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	<title>2014 Archives | SER em SI</title>
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		<title>NATAL: convite à humildade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2014 18:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NATAL: convite à humildade Aos homens do povo, os pastores, o anúncio foi feito diretamente por Deus através das vozes de seus anjos, que, em seguida, entoaram: &#8220;Glória a Deus<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>NATAL: convite à humildade</strong></p>
<p align="center">Aos homens do povo, <strong>os pastores</strong>, o anúncio foi feito <strong>diretamente </strong>por Deus através das vozes de seus anjos, que, em seguida, entoaram: <em>&#8220;Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade!&#8221;</em></p>
<p align="center">Aos nobres homens da ciência oriental, <strong>os reis magos</strong>, o nascimento do Salvador foi anunciado por Deus,<strong> indiretamente</strong>, através de um sinal da natureza que seu saber permitia intuir: a estrela guia.</p>
<p align="center">Aos nobres homens da &#8220;ciência&#8221; ocidental, a greco-judaica, Deus já não conseguia mais falar, <strong>nem direta nem indiretamente</strong>. Seu saber já se baseava em uma noção de matéria que negava a dimensão da energia. E, assim, esse saber se espalhava e se consolidava na negação da dimensão do espírito e no endeusamento apenas da letra da lei, implantando o reino do orgulho e da aflição.</p>
<p align="center">Por isso enviou o seu Filho para recuperar a dimensão do espírito e ser o exemplo ideal de humildade e de paz.</p>
<p align="center"><strong><em>&#8220;Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade!&#8221;</em></strong></p>
<p align="center">Boa vontade é nos sabermos gregários. É se ter a consciência de sermos seres em construção, em evolução. É, portanto, nunca nos sentirmos prontos, pois só nos desconstruímos/reconstruímos coletivamente. E essa ação coletiva só será eficaz se forem humildes os seus sujeitos. Só a humildade nos dá a consciência de nossos limites/potencialidades individuais e coletivos.</p>
<p align="center">Talvez seja essa a marca principal da Sabedoria Popular (os pastores). Certamente pela sua proximidade da natureza, sabendo-a poderosa e de dela depender completamente a sua sobrevivência. Daí o seu respeito a ela e o zelo em com ela se relacionar.</p>
<p align="center">Contrariamente, nosso saber mecanicista/tecnocrático, expressão máxima da cultura Greco-judaica, tem-nos levado a uma relação cada vez mais de agressão à natureza, tornando-nos egoístas, orgulhosos e soberbos, a ponto de ensinarmos a nossos filhos não a humildade, mas o <strong>medo</strong> de cultivá-la.</p>
<p align="center">Seria essa, então, a principal marca de nossa atual cultura: <strong>o medo da humildade?!</strong></p>
<p align="center">Por isso que Cristo veio combater esse saber, contrapondo-lhe um outro que leve sempre em conta a dimensão do espírito e, em especial, o espírito da humildade<strong>. <em>&#8220;</em></strong><strong><em>Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma</em></strong><em> &#8220;</em></p>
<p align="center">Esse é o principal espírito de alguém de boa vontade: para sobreviver, para viver, para conviver, para amar.</p>
<p align="center">Só na paz viceja o verdadeiro amor <strong>(lógica do prazer</strong>). Já a aflição é o terreno fértil do desamor, do ódio, do orgulho, da inveja, da gula, da luxúria e da cobiça (<strong>lógica do alívio</strong>).</p>
<p align="center">Deixemos que Ele renasça em nossos corações! Que neste Natal busquemos expulsar de nós mesmos o espírito do orgulho e da aflição, para dar lugar à paz e à humildade. E oremos ao Menino-Deus:</p>
<p align="center">“Jesus manso e humilde de coração tirai de minh&#8217;alma toda a aflição,</p>
<p align="center">deixando só vossa paz no meu coração. Só paz e humildade, no meu coração!”</p>
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		<title>Disciplina Por uma pedagogia do prazer no ENDIPE/Fortaleza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2014 18:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Por uma pedagogia do prazer&#8221; no ENDIPE/Fortaleza 20 No período de 11 a 14 de novembro, deste ano, será realizado, em Fortaleza, o XVII Encontro Nacional de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong>&#8220;Por uma pedagogia do prazer&#8221; no ENDIPE/Fortaleza</strong></div>
<div></div>
<div>20</div>
<div>No período de 11 a 14 de novembro, deste ano, será realizado, em Fortaleza, o <u>XVII Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino &#8211; </u><u>ENDIPE, que discutirá  &#8220;a didática e a prática de ensino n</u><u>as relações entre a escola, a formação de professores e a sociedade&#8221;</u>.</div>
<div></div>
