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	<title>Informativos Archives | SER em SI</title>
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		<title>Castração pela gula: respiração comprometida!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 16:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Castração pela gula: respiração comprometida! “Se é ruim, pra que comer? Se é bom, pra que correr?” Faz-nos sábios repararmos em como as crianças saudáveis vivenciam<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><em>Castração pela gula: respiração comprometida!</em></div>
<p style="text-align: right;">“Se é ruim, pra que comer? Se é bom, pra que correr?”</p>
<p style="text-align: center;">Faz-nos sábios repararmos em como as crianças saudáveis vivenciam suas funções naturais!<br />
Em nosso último informativo deste ano comentamos a repressão que se tem dado ao movimento de sucção, natural e espontâneo, quando a criança inicia a sua relação com os alimentos sólidos. Vimos a importância dessa repressão no processo de castração do indivíduo.<br />
Hoje vamos deslocar nossa observação para o modo de respirar dessa criança. Como sempre, é preciso que ela seja saudável e esteja tranqüila e, de preferência, deitada em um lugar confortável e sem camisa. Sem muito esforço, vamos verificar que os movimentos de sua respiração coincidem com o levantar e abaixar de sua barriguinha. É essa a nossa respiração natural: a abdominal.<br />
E por que vamos perdendo esse hábito?<br />
Uma das principais causas é o tipo de relação com o alimento que vamos, aos poucos, impondo às nossas crianças: obrigando-as a ingerir algo de que não gostem; determinando seus horários de se alimentar de acordo com a nossa disponibilidade; mas, principalmente, impondo-lhes nosso ritmo na sua digestão bucal.<br />
Como temos visto, esse conjunto de fatores vai reprimindo o seu paladar, responsável pela sensação de prazer. Na medida em que os sensores do paladar vão sendo impedidos de se desenvolverem, ao contrário, vão sendo embotados, não se tem mais a medida de prazer e, conseqüentemente, de satisfação. Com isso, esse desejo progressivamente reprimido vai-se tornando na danada da compulsão.<br />
Dessa relação com o alimento, determinada pela compulsão (gula), vai-se consolidando na alma desse indivíduo um medo de si mesmo e, consequentemente,  o espírito de ansiedade. Ansiedade que impede a respiração abdominal, transferindo-a para a região peitoral. Aqui, ela vai aos poucos se solidificando e nutrindo a alma de tudo quanto é tipo de medo, ampliando e aprofundando o medo de si próprio. E dá-lhe problemas respiratórios, estomacais, intestinais, sexuais, emocionais e mentais. Torna-se alguém inseguro, de baixa ou falsa estima, terreno fértil para todos os vícios e fantasias.<br />
Sem acesso aos seus reais desejos, tal indivíduo se pauta por um conjunto de vontades que diz serem suas, mas que apenas refletem as vontades de seus formadores. E quanto mais as vivencia, mais reforça sua ligação aos ancestrais e mais ansioso fica, porque nunca se satisfaz.</p>
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		<title>Castração pela gula: sucção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ser em Si]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 16:14:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Castração pela gula: sucção  &#8221; O céu começa na boca e se realiza no coração&#8221; &#8220;Quem não tem paladar nada tem para dar.&#8221; Esse foi o<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Castração pela gula: sucção</strong></p>
<p style="text-align: right;"> &#8221; O céu começa na boca e se realiza no coração&#8221;</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Quem não tem paladar nada tem para dar.&#8221; Esse foi o tema de um dos nossos informativos já enviados. Nele tentamos mostrar como tem sido castrante o atual aprendizado das crianças na formação de seus hábitos alimentares! Como consequência, adultos com o paladar embotado, tornando-se presas fáceis da sociedade de consumo e, como tal, pessoas sem personalidade própria e cada vez mais distantes de seus próprios desejos.</p>
<p>Para uma verdadeira visão crítica desse processo basta que fiquemos atentos à evolução de nossas crianças. Essa observação nos trará muitos ensinamentos para podermos avaliar nossos próprios hábitos, numa tentativa de superação.</p>
<p>Vamos observar hoje a criança que já está parando de mamar e começa a se relacionar com algum alimento sólido. Coloque em sua boca um pouco de papinha de arroz, por exemplo. O principal movimento de sua boca será o de sucção. Buscando formar o bolo alimentar, ela o vai chupando para sentir-lhe o gosto e dele extrair o seu sumo. Só depois de bastante curti-lo na boca, ela passará a engoli-lo. Nesse modelo, como, quando e quanto mastigar estão em função da sucção.</p>
<p>E é esse movimento de sucção o principal alvo de repressão pelo atual modelo de ensino alimentar. Primeiro, reduzindo a qualidade da digestão bucal à quantidade de mastigações. Segundo, obrigando a criança a comer algo de que não goste. Óbvio que ela vai resistir e, se não conseguir, vai engolir o mais rápido possível para se livrar daquele gosto indesejado. Terceiro, impondo-lhe um ritmo e um tempo que não sejam seus, através do uso de artimanhas tais como a da garagem e a do aviãozinho, ou as tradicionais chantagens emocionais!</p>
<p>E por que o movimento de sucção é o principal alvo dessa repressão cultural?</p>
<p>Voltemos à observação de nossas crianças. Peça a um menino saudável, entre os seus 4 e 6 anos, que esteja nu e à vontade,  para fazer este movimento de sucção bem marcado. Repare no seu órgão genital e verá que a cada movimento de sucção o seu órgão reagirá. Essa mesma reação se dá com as menininhas, só que não é visível, mas pode ser relatada por elas.</p>
<p>Isso nos indica a estreita relação entre a forma de se alimentar e a sexualidade. Ou por outra, a forma de alguém se alimentar pode estimular ou reprimir sua sexualidade.</p>
