando a principal tarefa para levar a cabo essa missão de amar é a de <strong>buscarmos nossa própria evolução (&#8220;Crescei&#8230;&#8221;) </strong>e a evolução de nossos semelhantes. Esse é um pressuposto essencial para podermos cumprir a nossa missão.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">            Mas como evoluir se nos ensinam a enxergar apenas uma pequena parte da realidade em que vivemos, a do <strong>visível</strong>?! Quando os principais determinantes de nós mesmos se encontram na dimensão do <strong>invisível</strong>! Nem sempre do invisível sobrenatural, mas daquele que está ao nosso lado e até dentro de nós, fazendo parte da nossa própria realidade material, a dimensão da energia!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">            Só recuperando a dimensão da energia na nossa visão de mundo e, principalmente, a energia que nós mesmos produzimos/reproduzimos, a <strong>Energia Material Humana (EMH)</strong>, podemos nos tornar sujeitos/objetos de amor. Isso porque tomamos a consciência da necessidade de nos livrarmos da negativa/mortal, principalmente as cargas herdadas, para aumentar um pouco mais o grau de nosso livre arbítrio e, conseqüentemente, tornando-nos mais sujeitos de nós mesmos. Mas, sobretudo, para passarmos a <strong>cultivar a energia positiva/vital</strong> a fim de podermos evoluir na nossa potencialidade de amar. Ou por outra, tomamos a consciência de que só <strong>cultivando as virtudes</strong> nos convertemos em pessoas potentes para amar, superando a lógica do alívio e passando a vivenciar <strong>o verdadeiro prazer</strong>!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">            Aí o namoro passa a ter um sentido, conforme nos ensina a Sabedoria Popular, e a gente se torna, de fato, um <strong>enamorado da Vida</strong>!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">            E é para os enamorados da vida que dedicamos a poesofia:</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Conquista</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center"> Enquanto o homem se embrenha</p>
<p style="text-align: left;" align="center">na floresta das estrelas</p>
<p style="text-align: left;" align="center">buscando com todo empenho</p>
<p style="text-align: left;" align="center">ser dono de todas elas</p>
<p style="text-align: left;" align="center">foge do mundo de dentro</p>
<p style="text-align: left;" align="center">na mesma velocidade</p>
<p style="text-align: left;" align="center">ao negar-se como centro</p>
<p style="text-align: left;" align="center">de sua própria gravidade.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">No que o indivíduo gravita</p>
<p style="text-align: left;" align="center">sobre seu próprio eixo</p>
<p style="text-align: left;" align="center">dos outros necessita</p>
<p style="text-align: left;" align="center">na conquista da verdade</p>
<p style="text-align: left;" align="center">de um corpo que é astro</p>
<p style="text-align: left;" align="center">carregado de energia</p>
<p style="text-align: left;" align="center">e com seu eixo é lastro:</p>
<p style="text-align: left;" align="center">a luz humana irradia.</p>
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		<title>Mãe liberdade</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/mae-liberdade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2015 18:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mãe liberdade             Nas nossas últimas mensagens sobre o dia das mães, temos insistido na importância do papel da mãe na formação de seres humanos saudáveis<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Mãe liberdade</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">            Nas nossas últimas mensagens sobre o dia das mães, temos insistido na importância do papel da mãe na formação de seres humanos saudáveis e responsáveis (auto-reguláveis). <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=105">Na última</a>, inclusive, destacamos o papel da mãe no desenvolvimento das fases biológicas (<em>umbilical, oral, anal, genital e sexual</em>). Hoje queremos refletir especificamente sobre o desenvolvimento da primeira delas, a umbilical, enfatizando a interdeterminação de todas as fases, mas, sobretudo, a prevalência das fases anteriores.</p>
<p style="text-align: left;">            Se em todas é importante o papel da mãe, nessa, pelo próprio nome, ele é decisivo. Afinal, o umbigo se liga concretamente ao organismo materno. É por ele que o feto se alimenta e respira. E, em princípio, só deveria se libertar (nascer) quando seu sistema respiratório estivesse completamente maduro para exercer saudavelmente sua função no mundo exterior ao da mãe.</p>