<div>Para esse encontro foi convidado o <strong>professor</strong> <strong>Leonardo José Jeber, do Centro Pedagógico da UFMG, Diretor de Projetos da SER em SI e titular da disciplina &#8220;Por uma pedagogia do prazer&#8221;</strong>, que já está na sua 8ª Edição, em parceria com a FaE/UFMG e que tem como manual básico o livro: &#8220;Racionalidade da Sabedoria Popular: <em>Energia material humana e sexualidade&#8221;,</em> de G. Fábio Madureira.</div>
<div></div>
<div>A participação do professor Leonardo José Jeber será no tema &#8220;<u>Didática e prática de ensino na relação com a sociedade&#8221;</u>, no painel &#8220;Experiências Educativas: em busca de possibilidades concretas&#8221;, expondo a experiência de sua prática educacional no Centro Pedagógico e com as disciplinas &#8220;Corpo, movimento e energia&#8221;, na Escola de Educação Física da UFMG e &#8220;Por uma pedagogia do prazer&#8221;, na FaE/UFMG.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Encontre mais informações sobre o evento no link: http://www.uece.br/eventos/xviiendipe/</div>
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		<title>Homenagem à criança e ao professor!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/homenagem-a-crianca-e-ao-professor-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2014 18:49:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Homenagem à criança e ao professor! Outubro é o mês da criança e do professor! É apenas uma coincidência?! Acreditamos que não.  Talvez seja porque um<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong>Homenagem à criança e ao professor!</strong></div>
<div></div>
<div>Outubro é o mês da criança e do professor! É apenas uma coincidência?! Acreditamos que não.  Talvez seja porque um não viva sem o outro. Por isso, escolhemos um texto que fala de ambos para comemorarmos suas datas, respectivamente o dia 12 e o dia 15.</div>
<div>O autor do texto homenageia sua professora primária usando da<i> história da formiguinha e a neve.</i> Ele foi o primeiro aluno da turma a repeti-la inteirinha, logo que a escutou. O que, de certo modo, o redimiu da vergonha do dia anterior, primeira aula, em que ele foi um dos poucos da turma que não soube identificar seu próprio nome no quadro negro.</div>
<div>Através desta poesofia <b>parabenizamos</b> todas as <b>crianças</b>, que ainda vivem a dimensão da pureza e da magia, e todos os <b>professores</b>, principalmente aqueles que não sufocam a dimensão da magia de seus alunos.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<p class="ecxMsoNormal" align="center"><strong>História da Formiguinha</strong></p>
<p class="ecxMsoNormal" align="center">Mestra do ontem perdido,<br />
quando nos ensinaste<br />
a história da formiguinha<br />
e eu primeiro a repeti<br />
secando as lágrimas do ontem<br />
pela vergonha de não me saber<br />
no quadro da vida escrita,<br />
eu sentia a diferença de tua flor<br />
em meio às flores que todas sentia.</p>
<p class="ecxMsoNormal" align="center">Só que não sabia,<br />
mestra do dia-a-dia,<br />
que daquela historinha<br />
o personagem era eu.<br />
Eu era a formiguinha<br />
que a neve da vida prendeu.<br />
Eu nem sonhar podia<br />
que os então pezinhos soltos<br />
pela neve seriam envoltos<br />
e eu pediria socorro<br />
ao sol por trás do muro,<br />
ao rato e ao gato,<br />
ao cachorro e ao homem<br />
e voltaria a ter fome<br />
do Deus que  me teceu.<br />
Este Deus que dentro de mim<br />
com o nó da neve cresceu<br />
e com o dedo da ciência<br />
de quem busca a verdade<br />
apontou pro sol em riste<br />
derretendo o dia-a-dia triste<br />
do meu pé  que desprendeu.</p>
<p class="ecxMsoNormal" align="center">Também nem podia sonhar,<br />
mestra do hoje querida,<br />
que no tecer a vida<br />
pra desprender o pé<br />
das sombras de meu caminhar<br />
serias tanta fonte de fé<br />
e um dos mais fortes raios de sol<br />
na busca de meu arrebol.</p>
<p class="ecxMsoNormal" align="center">Se você não conhece a história da formiguinha e a neve, acesse o link</p>
<p class="ecxMsoNormal" align="center"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=iOgnHJ2BbZI</strong></p>
</div>