<p>Por isso o estímulo à gula se tornou uma das principais armas da cultura atual, a ponto de ser até sacralizada!</p>
<p>Por isso o beijo na boca tanto se banalizou. Qual o problema em se beijar tanto e a quantos? Ele não diz mais nada além da fantasia! Perdeu sua ligação com o instinto sexual!  Não passa de um gesto de falsa sensualidade!</p>
<p>E se na boca temos um céu é para curtir os frutos da natureza, beneficiados ou não pela sabedoria humana. Mas se nem isso sabemos mais sentir, como estará nosso coração? Pode um coração cultivar o bem, o Céu, se não consegue nem sentir o bom da natureza?! Nesse coração só viceja o medo e a energia material humana mortal/negativa que é frígida, fétida, seca e salamarga.</p>
<p>Para a conversão desse coração ao amor, cuja matéria prima é a energia material humana vital/positiva, é preciso que a mente passe a se reger pela lógica da Sabedoria Popular.</p>
<p><strong>Boa Nutrição</strong></p>
<p><em> “O valor nutritivo do alimento,</em><br />
<em>seja comida, seja bebida,</em><br />
<em>não está na sua quantidade</em><br />
<em>nem nas vitaminas</em><br />
<em>que o compõem.</em></p>
<p><em>E sim:</em><br />
<em>no carinho que o produz,</em><br />
<em>no amor que o reparte,</em><br />
<em>na paz que o degusta</em><br />
<em>e no sabor que o curte.”</em></p>
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		<title>Por uma teologia da Sabedoria Popular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ser em Si]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 20:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por uma teologia da Sabedoria Popular Enquanto o Cristianismo dialogou com a Sabedoria Popular ele viveu em processo de expansão. O Homem é um ser em<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Por uma teologia da Sabedoria Popular</p>
<p style="text-align: right;">Enquanto o Cristianismo dialogou com a Sabedoria Popular ele viveu em processo de expansão.</p>
<p style="text-align: center;">O Homem é um ser em evolução. Evolução determinada pelo Criador no seu mandamento original: &#8220;crescei e multiplicai-vos&#8221;. Antes de nos multiplicar temos que crescer, evoluir. Só que ao buscarmos cumprir esse mandato, infringimos a principal lei da natureza, a lei da fusão.<br />
Na natureza humana essa lei se expressa principalmente pela fusão genital. É a fusão genital a principal característica do cio biológico que o ser humano busca superar porque ele não é constante, permanente, mas periódico: o desejo da fêmea se expressa por ciclos e desaparece na gravidez. Por isso sua busca é pelo cio psicobiofísico, que também se caracteriza pela <strong>fusão genital, </strong>podendo ser permanente, pois é determinado pela psiqué dos parceiros.<br />
Esse processo se inicia com o <strong>chamado pecado original.</strong> Daí ser ele o X da questão humana, porque a partir dele o ser humano se afasta cada vez mais do modelo sexual natural da fusão genital, criando e vivenciando cada vez mais o modelo sexual histórico da f<strong>issão genital.</strong><br />
Nessa busca, o ser humano se debate entre duas lógicas: uma de respeito e outra de agressão à sua própria natureza. <strong>Respeitando-a </strong>(fusão genital<strong>)</strong>, ele produz/reproduz energia material humana vital/positiva (<strong>EMH+)</strong>. <strong>Agredindo-a (</strong>fissão genital<strong>)</strong>, passa a produzir/reproduzir a energia material humana mortal/negativa (<strong>EMH-)</strong>.</p>
<p style="text-align: center;">Essa energia material humana mortal/negativa é a expressão concreta do que a <strong>teologia</strong> chama de mancha do pecado original. E é essa energia não debelada e, geralmente cultivada (nossa cultura), que é a matéria prima de todos os males e incapacitações do indivíduo, fazendo com que suas vontades geralmente não expressem seus desejos e, frequentemente, expressem exatamente o contrário.</p>
<p style="text-align: center;">Como o saber dominante evoluiu no sentido de negar a dimensão de energia na matéria, não temos aprendido a nos livrar das cargas de EMH-, passando a cultivá-las. Com isso, cada vez menos estamos aptos a sermos sujeitos/objetos de prazer.  Passamos então a considerar prazer aquilo que na sabedoria popular é apenas <strong>alívio</strong>: uma descarga de energia material humana mortal/negativa que nos dá uma sensação de bem estar momentâneo e passageiro.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O pecado</strong>, mesmo agredindo a natureza, propicia essas descargas e por isso tem sido considerado pela maioria como fonte de prazer. Na realidade, ele não passa de fonte de alívio e de mais energia material humana mortal/negativa.</p>
<p style="text-align: center;">A lógica da <strong>Sabedoria Popular</strong> sempre considerou a dimensão de energia na sua visão de mundo. Por isso, sempre buscou uma relação de respeito com a natureza, criando meios de se desfazer da energia material humana mortal/negativa (<em>alívio</em>) para cultivar a energia material humana vital/positiva (<em>prazer/virtude</em>), fruindo o fluir dessa energia produzida pelas relações. Talvez, por isso, tenha sido historicamente a grande interlocutora do Cristianismo, a quem proporcionou, na prática, expansão e consolidação.</p>
<p style="text-align: center;">É, pois, chegada a hora da filosofia dessa Sabedoria ser também escutada pela Teologia, para iniciarmos uma nova etapa em nossa era cristã: a superação das consequências do pecado original  por uma busca de uma nova inocência original.</p>
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		<title>Espiritualismo x materialismo</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/espiritualismo-x-materialismo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ser em Si]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 18:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espiritualismo x materialismo Recuperando-se a realidade da energia na dimensão da matéria não há como se negar a realidade espiritual Não é nada fácil migrar-se de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Espiritualismo x materialismo</strong></p>