<p style="text-align: left;">            Infelizmente não é isso que tem acontecido, na maioria dos casos, conforme apontam as estatísticas e nossa observação confirma. Cada vez mais vão se tornando comuns as chamadas doenças respiratórias infantis (bronquite, rinite, sinusite, e outros ites mais!). Quem tem levado a culpa são as forças da natureza, em especial, o frio, o sol, o vento e a terra. Não se pode negar a influência do meio nesses processos. Entretanto, de acordo com a teoria da Energia Material Humana – EMH, é a produção/reprodução de sua versão negativa/mortal a causa determinante de todos esses males. E, como já vimos, essa energia se origina especialmente na vivência do modelo sexual da <strong>fissão genital</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">            Daí nossa insistência para que as mulheres busquem a vivência de sua potência genital, (intumescimento e contração vaginal), propiciando o modelo sexual da <strong>fusão</strong>. Nessa vivência seu corpo como um todo (nervos, musculatura, mucosas, etc) estará cada vez mais firme e enxuto, oportunizando uma concepção prazerosa, uma gestação saudável e um parto que possa até mesmo lembrar o gozo!</p>
<p style="text-align: left;">            Tudo isso é possível quando se busca livrar-se de todas as cargas de Energia Material Humana mortal/negativa (EMH-) e cultivar apenas a vital/positiva (EMH+). Se não, continuaremos cada vez mais tendo <strong>adultos que ainda não tiveram seu umbigo cortado</strong>, tornando-se pessoas apenas hétero-reguláveis e, de acordo com a Sabedoria Popular, aguadas, frouxas, de moleira mole, cabeça quente e pés frios. Pessoas que geralmente não conseguiram experimentar a dimensão do prazer e, por isso, passam a considerar uma simples situação de alívio como se fora prazer. Com isso, sempre de mal com a vida, com muita baixa estima, permanecendo com suas antenas conectadas a um passado a que, realística e concretamente, jamais poderão voltar: <strong>o útero materno</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">            <strong>Parabenizando todas as mães</strong> e desejando-lhes que tenham sempre a consciência da importância do seu papel na construção de um mundo melhor, com seres mais humanizados, sugerimos a leitura da <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=113">poesofia parabólica</a>. Esperamos que a sua leitura aprofunde melhor essa nossa reflexão.</p>
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		<title>Páscoa: renascimento para o verdadeiro amor</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/pascoa-renascimento-para-o-verdadeiro-amor-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2015 18:34:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Páscoa: renascimento para o verdadeiro amor                 A Páscoa cristã celebra o início da implantação do reino do verdadeiro amor aqui neste mundo.          <span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Páscoa: renascimento para o verdadeiro amor</p>
<p style="text-align: left;">                A Páscoa cristã celebra o início da implantação do reino do <strong>verdadeiro amor</strong> aqui neste mundo.</p>
<p style="text-align: left;">               Os sabichões do atual modelo de saber dominante, porém, por negarem a dimensão da energia na matéria, afirmam categoricamente a normalidade das relações que se assentam no <strong>amor e ódio.</strong></p>
<p style="text-align: left;">                Como pode existir amor onde reina o ódio? O amor tem como matéria prima a energia material humana vital/positiva que, sendo natural e primitiva, é calorosa, perfumosa, oleosa e doce.</p>
<p style="text-align: left;">                Já o ódio tem como matéria prima a energia mortal/negativa que é a vital/positiva represada, <strong>reprimida pelo medo</strong>, especificamente o medo do desejo em todas as suas formas, e convertida em frígida, fétida, seca e salamarga. São duas energias, pois, de naturezas diferentes, embora ambas sejam humanas: uma é natural e a outra, artificial. Por isso, apesar de coexistirem, jamais se misturam, porque se assim acontecer o calor vira frio, o óleo vira sebo (seco), o perfume vira mau-cheiro e a doçura vira amargor. É só nos lembrarmos de uma batata podre no meio de várias sadias. O mal contamina. O que nos alenta é que ele jamais germina!</p>
<p style="text-align: left;">                O que esses sabichões chamam de amor e ódio é, portanto, na verdade<strong>, inveja e ódio</strong> ou, com muita boa vontade, ódio e vontade de amar. Daí que as terapias que propõem jamais levam a bom resultado, à cura. Como interferir em e alterar uma realidade se a enxergamos de maneira falsa e truncada?  Por isso, cada vez mais, as relações não se sustentam e o normal passou a ser a agressão e a separação. Tudo isso porque não se encara a verdade original que é a inveja. E essa, curtida como se fora amor, só pode desembocar num ódio cada vez mais intenso. <strong> Inveja e ódio, </strong>irmãos gêmeos que geram como escudo um<strong> orgulho</strong> cada vez mais cego e surdo.</p>