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		<title>Pela àrvore geme a lógica atual</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/pela-arvore-geme-a-logica-atual/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2014 18:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Pela árvore geme a lógica atual Dia 21 de setembro, dia da Árvore! Que árvore? Toda e qualquer uma. Aquela que plantamos. Aquela que cultivamos.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-878 aligncenter" src="https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/6df6b20fb48260f8cba60c605e983a68b1595b64_arvore-triste-296x300.jpg" alt="" width="296" height="300" srcset="https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/6df6b20fb48260f8cba60c605e983a68b1595b64_arvore-triste-296x300.jpg 296w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/6df6b20fb48260f8cba60c605e983a68b1595b64_arvore-triste-768x780.jpg 768w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/6df6b20fb48260f8cba60c605e983a68b1595b64_arvore-triste-144x146.jpg 144w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/6df6b20fb48260f8cba60c605e983a68b1595b64_arvore-triste-50x50.jpg 50w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/6df6b20fb48260f8cba60c605e983a68b1595b64_arvore-triste-74x75.jpg 74w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/6df6b20fb48260f8cba60c605e983a68b1595b64_arvore-triste-85x85.jpg 85w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/6df6b20fb48260f8cba60c605e983a68b1595b64_arvore-triste-80x80.jpg 80w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/6df6b20fb48260f8cba60c605e983a68b1595b64_arvore-triste.jpg 799w" sizes="(max-width: 296px) 100vw, 296px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pela árvore geme a lógica atual</strong></p>
<p>Dia 21 de setembro, dia da Árvore!<br />
Que árvore?<br />
Toda e qualquer uma.<br />
Aquela que plantamos. Aquela que cultivamos. E até aquela que ainda não plantamos.<br />
Principalmente, porém, aquela que matamos ou ajudamos a matar.<br />
É essa que está a nos cobrar com a penúria, com a seca, com a sede, com a carestia e com a fome.<br />
A nos cobrar, principalmente, uma falsa visão de mundo.  A nos cobrar por um saber cuja lógica nos leva à ilusão, à fantasia e a um mundo encastelados em nós mesmos, em nossos males, incômodos, dores e impotência.<br />
A árvore é a síntese dos quatro elementos: renova as <strong>águas</strong>, purifica e umidifica o <strong>ar</strong>, fertiliza a <strong>terra </strong>que, morta, é matéria prima do <strong>fogo.</strong><br />
A árvore liga a terra aos céus produzindo grande parte desses: as nuvens.<br />
Por extensão podemos dizer que liga o Homem a Deus.<br />
E se refletirmos melhor, não é apenas por extensão que ela nos liga a Deus.<br />
Deus nos fala continuamente pela natureza em que vivemos e pela natureza que vivemos, aquela que nos constitui: somos natureza também.<br />
E se estamos construindo uma cultura que, cada vez mais, avança e aprofunda uma lógica de auto-destruição, chegando até a negar nossa dimensão natural, por que venerar uma árvore?<br />
Ou por outra, se nós, indivíduos nascidos e sustentáculos dessa cultura, somos capazes de nos agredirmos a nós mesmos e aos nossos semelhantes, por que não agredir ou até mesmo matar uma árvore? Com essa lógica nossas árvores vivem gemendo. Mas gemendo mesmo está é essa própria lógica que nos leva cada dia mais à impotencialização da raça e à heterorregulação dos indivíduos.<br />
Pois que a natureza não revida, vinga!<br />
E os sinais da vingança têm se feito cada vez mais presentes e constantes no meio ambiente e em cada geração que chega!<br />
Por isso, há algum tempo lançamos o <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=205"><strong><em>manifesto EGOlógico</em></strong>,</a> já que a questão é mais profunda do que a ecológica.<br />
Se sou capaz de agredir a mim mesmo (EGO), por que respeitar meu semelhante, um animal, um rio ou uma árvore?<br />
E tudo isso porque cultuamos e cultivamos um saber que nega sistematicamente a dimensão da energia na matéria, principalmente quando se trata de nossa materialidade humana.<br />
Por tudo isso faz-se urgente a divulgação e o estudo da teoria da EMH, inspirada na milenar sabedoria popular, para que voltemos a viver em função do essencial, superando esta visão de mundo que se assenta na aparência e no superficial e que cada vez geme mais, fazendo-nos gemer juntos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Meu pai, meu herói</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/meu-pai-meu-heroi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2014 18:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois que a criança sai do útero da mãe para o útero do mundo, aumenta o papel e a responsabilidade do pai como referência, provedor e<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Depois que a criança sai do útero da mãe para o útero do mundo, aumenta o papel e a responsabilidade do pai como referência, provedor e educador. Para contribuir nessa reflexão, produzimos o texto abaixo, no intuito de desmistificar alguns clichês ditos masculinos.<br />