<div></div>
<p style="text-align: center;">Recuperando-se a realidade da energia na dimensão da matéria não há como se negar a realidade espiritual</p>
<p style="text-align: center;">Não é nada fácil migrar-se de uma visão mecânica da realidade material para uma visão dialética. E o que determina essa migração é principalmente a reconceituação de matéria. Enquanto essa for reduzida à dimensão da massa, fica difícil entendermos a realidade além de um conjunto de peças e de engrenagens. É mais cômodo e tranqüilo! Vendo a realidade como um conjunto de peças e de engrenagens podemos até delimitar fronteiras para o real!<br />
Quando, entretanto, tomamos consciência de que, de fato, a matéria supõe energia, as coisas se complicam. Principalmente na questão das fronteiras da realidade. Nem sempre os espaços ocupados pela energia são visíveis, tangíveis ou mensuráveis. Pelo menos por enquanto.  E aí o racionalista mecânico entra em pane. Como classificar tudo direitinho, guardar tudo organizadinho e expressar tudo clarinho?!<br />
O melhor é continuar fazendo de conta que não percebe, que não existe e tocar o bonde em frente. O pior que não é bonde mais! E se for, já é movido à energia que pode ser até atômica. Pior ainda é se usar normalmente o celular como se esse pudesse ser explicado pela mecânica! Mais grave, porém, é se esse “intelectual” se mete a ser um baita de um internauta! Como entender a internet a partir de um conceito que reduz a matéria à simples dimensão de massa?! Ou a realidade virtual da internet não faz parte de nossa realidade material e deve ser classificada como realidade espiritual?!<br />
Daí minha insistência em me auto-classificar como materialista. E disso não abro mão. Afinal vivo na realidade material. E para que viva minimante bem, tenho que tentar entender essa realidade.  Mas jamais poderei compreendê-la relevando sua dimensão de energia.<br />
E se, por um acaso, assim o fizer, estarei, à luz da atual ciência, sendo <strong>massista</strong> e não materialista. E ao se reduzir a realidade em que vivemos à simples dimensão da massa, estamos no mínimo deixando de considerar 50% da realidade, dentro de um raciocínio mecânico. Dentro de uma visão dialética, porém, que tem como objeto de análise as relações, estaremos deturpando completamente (100%) nossa compreensão da realidade.<br />
É por isso que quanto mais evoluí nessa visão materialista mais fui recuperando minha dimensão espiritualista. Afinal na dimensão energética não cabem fronteiras. E quanto mais se avança na sua compreensão mais se percebe a existência de outros níveis de realidade. E é de novo o Einstein que não me deixa mentir.       Olhando para a história, percebemos que novas teorias levam um razoável tempo para serem incorporadas ao senso comum. Portanto, estaria tudo normal, dentro do script do ritmo histórico.<br />
Nesse caso, porém, há uma novidade que assusta. É que a maior resistência ao conceito de Einstein se dá é nas camadas mais intelectualizadas, aquelas que deveriam ser de vanguarda. As menos escolarizadas não só o aceitam, como o entendem e até o ampliam. Para a sabedoria popular, por exemplo, matéria sempre supôs energia. Até aqui coincide com Einstein. Mas também sempre percebeu que, no caso da realidade humana, essa energia é <strong>ambivalente</strong>: pode ser vital/positiva ou mortal/negativa.<br />
E eu acho que é aqui que se encontra alguma pista para entendermos a persistente e aparentemente incompreensível resistência de grande parte da intelectualidade.<br />
Formado dentro de um modelo educacional ainda predominantemente inspirado pela ideologia mecanicista, o indivíduo recebe um diploma para ser mestre, guia, terapeuta etc. Como tal, “é normal” que se considere à frente dos demais. Ao admitir a dimensão de energia na realidade material e fazendo parte dessa realidade, tem que se aceitar como sujeito/objeto de energia. Se essa fosse só vital/positiva, tudo bem. Mas, no fundo, ele sabe que não é. Está aí grande parte dos produtos da humanidade para provar o contrário. Não há como se explicar o atual estágio da sociedade humana sem admitirmos o ser humano como fonte de energia mortal/negativa, que se expressa por inveja, ódio, orgulho, cobiça, etc.   E dessa energia ele, mestre, guia, terapeuta, jamais se admite como sujeito.<br />
O pior de tudo é que essa é a maneira mais eficaz da energia material humana mortal/negativa reinar: negar sua própria existência, transvestindo-se de virtude e de prazer.<br />
Pior que isso, porém, é que, admitindo-se a dimensão da energia material em nós e essa não tendo fronteira, tomamos consciência de dimensões extra-materiais (espirituais) às quais de alguma forma estamos conectados, fenômeno ao qual numa linguagem religiosa se dá o nome de fé. E essa conexão (fé) se dá na freqüência e no grau da energia que cultivamos: se vital/positiva, com o reino do amor, da luz; se mortal/negativa, com o reino do medo, das trevas.</p>
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		<title>Racionalidade e espiritualidade cristã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 15:12:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Racionalidade e espiritualidade cristã É inquestionável a ligação direta entre a mensagem cristã e o direito natural. Entretanto, o modelo de racionalidade até hoje usado para<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Racionalidade e espiritualidade cristã</strong></p>
<p>É inquestionável a ligação direta entre a mensagem cristã e o direito natural.</p>