<p style="text-align: left;">                A Sabedoria Popular tinha essa percepção. Daí sua insistência em se buscar a vivência da humildade e de ensiná-la e cobrá-la de suas crianças. Por isso havia um respeito sagrado ao desejo das crianças, pois sabiam que o desejo reprimido deixava-as aguadas. E uma criança aguada é o alicerce para um adulto invejoso que viverá de ódio e revolta, tornando-se uma pessoa orgulhosa e, portanto, intratável para a coletividade<em>.</em></p>
<p style="text-align: left;">                Com tudo isso, vêm os sabichões do saber mecanicista e apregoam a normalidade da relação de amor e ódio. E ainda explicam sua origem: é o fato de a mulher não ter o que o homem tem. Se isso fosse verdade só as mulheres seriam invejosas e os homens não. Não sabem eles que o que determina a inveja não é ter ou não ter, e sim, ser ou não ser. E a determinação do ser se mede pela sua capacidade de sentir, de usufruir o que se tem<strong>. Por isso o invejoso não consegue amar. Nunca entra em comunhão com o sentimento do outro: sente tristeza com a alegria do outro e se “alegra” quando o outro fracassa.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>                Foi para desfazer, pois, o mito do amor e ódio, combatendo sua falácia, que Jesus veio ao mundo</strong>, entregou-se espontaneamente à morte e com sua ressurreição provou que era o verdadeiro dono da verdade. E por isso ele pregou a conversão para uma vida nova, dizendo-se a &#8220;fonte de água viva&#8221; e sobre a necessidade de se nascer de novo para se conquistar a verdadeira vida.</p>
<p style="text-align: left;">                E a verdadeira vida é aquela que se assenta no amor que tenha como modelo o do próprio Jesus: “aprendei de mim que sou manso e humilde de coração”. Só esse<strong> Amor</strong> tem como produto a<strong> paz</strong> e como escudo a<strong> humildade.</strong> E as relações que se baseiam nesse tripé só tendem a amadurecer rumo a tal &#8220;vida em abundância&#8221; que Ele veio nos trazer.</p>
<p style="text-align: left;">                Por isso a verdadeira Páscoa é a superação da lógica da energia material humana mortal/negativa para o cultivo da energia material humana vital/positiva ou, nas palavras do Ressuscitado, dos pecados/vícios para as virtudes.</p>
<p style="text-align: left;">                Que você tenha uma feliz e permanente Páscoa! E para contribuir com sua reflexão, leia a <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=136">poesofia virtudes. </a></p>
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		<item>
		<title>A mulher e sua potência vital</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/a-mulher-e-sua-potencia-vital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2015 18:35:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mulher e sua potência vital. &#8220;Ser ou não ser, eis a questão.&#8221; Para nós, porém, a questão é mais profunda e desastrosa: é não se ter<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>A mulher e sua potência vital.</strong></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Ser ou não ser, eis a questão.&#8221; Para nós, porém, a questão é mais profunda e desastrosa: é não se ter esta questão, colocando sua referência no outro, fora de si. E esse tem sido historicamente o principal fundamento da cultura patriarcal ao tratar da realidade feminina.</p>
<p style="text-align: left;">Por isso, a principal finalidade da SER em SI <strong>é lutar pela superação da sociedade patriarcal</strong> e de todos os seus filhotes, principalmente o capitalismo, para que, de fato, passemos a desenvolver uma sociedade que cultive o amor na sua verdadeira acepção. Faz-se necessário, portanto, que identifiquemos e  superemos as desigualdades entre os seres humanos na sua dimensão essencial, porque na dimensão funcional sempre seremos diferentes e desiguais.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Como se pode produzir amor numa relação entre seres potencialmente tidos como desiguais?</strong> A propalada desigualdade de potência entre homem e mulher é a base principal da sociedade patriarcal. Aliás, pior do que se saber impotente, é nem se ter a consciência de potência ou impotência, é a tal da irreferência feminina, já explicitada por Aristóteles e reforçada por toda a literatura posterior, culminando com o nosso mestre Freud.</p>