Acreditamos que o <em>paralelismo conceitual</em> que propomos ajudará os pais a cultivarem, com mais consciência e convicção, a sua busca de vivência das virtudes humanas, tão importantes na evolução dos filhos, principalmente quando ensinadas pelo testemunho pessoal, proporcionando o cultivo da Energia Material Humana vital/positiva (EMH+), matéria prima de uma verdadeira vida saudável!</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Que os nossos pais sejam cada vez mais pais: mensageiros de paz, de luz, de amor e de sabedoria! Verdadeiros heróis! </strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>São os nossos votos, com os nossos sinceros parabéns!</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Que eu seja</strong></p>
<p><strong>firme</strong> <em>sem ser duro</em>,<br />
<strong>leve</strong> <em>sem ser frágil</em>,<br />
<strong>doce</strong> <em>sem ser meloso</em>,<br />
<strong>ágil </strong><em>sem ser aflito,</em><br />
<strong>forte </strong><em>sem ser pesado,</em><br />
<strong>inteligente</strong> <em>sem ser presunçoso</em>,<br />
<strong>seguro</strong> <em>sem ser arrogante</em>,<br />
<strong>tolerante </strong><em>sem ser fraco</em>,<br />
<strong>líder </strong><em>sem ser autoritário</em>,<br />
<strong>livre </strong><em>sem ser egoísta,</em><br />
<strong>vivo</strong> <em>sem ser esperto</em>,<br />
<strong>autossuficiente</strong> <em>sem ser só</em>,<br />
<strong>pontual</strong><em> sem ser sistemático,</em><br />
<strong>potente</strong><em> sem ser poderoso,</em><br />
<strong>amoroso</strong><em> sem ser dependente,</em><br />
<strong>zeloso </strong><em>sem ser possessivo,</em><br />
<strong>puro </strong><em>sem ser ingênuo,</em><br />
<strong>alegre</strong><em> sem ser agitado,</em><br />
<strong>animado </strong><em>sem ser ansioso,</em><br />
<strong>limpo</strong><em> sem ser maníaco,</em><br />
<strong>verdadeiro</strong><em> sem ser imprudente,</em><br />
<strong>franco</strong><em> sem ser ríspido,</em><br />
<strong>presente</strong><em> sem ser aparecido,</em><br />
<strong>fiel</strong><em> sem ser cúmplice,</em><br />
<strong>discreto</strong><em> sem ser fingido,</em><br />
<strong>maduro</strong><em> sem ser pronto,</em><br />
<strong>sábio </strong><em>sem ser soberbo,</em><br />
<strong>simples </strong><em>sem ser simplório,</em><br />
<strong>quieto </strong><em>sem ser acomodado,</em><br />
<strong>pacífico </strong><em>sem ser conformado,</em><br />
<strong>compreensivo</strong><em> sem ser bobo,</em><br />
<strong>realista</strong><em> sem deixar de sonhar,</em><br />
<strong>criativo </strong><em>sem ser destrutivo,</em><br />
<strong>construtivo</strong><em> sem ser agressivo,</em><br />
<strong>mago</strong><em> sem me sentir superior,</em><br />
<strong>humilde</strong><em> sem me sentir inferior,</em><br />
<strong>solidário </strong><em>sem nunca ter dó,</em><br />
<strong>viril </strong><em>sem ser machão.</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Disciplina na Fae UFMG</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/disciplina-na-fae-ufmg/</link>
					<comments>https://www.seremsi.org.br/disciplina-na-fae-ufmg/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2014 18:56:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Faculdade de Educação da UFMG está oferecendo, mais uma vez, pelo Colegiado de Licenciatura,  a disciplina Por uma pedagogia do prazer, no segundo semestre de 2014.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Faculdade de Educação da UFMG está oferecendo, mais uma vez, pelo Colegiado de Licenciatura,  a disciplina <strong>Por uma pedagogia do prazer</strong>, no segundo semestre de 2014.</p>
<p>Será ministrada às <strong>quintas-feiras de 19h às 22h30min</strong>.</p>
<p><strong>Ementa:</strong> Análise do sistema de valores veiculado pelo atual modelo pedagógico educacional formal e não formal. Possibilidades de superação do atual paradigma de conhecimento, recuperando a dimensão da energia ao conceito de matéria, também chamada de Energia Material Humana (EMH). Criação de condições teóricas para a construção de um novo modelo que busque o enfrentamento da lógica do medo e do alívio, rumo a uma lógica de valorização dos sentidos como fonte de sabedoria e prazer. Do modelo de aplicação de teorias para o da teorização das práticas.</p>
<p>Tem como manual básico o livro Racionalidade da Sabedoria Popular: energia material humana e sexualidade. Autor: G. Fábio Madureira</p>
<p align="center"><strong>Agenda para matrícula</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Comunidade interna à UFMG &#8211; </strong>Disciplina optativa ou eletiva:</li>
</ul>
<p><strong>       <u>01 à 06 de julho</u></strong>  &#8211; Período de requerimento de matrícula para o 2ºperíodo letivo de 2014.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Comunidade</strong> <strong>externa à UFMG &#8211;  </strong>Disciplina isolada:</li>
</ul>
<p><strong>       <u>08 de agosto</u></strong> &#8211; Requerimento de matrícula em disciplina isolada de graduação e de pós-graduação.</p>
<p><strong><u>12 de agosto</u> &#8211; </strong>Data-limite para <u>divulgação dos resultado</u>s dos requerimentos de matrícula em      <u>disciplina isolada.</u></p>