<p>Entretanto, o modelo de racionalidade até hoje usado para compreender e explicar  a proposta de Cristo tem paulatina e progressivamente rompido com essa relação. Cada vez mais me convenço disso, principalmente ao constatar, no dia-a-dia da nossa vida “cristã,” aumentar-se o fosso entre a teoria e a prática, entre a palavra e o gesto,entre a profissão e o testemunho.  Isso, sem falar desse mesmo paradoxo atravessando os séculos: as cruzadas, a inquisição, a colonização das Américas, o massacre das civilizações indígenas e a escravização da raça negra. Aliás, é também a essa contradição que tendo a atribuir a causa do celibato obrigatório, na igreja ocidental, para seus ministros, os mensageiros do amor, passando para nós leigos a impressão de que, na prática, só o celibato é caminho da pureza. (“o matrimônio é um mal necessário”, palavras de um ilustre prelado na década de 60)</p>
<p>É que esse modelo de racionalidade se fundamenta na lógica formal, modo de pensar historicamente determinado, de origem urbana, que vê a realidade através de categorias bem definidas, desprezando sua dimensão relacional. É essa lógica que consagra uma visão estanque de sujeito e objeto, onde um se pode, o outro não pode. E é a partir daqui que nasce, cresce e se consolida a ideologia do poder, da autoridade, da dominação, da exploração e do artificialismo (realidade urbana), fundamentos indispensáveis à perpetuação do patriarcalismo, cuja face mais visível e avançada é o atual capitalismo.</p>
<p>E para amarrar tudo isso de forma definitiva, ela põe na razão toda a fonte legítima de sabedoria, desqualificando os sentidos através da famosa tese da falacidade e, em se desqualificando os sentidos, não tem como não desqualificar os sentimentos ou emoções.</p>
<p>E para dar um nó cego no processo de humanização da sociedade, que é o que Cristo pregou, a lógica formal gerou e ainda sustenta um conceito de matéria que nos impede de interagir com qualquer realidade transcendente (Marx que o diga). É o conceito da mecânica que ainda permeia toda a nossa visão de mundo, onde matéria não vai além da dimensão da massa, nos impedindo de alcançar a  dimensão da energia..</p>
<p>Einstein só pode revolucionar a física porque a lógica que sustentou sua visão de mundo passou da formal para a dialética. Pois essa é a lógica da natureza, da solidariedade e do amor. Nela sujeito é objeto e objeto é sujeito, porque nela o foco não é o elemento (categoria) e sim a relação entre eles, a sua dinâmica. E ao apreender a relação e ver que é nela que se encontra a força, a energia, realidades como dominação e exploração  deixam de ter sentido. Poder e autoridade passam a ser relativizados. O conceito de indivíduo deixa de ser o de uma realidade estanque e autônoma e passa para o de uma realidade dinâmica e sistêmica. E assim o invisível passa a ser levado em conta, chegando a ser necessariamente percebido. E na medida em  que é percebido passa a ser vivenciado, desafiando continuamente a nossa compreensão.</p>
<p>A questão, pois, da espiritualidade X racionalidade se coloca muito mais do ponto de vista da racionalidade. A espiritualidade todos cultivamos de um jeito ou de outro. Todos nos movemos, gestos, hábitos e ações, ou pelo princípio (espírito) do medo ou pelo princípio do amor.O que vale dizer que todos temos fé, seja no medo/dor, seja no amor/prazer. É portanto apenas uma questão de conversão. O problema está é em resolvermos nossa questão com a racionalidade. Aqui a questão é mais complexa por se tratar não mais de conversão, mas de migração.</p>
<p>Como já disse, nosso modelo natural é o da dialética. Entretanto quase toda a nossa formação (educação?!) se deu no modelo da lógica formal. E nessa lógica o programa do amor não roda, pois ela reproduz o poder, a dominação, o estratificado e o estático. O máximo que se pode é fazermos de conta que o programa do amor está sendo rodado, numa autêntica realidade virtual. É que esse software pode até conviver com o da lógica dialética, mas essa convivência vai gerar as tais das ambigüidades, dubiedades, incoerências, incongruências e até mesmo os surtos de esquizofrenia.</p>
<p>A solução, de fato, para que tenhamos harmonia e consigamos trilhar o caminho da felicidade, é promover em nós mesmos um choque de migração ou, se queiram, remigração para o modelo natural da dialética. Com ele podemos rodar o programa do amor, apagando  progressivamente o programa do medo, e reencontrando paulatinamente a magia do Deus que, em algum momento, experimentamos  na nossa infância, e assim passarmos a experimentar o “Verbo que se fez carne”, através de uma vivência de  amor que não tenha fronteira entre discurso e prática.</p>
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		<item>
		<title>Os mortos e a Energia Material Humana.</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/os-mortos-e-a-energia-material-humana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 15:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os mortos e a Energia Material Humana.                                      <span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Os mortos e a Energia Material Humana.</strong></p>
<p><em>                                                                                             </em></div>
<div>
É através da Energia Material Humana que a gente se liga com outros níveis de vida</p>
</div>
<div>               Que as várias dimensões energéticas se interagem é algo razoavelmente fácil de se entender. Afinal, na realidade energética a idéia de fronteira não pode ser entendida tal como quando se trata da realidade material, pois nessa é a dimensão da massa que  dá visibilidade às linhas limites de uma fronteira. Retirada a massa da matéria, a energia daí derivada passa a se subordinar à lógica das dimensões energéticas e não mais à lógica da realidade material. O que vale dizer que a<strong> energia material humana</strong> <strong><em>(emh)</em></strong> também não tem linhas limítrofes delimitando o seu percurso e/ou alcance, exceto quanto se trata da emh vital/positiva, pois que essa só existe em total equilíbrio com a respectiva massa.