<p style="text-align: left;">Em função disso, a SER em SI lançou como um de seus principais projetos o <strong>MARF</strong>: <strong>M</strong>ovimento de <strong>A</strong>firmação da <strong>R</strong>eferência <strong>F</strong>eminina, cujo manifesto se encontra em seu site. Ele merece ser lido e refletido, principalmente nesta data em que comemoramos o dia internacional da mulher, pois que <strong>requalifica</strong> a histórica luta das mulheres em busca da igualdade. Nele explicitamos “que a potência orgástica tem como base material necessária, porém não suficiente, a consciência e vivência da potência genital, cuja expressão material é o intumescimento e contração vaginal.” Leia-o em sua íntegra: <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=20&amp;id=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.seremsi.org.br/index.php?link=20&amp;id=1</a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Tudo isso se explica pelo sentido da História humana que é a superação do cio biológico na busca do psicobiofísico</strong>, recuperando-se a capacidade de se vivenciar a complementaridade do nosso ser através da <strong>fusão genital. </strong>.Pena que o conhecimento até hoje dominante só fez e faz aprofundar a realidade do <strong>anti-cio</strong> (<strong>fissão genital</strong>), gerando o modelo de relação produtor/reprodutor da Energia Material Humana mortal (EMH-), matéria prima da inveja, do ódio e dos demais males e vícios! Talvez, por isso, cada vez mais estamos perdendo as referências sexuais que nos humanizam e nos tornam sujeitos/objetos de amor!</p>
<p style="text-align: left;">Quando conseguirmos produzir e disseminar um saber que recupere a dimensão de energia na nossa visão da matéria, em especial, da materialidade humana, começaremos a trilhar o caminho da prometida<strong> &#8220;vida em abundância&#8221;,</strong> sendo, de fato, <strong>“dois em uma só carne” </strong>e vivenciando uma:</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>POTÊNCIA DESCONHECIDA</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">Quero compor um hino</p>
<p style="text-align: left;" align="center">à potência feminina</p>
<p style="text-align: left;" align="center">que pelo histórico destino</p>
<p style="text-align: left;" align="center">de não se realizar</p>
<p style="text-align: left;" align="center">ficou à sombra do poder</p>
<p style="text-align: left;" align="center">que, em luta com seu par,</p>
<p style="text-align: left;" align="center">só ajuda a crescer.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Potência feminina</p>
<p style="text-align: left;" align="center">multiplicada</p>
<p style="text-align: left;" align="center">e não somada</p>
<p style="text-align: left;" align="center">à potência masculina</p>
<p style="text-align: left;" align="center">dá a humana medida</p>
<p style="text-align: left;" align="center">da potência desta vida:</p>
<p style="text-align: left;" align="center">é o Homem elevado</p>
<p style="text-align: left;" align="center">a uma potência desconhecida.</p>
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		<title>Disciplina UFMG 2015</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/disciplina-ufmg-2015/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2015 18:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Faculdade de Educação da UFMG está oferecendo, mais uma vez, pelo Colegiado de Licenciatura, a disciplina “Por uma pedagogia do prazer”, neste primeiro semestre de 2015. Será<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Faculdade de Educação da UFMG está oferecendo, mais uma vez, pelo Colegiado de Licenciatura, a disciplina “<strong>Por uma pedagogia do prazer”</strong>, neste primeiro semestre de 2015.</p>
<p>Será ministrada às <strong>quintas-feiras de 19:00 as 22:30</strong>.</p>
<p><strong>Ementa:</strong> Análise do sistema de valores veiculado pelo atual modelo pedagógico educacional formal e não formal. Possibilidades de superação do atual paradigma de conhecimento, recuperando a dimensão da energia ao conceito de matéria, também chamada de Energia Material Humana (EMH). Criação de condições teóricas para a construção de um novo modelo que busque o enfrentamento da lógica do medo e do alívio, rumo a uma lógica de valorização dos sentidos como fonte de sabedoria e prazer. Superação do modelo de aplicação de teorias para o da teorização das práticas.</p>
<p>Tem como manual básico o livro “Racionalidade da Sabedoria Popular: energia material humana e sexualidade”. Autor: G. Fábio Madureira</p>
<p align="center"><strong>Agenda para matrícula</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Comunidade</strong> <strong>externa à UFMG &#8211; </strong>Disciplina isolada:</li>
</ul>
<p><strong><u>09 de Março</u></strong> &#8211; Requerimento de matrícula em disciplina isolada de graduação.</p>
<p><strong><u>10 de Março</u></strong><strong> &#8211; </strong>Data-limite para <u>divulgação dos resultado</u>s dos requerimentos de matrícula em      <u>disciplina isolada.</u></p>
<p><strong>      <u>11 e 12 de Março</u> &#8211; <u>Matrícula em disciplina isolada.</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Código da disciplina: <strong>FAE483 R</strong></p>
<p>Carga horária: 60 horas/aula</p>
<p>Professores:  Leonardo José Jeber &#8211; Diretor de Projetos da SER em SI e Professor da UFMG</p>
<p>Fábio Madureira &#8211; Presidente da SER em SI</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://migre.me/k48WZ">Acesse aqui o programa</a></p>
<p><a href="http://migre.me/k48NU">Veja alguns depoimentos</a>  e as <a href="http://migre.me/k491T">fotos dos ex-alunos</a></p>
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