<p><strong>      <u>12 e 13 de agosto</u> &#8211; <u>Matrícula em disciplina isolada.</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Código da disciplina: <strong>FAE483 R</strong></p>
<p>Carga horária: 60 horas/aula</p>
<p>Professores:  Leonardo José Jeber &#8211; Diretor de Projetos da SER em SI e Professor da UFMG</p>
<p>Fábio Madureira &#8211; Presidente da SER em SI</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://migre.me/k48WZ">Acesse aqui o programa</a></p>
<p><a href="http://migre.me/k48NU">Veja alguns depoimentos</a>  e as <a href="http://migre.me/k491T">fotos dos ex-alunos</a></p>
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			</item>
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		<title>Namoro pra que?!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/namoro-pra-que/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2014 18:57:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Namoro pra que? &#160; Índia, teus cabelos nos ombros caídos, negros como a noite que não tem luar, teus lábios de rosa para mim sorrindo e<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Namoro pra que?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Índia, teus cabelos nos ombros caídos,</p>
<p>negros como a noite que não tem luar,</p>
<p>teus lábios de rosa para mim sorrindo</p>
<p>e a doce meiguice deste teu olhar. Índia da pele morena,</p>
<p>tua boca pequena</p>
<p>eu quero beijar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Índia sangue tupi,</p>
<p>tens o cheiro da flor,</p>
<p>vem que eu quero lhe dar</p>
<p>todo o meu grande amor.</p>
<p>(José Fortuna)</p>
<p>Grande parte da filosofia popular brasileira, se não a maior, se expressa pelas letras de nossas músicas. &#8220;Índia&#8221; é uma dessas.</p>
<p>A sabedoria popular jamais negou a dimensão da energia na matéria. E era principalmente através da percepção dessa energia que as pessoas se relacionavam, aproximando-se para cultivar tal relacionamento, ou afastando-se, para não se contaminar com as cargas de energia negativa.</p>
<p>Pela teoria da energia material humana sabemos que a vital/positiva é <strong>calorosa, perfumosa, oleosa e doce</strong>. E é isso que o autor percebia na índia. E, sendo essa energia a matéria prima do verdadeiro amor, queria que ela se tornasse o seu grande amor.</p>
<p>Talvez e também por isso, o namoro, na sabedoria popular, era aparentemente tão ingênuo! Principalmente em relação ao modelo dos nossos dias, em que tudo é permitido e até publicado!</p>
<p>Entretanto os casamentos, na sabedoria popular, eram muito mais duradouros e estáveis. Óbvio que outros fatores contribuíam para isso. Mas acreditamos que o foco na dimensão energética das pessoas era o fator mais determinante. Afinal, é por aí que tocamos as almas das pessoas e, de alguma forma, nos conectamos com a sua essência. E só uma relação alicerçada na essência pode amadurecer, perdurar e ser realizante.</p>
<p>Só uma relação assim permite que o casal avance rumo ao modelo da <strong>fusão genital</strong>, onde ambos vivenciam sua potência, produzindo a energia material humana vital/positiva no cultivo das virtudes humanas.</p>
<p>Ao contrário, hoje, nesta sociedade consumista e em que se despreza a dimensão da energia, o que determina as relações é preponderantemente a dimensão das aparências: só vale o que for visível, tangível e mensurável! Um namoro nesse cenário não ajuda nem no conhecimento do outro nem no próprio auto-conhecimento. Ele jamais será, pois, uma preparação para o casamento. Mas, se tal acontecer, certamente esse casal não ultrapassará o <strong>modelo da fissão genital</strong> em que a mulher não passa de objeto e o homem exercita sua prepotência de machão.</p>
<p>E é assim que cada vez mais se tem produzido e disseminado a energia material humana mortal/negativa. Suas características, frígida, fétida, seca e salamarga, constituem a matéria prima de todas as nossas mazelas individuais e coletivas. Mazelas que ficam escancaradas ao analisarmos a crescente tendência do ser humano à destruição de si, do outro e do meio.</p>
<p>Prova disso é o uso crescente e empolgante do termo <strong>cumplicidade</strong> no lugar de solidariedade. Até mesmo nos nossos templos! E olha que de acordo com a Sabedoria Popular a <em><u>cumplicidade se dá no crime</u></em>!  Mas essa aberração tem sua razão de ser.</p>
<p>A maioria das atuais relações “amorosas” não se alicerça no amor e muito menos o alimenta. São relações que se nutrem das carências de indivíduos que cultivam muito mais a energia material humana mortal/negativa: inveja, competição, aflição, gula, ciúme, raiva, desconfiança, luxúria, vaidade, agito, etc. Claro que aí só pode predominar o cultivo do sentimento de culpa. E para que esse cultivo seja palatável e até tenha um pouco de charme, os parceiros têm que ser cúmplices. Cumplicidade que terminará por minar e detonar as relações que, cada vez mais, têm durado menos.</p>