</div>
<div>            Ao mesmo tempo é a emh que permite e operacionaliza a conexão da dimensão material com as demais dimensões energéticas. Daí a importância de procurarmos entender a lógica de sua gênese e funcionamento, para podermos bem viver a nossa realidade material e aumentarmos o grau de eficácia de nossa comunicação com as demais dimensões energéticas, ou seja, produzirmos o mínimo possível de ruídos para nós e para os nossos interlocutores daqui e do além.</p>
<p>Com tudo isso, muito das realidades das outras dimensões energéticas talvez só viremos a entender quando as tivermos vivenciando. Enquanto isso e também por isso, cabe-nos ir procurando compreender ao máximo a lógica da emh para podermos nos sintonizar melhor com esta e as outras dimensões.</p>
<p>E um princípio que cada vez vai ficando mais claro para mim é aquele enunciado por Cristo ao dizer “que os mortos enterrem seus mortos”. Ou seja, nesta dimensão cabe-nos como missão principal cuidar da vida, o que implica em ter como prioridade a nossa interação com os vivos.</p>
<p>Tudo me leva a crer que o morto-que-enterra a que Cristo se refere é exatamente aquele que não sabe lidar com a sua dimensão material energética. E na medida em que ele ignora ou falseia essa relação, a sua ligação profunda se dá é com o mundo dos mortos, o que vale dizer, com a esfera da energia negativa/mortal, das cargas energéticas acumuladas e herdadas a que denomino de inconsciente coletivo histórico. E quanto mais se está ligado a essa herança, menos capacidade tem o indivíduo de vivenciar sua realidade presente. É a famosa expressão popular sobre aqueles que não vêem além do próprio umbigo, ou por outra, ainda não cortaram o cordão umbilical.</p>
<p>Isso o impede de viver o presente. E quanto menos ele vivencia a realidade presente, pois umbilicalmente ligado ao passado, mais tem necessidade (inconsciente) de dar uma sepultura a seus mortos insepultos que vivem lhe cochichando ao umbigo (ou ouvido?).</p>
<p>E o que é um morto insepulto senão aquele que ainda não se desligou deste plano?</p>
<p>O mais complicado, porém, é que, apesar de não ter se desligado deste plano, ele já está vivenciando a lógica de um plano energético desprovido da dimensão da massa. Em assim sendo, ele não tem mais como evoluir na compreensão da lógica do plano material e ao mesmo tempo dele não se desliga, porque não o compreendeu suficientemente quando podia.</p>
<p>Dessa análise podem-se tirar várias conclusões. Uma delas é a relativa ou até incompleta incapacidade dos mortos poderem orientar os vivos. Isso porque, além do que já refletimos até agora, acrescente-se o fato de que a dimensão material está em constante evolução, e a emh resulta da contradição entre as energias positiva e negativa e sua relação com a respectiva massa. E essa é uma contradição que só pode ser resolvida neste plano.</p>
<p>Exemplo disso podemos encontrar exatamente entre as práticas que fazem uso da energia dos mortos(espíritos). É comum vermos seus ministros encaminharem determinados casos para o homem de branco. Ou seja, é que esse caso tem a ver com o estágio atual da relação entre emh e massa. O que vale dizer que suas determinações não se encontram no além (especialidade desses ministros) e seu enfrentamento ou cura passa pela compreensão de determinações deste plano neste momento. Só que geralmente o homem de branco não consegue dar respostas adequadas, já que, na maioria das vezes, as determinações se dão no nível da emh e essa não foi ainda suficientemente estudada sendo, pelo contrário, normalmente negada.</p></div>
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		<title>Cortemo-nos o cordão umbilical</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 15:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cortemo-nos o cordão umbilical Uma respiração saudável está intimamente ligada a um corte verdadeiro do cordão umbilical Naturalmente a mãe desejaria a libertação da cria. Esse desejo<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cortemo-nos o cordão umbilical</strong><br />
Uma respiração saudável está intimamente ligada a um corte verdadeiro do cordão umbilical</p>
<p>Naturalmente a mãe desejaria a libertação da cria. <strong>Esse desejo começaria a se materializar com o corte do umbigo</strong>. Quanto mais o gesto do corte expressasse esse desejo maior seria o desligamento. Ou por outra, uma coerência entre intenção e gesto.</p>
<p>Infelizmente o ritual desse corte vem, cada vez mais, afastando  a mãe como sujeito do gesto até chegar aos dias de hoje, onde a intenção da mãe contraria completamente a natureza: ter cada vez mais a cria sob suas asas. Até teoria com ares de ciência já se criou para explicar e justificar tal aberração. Quando a mulher não tem referência em si, a cria passa a ser sua referência. Coerente com sua lógica, essas mesmas teorias colocam <strong>a volta ao útero como sendo o maior desejo de todo ser humano</strong>. Ou por outra, o de se religar para trás. O que vale dizer: recuperar uma ligação que verdadeiramente nunca foi desfeita.</p>
<p>Além dessa razão psíquica, existe uma outra mais concreta que, em última instância, dela é também conseqüência. Essa mãe, que jamais teve ou terá o desejo de libertar a cria, pensa desse modo porque, como mulher, não tem consciência de sua referência de fêmea. Se não tem referência em si, seu papel nas relações sexuais não passa de objeto. Como objeto da relação sexual ela se torna sujeito na produção de <strong>energia material humana mortal/negativa</strong>.</p>
<p>Tão logo ela volte à vida sexual ativa, de suas vivências vai se desprender essa energia que é fria, fétida, seca e sal amarga. A criancinha, cujo umbigo foi cortado a contragosto da mãe, mesmo assim já estava gostando do ar deste mundo. Por isso tinha uma respiração profunda, propiciando o início de um processo de fortalecimento do seu sistema respiratório. <strong>Ao sentir, porém, a poluição energética do ambiente familiar,</strong> passa a conter sua respiração para se defender do mau cheiro, do azedume, do frio e da secura do ar.</p>
<p>Com isso sua respiração se torna superficial e arritmada. Com isso seu sistema respiratório entra em processo de enfraquecimento. Com suas defesas debilitadas, torna-se presa fácil de qualquer agressividade ambiental.<br />
