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	<title>2019 Archives | SER em SI</title>
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		<title>Inhô Tutu x Jeca Tatu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2019 17:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inhô Tutu x Jeca Tatu Auto-regulação x hétero-regulação A Sabedoria Popular ensinava o indivíduo a ser senhor de si mesmo: auto-regulação.          <span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Inhô Tutu x Jeca Tatu</strong></p>
<p style="text-align: center;">Auto-regulação x hétero-regulação</p>
<p style="text-align: center;">A Sabedoria Popular ensinava o indivíduo a ser senhor de si mesmo: auto-regulação.</p>
<p style="text-align: center;"><em>                                                                                                                        </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>1 &#8211; Jeca Tatu é da roça, quando pode vive com os pés no chão e seu saber é o da Sabedoria Popular</em><br />
<em>2 &#8211; Nhô Tutu é da cidade, vive calçado porque tem medo de por os pés no chão e seu saber é o dos livros</em></p>
<p style="text-align: center;">(1)   Jeca Tatu x  (2) Nhô Tutu</p>
<p style="text-align: center;">2 – Olá, Jeca, quanto tempo! Tá sumido&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">1 – É que tenho tado bastante ocupado com os negócios lá da roça&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">2 – Mas hoje à noite você está livre?</p>
<p style="text-align: center;">1 – Pro mode quê?</p>
<p style="text-align: center;">2 – É que vai ter uma festinha lá em casa e eu gostaria que você fosse para conhecer minha família.</p>
<p style="text-align: center;">1 – Até que eu já tinha um outro compromisso. Mas para conhecer sua família, eu abro mão dele e vou nessa sua festinha.</p>
<p style="text-align: center;">2 – Então, Jeca, já vou até lhe dar este comprimido para você poder aproveitar mais.</p>
<p style="text-align: center;">1 – Mas pra que esta droga?</p>
<p style="text-align: center;">2 – É para prevenir uma possível ressaca.</p>
<p style="text-align: center;">1 – Nemmm! Quero não. De jeito nenhum.</p>
<p style="text-align: center;">2 – Que bobagem! Ele é inofensivo. Nem efeito colateral tem. Pode tomar sem susto.</p>
<p style="text-align: center;">1 – Tomo não. Vai contra meus princípios.</p>
<p style="text-align: center;">2 – Princípio? Que que tem a ver?</p>
<p style="text-align: center;">1 – Nós da sabedoria popular sempre buscamos a auto-regulação.</p>
<p style="text-align: center;">2 – Auto-regulação! Que é isso, Jeca. Você agora virou intelectual?</p>
<p style="text-align: center;">1 – Primeiro, que intelectual todos nós somos, inclusive ocê. A diferença é pra quais valores nós usamos nossa intelecto. No meu caso, meu maior valor é a auto-regulação. Por isso não posso usar qualquer droga pra evitar uma ressaca. O certo é a gente beber enquanto a gente sentir prazer pra nunca ter essa tal da ressaca.</p>
<p style="text-align: center;">2 – Beber por prazer?! A gente bebe é pra ficar leve e corajoso!</p>
<p style="text-align: center;">1 – Isso eu já sou sem beber! È por isso que ocê precisa dessa droga. Certamente ocê não aprendeu a se controlar em nada. Seu controle não tá nocê. Ele vem de fora. De alguém, de alguma coisa ou de alguma lei. Por isso que o mundo tá cada vez mais violento e desumano, confundindo alívio com prazer. Vive só o alívio e chama de prazer!</p>
<p style="text-align: center;">2 – Não estou entendendo, mas mesmo assim discordo completamente. O que tem a ver meu engov com a violência no mundo?</p>
<p style="text-align: center;">1 – Sem auto-regulação só existe medo e violência. Ocês não agem por amor. Ocês vivem com medo doces mesmos. Não sabem lidar nem com as coisas nem com os outros. Sempre tem que ter algum controle que venha de fora.</p>
<p style="text-align: center;">2 – Afinal, você vai ou não na minha festinha?</p>
<p style="text-align: center;">1 – Claro que vou. Tou afim de conhecer sua família&#8230; Mas sem engov&#8230;</p>
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		<title>O joelho da benzedeira de 105 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2019 17:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O joelho da benzedeira de 105 anos Como o saber hegemônico vai dizimando a Sabedoria Popular! No dia 14 do mês de setembro de 2007, levei<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>O joelho da benzedeira de 105 anos</strong></p>