<p>Acreditando no ser humano e em nossa capacidade de superarmos nossos limites, passemos a enfrentar esta cultura mecanicista-tecnocrática que nos obriga a fechar os olhos à dimensão da energia na matéria, principalmente na nossa própria materialidade.  Qualifiquemos nossas relações amorosas, em especial a do namoro, combatendo a cumplicidade do “nós” e colocando em seu lugar a <strong>solidariedade </strong>do<a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=218"> <u>Eu plural.</u></a></p>
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		<title>Viva a maternidade madura!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/viva-a-maternidade-madura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2014 18:58:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viva a maternidade madura! &#160; O ser humano, para se tornar uma pessoa madura, precisa de se assentar em um alicerce sólido e sadio. E a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Viva a maternidade madura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ser humano, para se tornar uma pessoa madura, precisa de se assentar em um alicerce sólido e sadio. E a estrutura desse alicerce se compõe de 5 pilares, as chamadas fases biológicas: umbilical, oral, anal, genital e sexual.</p>
<p>Com a ideologia da não referência feminina disseminada pelo saber mecanicista, a tendência é que, progressivamente, a mulher, em seu processo de crescimento e desenvolvimento, não tenha condições de ter a sua fase genital desenvolvida e amadurecida, não ultrapassando, portanto, a fase anal.</p>
<p><strong>Apesar disso, biologicamente ela pode ser mãe</strong>. E aqui está a base da principal contradição de nossa cultura! Por isso e para isso, urge uma reflexão mais profunda sobre a função da mãe na construção e evolução dessa cultura.</p>
<p>Cada fase expressa, respectivamente, um dos nossos 5 importantes sistemas autônomos: respiratório, digestivo, excretor, reprodutor e produtor. São eles que sustentam os nossos instintos de sobrevivência e de preservação da espécie.</p>
<p>Sem seu desenvolvimento natural, normal em toda cultura que busca respeitar as leis da natureza, nossa sobrevivência fica comprometida, como, também, nossa capacidade de reprodução. Se não comprometidas na quantidade, em função dos artifícios que nossa cultura foi criando, certamente bem comprometidas na qualidade, impedindo-nos de viver a dimensão do verdadeiro prazer e de, portanto, gozar a e na vida.</p>
<p>Daí a importância da mãe na construção de uma sociedade mais humana e feliz. As duas primeiras fases, umbilical e oral, estão praticamente nas mãos dela. E como o desenvolvimento correto de uma fase depende do amadurecimento da fase anterior, <strong>podemos afirmar que a mãe é a principal arquiteta de nossa estrutura humana</strong>. Sem que saibamos respirar e nos alimentarmos de maneira saudável, os demais e subsequentes sistemas autônomos estarão seriamente comprometidos. Talvez por isso a cultura em que vivemos não tenha ainda ultrapassado a fase anal.</p>
<p>E o que mais interfere na evolução de cada uma dessas fases? Cada vez mais estamos convictos de que é a <a href="https://seremsi.org.br/www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25"><em><u>energia material humana</u></em> </a>produzida pelo casal, que pode ser positiva/vital (fusão genital = sujeito X sujeito) ou negativa/mortal (fissão genital = sujeito X objeto), dependendo, pois, do modelo de relação sexual vivenciado.</p>
<p>Por isso nossa mensagem é sempre no sentido de buscarmos recuperar a verdadeira referência genital feminina, <strong>para que a mulher se torne sempre sujeito em suas relações. Só assim nossas mães farão jus a todas as loas que lhes são cantadas. Só assim teremos crianças saudáveis e sadias. </strong>Só assim poderemos construir uma sociedade mais justa e mais humana.</p>
<p>A sociedade com que Cristo sonhou, mas que sabendo ser de difícil construção, sob o peso de sua cruz profetizou: “<em>&#8230; voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai antes por vós mesmas, e por vossos filhos. Porque eis que hão de vir dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não geraram, e os peitos que não amamentaram</em>!” (Lucas 23,27-31)</p>
<p><strong>Afinal, Ele veio para se contrapor ao saber mecanicista </strong>que já estava se fazendo hegemônico e que se alicerça na <strong>irreferência feminina, negando a dimensão da energia na matéria</strong>. Ele estava consciente de que esse saber iria, cada vez mais, adulterar radicalmente a função da mãe, tirando-lhe o gozo de gerar e de criar os seus filhos.</p>
<p><strong>Porque, mãe é quem gera, mas é, também e sobretudo, quem cuida e zela</strong></p>