E vem a tosse. E vêm as narinas entupidas. E vem a coriza. E vem a dor de garganta. E vem a dor de ouvido. E vem a gripe. E vem a rinite. E vem a sinusite. E vem sei lá mais qual ite. Só sei que a criancinha passa a ser rotulada de alérgica. E de fato reage, age e pensa como alérgico.</p>
<p>E dá-lhe médico. E dá-lhe remédio. E dá-lhe inalações. E dá-lhe cuidados. E limpeza passa a ser assepsia.</p>
<p>Como reforço a tudo isso, a tal mãe sem referência certamente não será espontânea ante às sensações que lhe proporciona o ato de amamentar. Prazer para ela é algo errado.</p>
<p>Acrescente-se a esse mamar tenso a dificuldade respiratória já instalada no bebê.</p>
<p>&#8220;Tadinho, vive engasgando!&#8221; <strong>E teremos uma fase oral se iniciando totalmente comprometida.</strong></p>
<p>Mas criança é natureza. E a natureza que há nela tenta se defender das agressões energéticas. Uma dessas defesas é o tal do dedo no nariz. Ao perceber que se formou uma casquinha em sua narina e que isso está dificultando sua respiração, tão logo seja capaz, a criança tenta dela se livrar usando de um dos dedos da mão. Ela não sabe, mas de fato estaria se livrando da tal energia seca e frígida que, materializada, dá-se o nome de meleca. Estaria se livrando, porque logo logo ela será reprimida. “Tira o dedo daí, menino. Que coisa feia! Deixa de ser porco!” <strong>Afinal, a castração tem que continuar para que a civilização se perpetue!</strong></p>
<p>Mais repressão virá se essa criança, já maiorzinha, ousar escarrar. É como se ela estivesse fazendo a coisa mais errada do mundo. “Que coisa nojenta!” Como se já não tivesse sido chique ostentar-se uma escarradeira de prata na sala de visitas! Até aí não só era usual como era considerado um “bom modo” o ato de escarrar. Depois da tuberculose virou um interdito. Ao ponto de a gente ver as pessoas puxando o catarro e, com a boca melhor do mundo, engoli-lo. Só faltam falar pragente que é docinho!</p>
<p>Mais uma vez é a natureza dando lições que o homem insiste em não acatar<strong>. Até superar a fase anal, o catarro sai nas fezes da criança.</strong> Como, a partir daí, ela já é fisicamente capaz de cuspir, a natureza não permite que seja expelido pela via anal. Que engula se quiser! Que se entupa de energia material humana mortal/negativa! Que alimente diuturnamente sua morte! Que volte a respirar pelo umbigo!</p>
<p>É esse, em última instância, o grito da natureza. Dá todas as dicas para o indivíduo crescer e se (re)ligar à sua dimensão divina. Mas se prefere voltar ao útero, pois é esse seu sonho, seu maior desejo, que o faça!</p>
<p>E dá-lhe estria! E dá-lhe celulite! E dá-lhe gripe! E dá-lhe sinusite! E dá-lhe enxaqueca! E dá-lhe colesterol! E dá-lhe esclerose!</p>
<p>O que fica sem resposta é por que todo hospital tem uma máquina para sugar catarro dos agonizantes, fumantes e/ou não fumantes!? Geralmente pessoas que quando “sadias” nunca escarravam afirmando, com toda convicção, que não tinham o que escarrar!</p>
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		<title>Espírito de Violência e sua origem</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/espirito-de-violencia-e-sua-origem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 15:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espírito de Violência e sua origem &#160; O espírito de violência não é inerente à natureza humana e, sim, uma construção histórica. Como tal, pode ser<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Espírito de Violência e sua origem</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O espírito de violência não é inerente à natureza humana e, sim, uma construção histórica. Como tal, pode ser enfrentado e superado coletiva e individualmente</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ser humano existe para <strong>amar e criar</strong>. Amando, expressa e viabiliza sua dimensão natural. Criando, evolui e constrói a história. E essas funções se determinam mutuamente.</p>
<p>Na medida, entretanto, em que vão sendo reprimidas, a energia que as alimentaria passa a ser canalizada para as funções opostas de odiar e destruir. Infelizmente, é essa a dupla que cada vez mais tem reinado nas famílias, na escola, nas organizações e nas relações humanas em geral, reproduzindo e ampliando uma cultura de destruição e de desamor.</p>
<p>Resta-nos, pois, refletir como se dá essa repressão às nossas funções primárias de amar e criar, para verdadeiramente enfrentarmos o espírito da violência que se expressa pelo modelo do <strong>ódio e da destruição</strong>.</p>
<p>A evolução do ser humano tem sido no sentido de dominar sua própria natureza, tentando romper alguns de seus limites, para aumentar a sua capacidade de amar e de criar. Em alguns casos ele se dá bem, porque consegue romper os limites sem transgredir alguma lei essencial da dinâmica natural. Na maioria dos casos, porém, ele tem se dado mal porque, ao tentar romper certos limites, ele, geralmente por desconhecimento ou falso conhecimento, termina por agredir sua própria natureza. Ou por outra, ele se violenta. E, como diz a sabedoria popular, a natureza não revida, vinga. Sua resposta nem sempre é imediata. Pode levar meses, anos, até mesmo séculos, quando pensamos na evolução da própria raça!</p>
<p>É nesse processo de auto-agressão que se vai produzindo, transmitindo e acumulando o espírito de violência. E vira um círculo vicioso: uma visão de mundo dominada pelo espírito de violência só vai criar conhecimento e tecnologia reprodutores da própria violência. O que vai resultar numa cultura de medo e destruição.</p>
<p>Exemplo disso é nossa atual cultura, a que denominamos pomposamente de civilização: cada vez mais criando e disseminando hábitos reprodutores da ideologia do medo. Basta que reflitamos um pouquinho sobre nossos atuais hábitos. Da hora em que nos levantamos à hora em que nos deitamos, todos eles são reprodutores do medo. Medo do vírus, da bactéria, do micróbio, da dor, da doença, do futuro, da morte, de nós mesmos e do nosso semelhante. Será que tanto medo ainda deixa espaço para se cultivar o amor à vida?</p>
<p>O amor passa a existir apenas na dimensão da intenção, apesar “de boas intenções estar cheio o inferno”! E tudo passa a ser chamado de amor, até em relações sado-masoquistas!</p>