<p>Nesse sentido, parabenizando todas as mães e desejando-lhes o máximo de êxito na sua sublime missão, voltamos a dedicar-lhes a poesofia <a href="https://seremsi.org.br/www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=100"><em><u>Mãe Verdade</u></em></a></p>
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		<title>Feliz Páscoa</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/feliz-pascoa-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2014 18:59:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Feliz Páscoa! Que esta Páscoa seja uma oportunidade para refletirmos sobre o crescente processo de desumanização! Na Sabedoria Popular a gente aprendia a se livrar das<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-890 aligncenter" src="https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-300x225.jpg 300w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-768x576.jpg 768w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-195x146.jpg 195w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-50x38.jpg 50w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-100x75.jpg 100w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio.jpg 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Feliz</strong><span class="apple-converted-space"> </span><strong>Páscoa!</strong></p>
<p>Que esta Páscoa seja uma oportunidade para refletirmos sobre o crescente processo de desumanização!</p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Na Sabedoria Popular a gente aprendia a se livrar das cargas de energia material humana negativa/mortal, para podermos potencializar nossa capacidade de sentir. Sabíamos claramente distinguir alívio de prazer. E como era prazeroso viver! Nosso modelo era o <strong>enxuto</strong>. Nosso objetivo, ser <strong>virtuoso</strong> buscando a <strong>nobreza de espírito</strong>: <em>honesto, responsável, independente, simples, sóbrio, solidário e trabalhador.</em></span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Mas veio o saber mecânico nos ensinando que não passamos de máquina. E para curar nossas dores é só tomar um analgésico, uma anestesia ou algum remedinho mais especializado; para nos livrar de nossos incômodos é só usar perfume, cosmético ou desodorante. E passamos a ser máquinas bem lubrificadas! Basta comer bem (?!) e fazer exercício físico.</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Com isso, tornamo-nos insensíveis, frios e agitados. Não sabemos mais curtir o verdadeiro prazer. Chegamos mesmo a chamar de prazer aquilo que, na realidade, não passa de alívio.</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Que a Páscoa seja uma oportunidade para refletirmos sobre essa calamidade: o ser humano se desumanizando cada vez mais, a ponto de não mais saber distinguir virtude de vício/pecado, achando “um barato” agredir a sua própria natureza e aquela que o cerca.</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">E Cristo continua sendo pregado na Cruz! Hoje, paradoxalmente, até por alguns (?!) de seus discípulos!</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">“Chegada a plenitude dos tempos&#8230;”, Ele veio para combater exatamente essa visão mecânica do homem e do mundo, que, já tendo se sistematizado, colocava em risco toda a criação. Principalmente por ter reduzido a matéria apenas à dimensão do visível, do tangível e do mensurável, negando-lhe a dimensão da energia. Por isso, pregou a centralidade do espírito. Para isso, provou a força do amor.</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Mas nossa visão mecanicista tem-nos impedido de compreendê-Lo e, principalmente, de vivenciar sua mensagem.</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Que ao celebrarmos o Cristo ressuscitado nos inspiremos em seu Espírito, para recuperarmos a dimensão da energia na nossa relação com esta realidade material que, por enquanto, ainda é a nossa morada!</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"> E voltaremos a sacar e valorizar o espírito das ações, das palavras e dos gestos! Como o <strong>enxuto</strong> da Sabedoria Popular. <strong><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=93" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja a poesofia</a>.</strong></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A mulher e sua referência</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/a-mulher-e-sua-referencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2014 19:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mulher e sua referência &#8220;E vivendo o calor da doçura que o faz, construindo o amor prum novo mundo de paz.&#8221; Para tanto temos que<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A mulher e sua referência</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">&#8220;E vivendo o calor da doçura que o faz, construindo o amor prum novo mundo de paz.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Para tanto temos que superar a cultura patriarcal. E essa superação passa necessariamente pela recuperação da referência feminina em todas as áreas e, em especial, na sexualidade.</p>
<p style="text-align: left;">Só assim se faz possível a vivência do modelo da fusão genital, fonte da energia material humana vital/positiva que, sendo calorosa, perfumosa, oleosa e doce, é a matéria prima de todas as virtudes que potencializam nossa humanização, seja no plano individual, seja no planto coletivo.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>A perda da referência sexual feminina</strong> inaugurou e tem sustentado o modelo da fissão genital, produtor/reprodutor da energia material humana mortal/negativa que, sendo fétida, frígida, seca e salamarga, torna-se a matéria prima de todos os nossos males e o principal combustível do patriarcalismo.</p>
<p style="text-align: left;">Para que a mulher deixe de ser objeto e passe a ser sujeito de sua história, exercendo o seu papel de protagonismo na evolução humana, é necessário que ela assuma a sua verdadeira feminilidade, que, no campo sexual, é o intumescimento e contração vaginal, <strong>base material da potência orgástica</strong> <strong>e de toda a vitalidade de seu ser.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Neste dia internacional da mulher</strong>, nosso MARF (movimento de afirmação da referência feminina)<strong> parabenizando-a</strong> pela sua incansável e histórica luta, dedica-lhe a seguinte poesofia:</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>REFERÊNCIA</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">em dó</p>
<p style="text-align: left;" align="center">é o orgulho</p>
<p style="text-align: left;" align="center">desafiando</p>
<p style="text-align: left;" align="center">desafinando</p>
<p style="text-align: left;" align="center">a melodia;</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">em ré</p>
<p style="text-align: left;" align="center">é das heranças</p>
<p style="text-align: left;" align="center">não liberto</p>
<p style="text-align: left;" align="center">só com o umbigo</p>
<p style="text-align: left;" align="center">sempre por perto;</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">em mi</p>
<p style="text-align: left;" align="center">se for eu mesmo</p>
<p style="text-align: left;" align="center">para que não tenha</p>
<p style="text-align: left;" align="center">que caminhar a esmo;</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">em fá</p>
<p style="text-align: left;" align="center">lá num discurso</p>
<p style="text-align: left;" align="center">que só falseia</p>
<p style="text-align: left;" align="center">o que na veia</p>
<p style="text-align: left;" align="center">é seu real;</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">em sol</p>
<p style="text-align: left;" align="center">que no céu brilha</p>
<p style="text-align: left;" align="center">mas que em nós</p>
<p style="text-align: left;" align="center">não é a trilha;</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">em lá</p>
<p style="text-align: left;" align="center">que não se sabe</p>
<p style="text-align: left;" align="center">se há ou se virá</p>
<p style="text-align: left;" align="center">pois é o escuro</p>
<p style="text-align: left;" align="center">de um futuro;</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">em si</p>
<p style="text-align: left;" align="center">que é presente</p>
<p style="text-align: left;" align="center">e se encontrou</p>
<p style="text-align: left;" align="center">pois em si</p>
<p style="text-align: left;" align="center">perscrutou</p>
<p style="text-align: left;" align="center">o Deus</p>
<p style="text-align: left;" align="center">que o criou.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center"> O ser só é</p>
<p style="text-align: left;" align="center">se sua referência</p>
<p style="text-align: left;" align="center">é em si</p>
<p style="text-align: left;" align="center">pois em sendo</p>
<p style="text-align: left;" align="center">essência</p>
<p style="text-align: left;" align="center">irradia</p>
<p style="text-align: left;" align="center">no dia-a-dia</p>
<p style="text-align: left;" align="center">a alegria</p>
<p style="text-align: left;" align="center">de sua fé</p>
<p style="text-align: left;" align="center">n´Aquele que é.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Afinado nesse tom</p>
<p style="text-align: left;" align="center">potencializa seus dons</p>
<p style="text-align: left;" align="center">crescendo em virtude</p>
<p style="text-align: left;" align="center">gerando sabedoria</p>
<p style="text-align: left;" align="center">para uma sinfonia</p>
<p style="text-align: left;" align="center">que o mundo mude.</p>
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