<p>Amar não é uma questão de intenção e, sim, de potência, de capacidade. Daí sua matéria prima ser a energia material humana vital/positiva, que se cultiva<br />
numa relação harmoniosa com nossa própria natureza e cujas manifestações são de calor, perfume, oleosidade e doçura.</p>
<p>Se analisarmos, entretanto, nossos atuais hábitos, todos eles são reprodutores da energia material humana mortal/negativa, que é fétida, frígida, seca e salamarga, por isso, matéria prima do medo. Matéria prima que vem sendo produzida/reproduzida por um modelo de sexualidade cada vez mais distante do <strong>modelo natural da fusão genital</strong>, num progressivo e cumulativo processo de substituição pelo <strong>modelo de fissão genital</strong>, gerando mais e mais agressão às leis que regem nosso instinto de preservação da espécie.</p>
<p>Não é por acaso que o episódio de Caim e Abel seja o primeiro a suceder o do pecado original. Nem é por acaso que Caim, o primogênito, seja a expressão do mau e da violência. O fruto de um processo agressivo certamente será sujeito de agressão, de violência e de morte. A não ser que ele entenda a dinâmica desse processo e busque sua superação. É para isso que deve valer termos colhido da árvore do conhecimento, adquirindo racionalidade. É para isso que devemos fazer valer o nosso livre arbítrio.</p>
<p>A violência se expressa por gestos. Temos que combater esses gestos e, por vezes, até reprimi-los. Isso, porém, não basta! Estamos atuando na dimensão das conseqüências. A solução é enfrentarmos sua causa: o espírito que a alimenta, aumenta e perpetua.</p>
<p>A sua principal causa é um paradigma de conhecimento que nega a dimensão da energia existente na matéria, em especial, quando o objeto de análise é o próprio ser humano. Tal paradigma gera no indivíduo uma relação de ilusão com a realidade, tomando, por exemplo, alívio por prazer e vício por virtude, e, consequentemente, agredindo a sua própria natureza. Ora, se sou capaz de agredir a mim mesmo, por que não agredir o outro, seja ele que outro for?!</p>
<p>Por isso, um novo modelo educacional requer, antes de tudo, a incorporação de processos que desmistifiquem essa confusão conceitual entre alívio e prazer. Por conseqüência, tal modelo trabalhará muito mais a dimensão da qualidade do que da quantidade. Em função disso, a motivação se dará é na busca da perfeição (auto-regulação), num constante enfrentamento da competição.</p>
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			</item>
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		<title>Será a energia mortal/negativa a mais poderosa?!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/sera-a-energia-mortal-negativa-a-mais-poderosa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 15:10:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será a energia mortal/negativa a mais poderosa?! &#160; Aparentemente mais forte porque a tudo contamina, a energia material humana mortal/negativa perde para a vital/positiva, pois só<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Será a energia mortal/negativa a mais poderosa?!</strong><br />
&nbsp;</p>
<p>Aparentemente mais forte porque a tudo contamina, a energia material humana mortal/negativa perde para a vital/positiva, pois só essa germina produzindo nova vida.</p>
<p>Com seis anos de idade eu já ajudava meu pai lá na venda. Daquelas vendas do interior de Minas, lá no Serro, que chegam a vender de tudo. A nossa não chegava a tanto. Era de secos e molhados. Do toucinho à farinha. Do fumo de rolo à cachaça. Do grampo de arame ao querosene.</p>
<p>Por causa da minha idade e tamanho, uma de minhas funções era separar, na época das chuvas, as batatas sadias das podres.</p>
<p>E foi aí que comecei a filosofar sobre o bem e o mal. Por que uma batata podre no meio de várias sadias consegue apodrecê-las? E por que uma sadia no meio de várias podres não consegue sará-las?</p>
<p>Essa coisa me deixava intrigado. Perguntava pra quem eu podia e não podia. Por vários anos essa questão me acompanhou.  Claro que aos poucos ela foi tomando novas proporções e feições. Principalmente na medida em que fui tendo a oportunidade de conhecer novas caras, tanto do bem quanto do mal.</p>
<p>Mas eu me estrepei mesmo foi em acreditar que o mal tem sempre alguma cara, como acontecia com as batatas. Porque, acreditando assim, e sendo a cara algo visível, eu poderia sempre dele me afastar ou combatê-lo. E foi o que tentei fazer. Mas, aos poucos, fui percebendo que ele já estava bem perto de mim. Pior ainda, que estava dentro de mim. Eu estava apodrecendo. Até meu suor já se tornara mal cheiroso! Isso depois de ter escutado que o mal é relativo. Que o que achava que era, não era. E por fim, tendo-o a corroer minhas entranhas, ter que discutir com alguns teimosos em afirmar que ele nem existe!</p>
<p>Até que fui, por uma questão de sobrevivência, descobrindo as suas artimanhas.</p>
<p>A principal delas é que ele nunca se apresenta, está sempre fantasiado. Uma outra é que ele nunca mostra a cara, sempre escondida atrás de alguma máscara.</p>
<p>O segredo, pois, era começar por desmascará-lo. Para isso tive que remexer toda a minha bagagem. E, por coincidência ou não, as pistas para a resposta fui encontrá-las lá na venda de meu pai, no balaio da sabedoria popular.</p>
<p>Juntando tudo e debulhando as partes, cheguei ao conceito de energia material humana. Era com essa dimensão da realidade material que eu não estava sabendo lidar. O entendimento da origem e do funcionamento dessa energia explicava tudo. E a sua característica que mais complica a nossa vida é o seu caráter ambivalente, podendo ser positiva/vital ou negativa/mortal. É por aí que a gente se perde.</p>
<p>A constatação desse caráter ambivalente da energia material humana me faz voltar à minha primeira questão filosófica. Tal como as batatas, também a energia material humana mortal/negativa contamina e a vital/positiva, não. Só que, no caso das batatas, não passava de uma aparente curiosidade. Agora, não. Tratava-se de uma questão de sobrevivência. Não só a minha, como de resto a de toda a espécie. Afinal, se a mortal/negativa tem esse poder e a vital/positiva, não, a conseqüência é a autodestruição da espécie humana e a destruição do planeta.</p>
<p>Diante da gravidade que tomou a minha primeira questão de vida, passo a assuntá-la sistemática e diuturnamente. Num primeiro momento isso me causou uma certa desesperança. Num segundo, cheguei até a sentir uma certa revolta em relação ao Artífice disso tudo. Por que a morte é mais forte que a vida?</p>
<p>Foi aí que me veio a luz. Finalmente encontrara uma resposta para a questão que as batatas da venda de meu pai me propuseram, agredindo o meu olfato.</p>
<p>De fato uma batata podre apodrece todas as demais. De fato uma sadia não sara nenhuma outra. Em contraposição, porém, podemos plantar um saco de batatas podres que nenhuma nascerá. Ao contrário, basta uma sadia ser plantada para podermos colher um saco de batatas saudáveis.</p>
<p>A batata podre contamina, mas não germina. A batata sadia não contamina, mas germina.</p>
<p>O presente ´pode estar sendo dominado pela energia material humana mortal/negativa. Mas o futuro pertence à energia material humana vital/positiva<br />
Serenou-se meu espírito. Voltei a ficar em paz com Deus. Voltei a acreditar no ser humano.</p>
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		<title>COVID-19 e Energia Material Humana</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/covid-19-e-energia-material-humana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2020 14:31:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>COVID-19 e Energia Material Humana Só é possível a conversão de um corrupto através da vivência de alguma catástrofe Chegada a plenitude dos tempos, o Pai<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>COVID-19 e Energia Material Humana</strong></p>
<p style="text-align: right;">Só é possível a conversão de um corrupto através da vivência de alguma catástrofe</p>
<p style="text-align: center;">Chegada a plenitude dos tempos, o Pai enviou o seu Filho para redimir o mundo</p>
<p style="text-align: center;">O que é a plenitude dos tempos?</p>
<p style="text-align: center;">A História humana toma novo rumo com o pecado original. É aí que o ser humano começa a reprimir o modelo natural de sexualidade da fusão genital, fonte da energia material humana vital/positiva,  e inaugura o modelo sexual da fissão genital, iniciando o processo de produção/reprodução da energia material humana mortal/negativa. Esse processo foi progressiva e paulatinamente num crescendo de vivência até chegar ao ponto em que  pode ser teorizado, reduzindo a matéria à sua dimensão de massa. Está aqui a tal plenitude dos tempos: o Homem podendo ser senhor da História mesmo que em agressão à sua própria natureza e à natureza ambiente. Pior ainda, com essa teorização torna-se possível a expansão dessa vivência de forma exponencial e universal, pondo em risco a sobrevivência da própria espécie.</p>
<p style="text-align: center;">Por isso faz-se necessária uma nova intervenção divina e, agora, de uma maneira radical e inédita. É o próprio Deus que se faz homem para interferir na História, redirecionando-a à sua finalidade primitiva: “criemos o homem à nossa imagem e semelhança.”</p>
<p style="text-align: center;">Cristo produziu os Evangelhos que nos apontam essa direção. Mas o movimento que Ele começou foi sendo aos poucos contaminado pela teoria que reduziu a matéria a apenas a dimensão da massa, negando a dimensão do espírito que Ele veio recuperar na nossa história. É só olharmos para a História e nos lembrarmos do celibato sacerdotal, das cruzadas, da inquisição, da colonização das Américas, bem como da escravização dos negros e dos índios.</p>
<p style="text-align: center;">Óbvio que após sua intervenção radical, Deus não mais interferirá diretamente. Cabe ao ser humano seguir os evangelhos e mudar seu próprio rumo. Por causa disso ele vai criando seus próprios venenos: as várias pestes já ocorridas bem como doenças cada vez mais mortais, tal  como a aids, que tem a ver ao mesmo tempo com os dois instintos básicos da humanidade: o da sobrevivência, sistema imunológico, e o da preservação da espécie, vivência sexual.</p>
<p style="text-align: center;">Outro sinal, concreto e inquestionável, de como estamos nos envenenando sistematicamente através da produção/reprodução da energia material humana mortal/negativa é o processo cada vez mais acelerado de decomposição dos cadáveres humanos. Se formos a algum cemitério de índio encontraremos ossos de quem já morreu há centenas de anos. Hoje, nas sepulturas de nossos cemitérios, com poucos anos já não se encontra nem sinal de que ali foi enterrado alguém. Não são mais os micróbios da terra que nos devoram, é a nossa própria energia.</p>
<p style="text-align: center;">Talvez o pior de todos os venenos é vivenciarmos uma cultura que nos faz confundir prazer com alívio. O que temos chamado de prazer não passa de alívio, que são as descargas da energia material humana mortal/negativa, que nos dão uma momentânea e passageira sensação de bem estar. Até o pecado pode fazer isso. Mas prazer é muito mais que isso. Prazer é o fruir do fluir da energia material humana vital/positiva, produzida por nossas relações,  que nos dá uma sensação de satisfação e até de gozo. E isso só acontece quando estamos numa situação de bem estar e harmonia, vivenciando as virtudes.</p>
<p style="text-align: center;">Estamos agora diante de um novo veneno, a COVID-19. É a depuração da espécie e uma sacudidela geral e universal para que retomemos o rumo do reinado do espírito e do nosso crescimento espiritual. E só o faremos de fato se recuperarmos a dimensão da energia em nossa relação com a matéria, reintroduzindo na nossa visão de mundo o conceito de energia material humana, que foi sempre o principal alicerce da Sabedoria Popular.</p>
<p style="text-align: center;">Preparemo-nos, porque a COVID-19 não é ainda o último aviso. Outros virão e cada vez piores. Afinal, ninguém se considera mais pecador, pois o pecado só é compreensível à luz da dimensão energética. E como passamos a desconsiderá-la, tornamo-nos todos corruptos. Passamos a agredir a nossa própria natureza inconscientemente ao produzirmos/reproduzirmos a energia material humana mortal/negativa. Deixamos, pois, de nos vermos pecadores para nos tornarmos corruptos. E para o corrupto só pode haver conversão diante da vivência de alguma catástrofe individual e/ou coletiva</p>
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