<p style="text-align: right;">Como o saber hegemônico vai dizimando a Sabedoria Popular!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">No dia 14 do mês de setembro de 2007, levei o  litro de conhaque da vó Jovelina, a benzedeira. Ela gostava do Cortezano. Ia aproveitar pra ver se ela topava visitar minha mãe pra benzer os seus joelhos que, já de algum tempo, doiam muito, e, por isso, muito difícil sua locomoção, principalmente se tivesse que descer as escadas da casa da Vó.</p>
<p>Nem cheguei a fazer a proposta. Logo que lhe perguntei como estava, contou-me sobre o estado de seus joelhos, principalmente o direito, e levantou-se pra me mostrar. Seu corpo tremia todinho. Parecia que estava estrebuchando. Até brinquei com ela dizendo que o espírito estava abaixando. Tive que ampara-la para não cair e voltar a se sentar.</p>
<p>A Maria, sua filha, contou-me que a havia levado ao médico. Disseram que não tinha remédio. Era aquilo mesmo! Que não tinha jeito, não! Afinal, ela já era uma senhora de mais de 100 anos, estava com 105! E chega num ponto que o corpo se desgasta e não mais responde.</p>
<p>Disse à Maria que não punha muita fé na medicina que aí está,  porque ela desconsidera a dimensão da energia na matéria. E que eu iria tentar uma técnica que atua nessa dimensão da energia e que acreditava que daria certo.</p>
<p>Durante algum tempo aterrei o  joelho direito da Vó. Suei nos sovacos de escorrer até a cintura. Ela também suou bastante.</p>
<p>Aproveitei para voltar a insistir com ela sobre a necessidade de ficar com os pés no chão. Principalmente ela que ainda benzia. Contei-lhe a historinha da criação: vários bichos com casco e o homem sem. Por inveja o homem resolve fabricar o seu (o sapato) e deixa de sentir a terra. E é por ela que a gente se defende das energias ruins, pois que as puxa para si. Expliquei-lhe que o que eu fazia era só isso, aterrava: saiam por mim as descargas que naturalmente deveriam ser puxadas pela terra. Por isso a importância de se ter, ao máximo, os pés no chão.</p>
<p>No outro dia, domingo, voltei. Ela estava com os pés no chão. Sua filha me disse que desde sábado não voltou a se calçar. Tornei a aterrar seu joelho, agora com a imantação da água, descarregando na água de um copo as energias que saiam do seu joelho. Ao final, disse-lhe para tomar bem devagarzinho aquela água e, a cada gole, lembrar-se do frio e da secura da alma, e pedir perdão <em>(Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem!)</em>,  pois que é esse frio da alma que faz todo mal: a energia material humana mortal/negativa que a gente produz, reproduz e compartilha, e que é frígida, fétida, seca e salamarga.</p>
<p>Na segunda feira voltei. Antes mesmo que lhe perguntasse como estava, ela fez questão de dar uma volta pela sala. E estava firmezinha! De toda maneira achei melhor dar um repasse no joelho. Pedi um copo com água para a Maria e, surpreso, soube que ainda havia um resto da de domingo.</p>
<p>Após a Vó esgota-lo, enchi-o novamente e imantei a água com o resto que ainda tinha do joelho. Quase nada! Tanto que praticamente não suei. Nem ela.</p>
<p>E ela estava tão feliz que perguntou pra filha:</p>
<p>&#8211; Maria, ocê topa voltar comigo lá naquele médico  que falou que não tinha jeito porque eu já tou muito velha? Quero dar um chute na canela dele pra mostrar que os meus joelhos tão tinindo&#8230;</p>
<p>Quando cheguei à ong, contei para quem lá estava. De chofre alguém que estava com dor de joelho associou o mal da Vó com o seu joelho e do da minha mãe. Com o que eu concordei. Afinal, a energia circula  em um sistema por ela formado,  não tendo fronteira nem de tempo nem de espaço.</p>
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		<title>O Vigário e o benzedor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2019 17:44:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Vigário e o benzedor Benzenção sem charlatanismo é dom de Deus. Calça curta, pé no chão, lá ia eu com meus nove anos de idade.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>O Vigário e o benzedor</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: right;">Benzenção sem charlatanismo é dom de Deus.</p>
<p style="text-align: center;">
Calça curta, pé no chão, lá ia eu com meus nove anos de idade. Um pouco contrariado! Afinal, já era coroinha há uns dois anos e o padre podia achar ruim de estar visitando uma benzedeira. Mas o que podia fazer? Já havia passado o remédio que o médico receitara. E como ardia! Nada, porém, de melhoras. Além do mais eu estava indo a mando de minha mãe. Ela disse que era a única coisa que podia dar jeito naquilo.<br />
Seu nome era Angerca. Pelo menos era assim que a gente falava. Baixinha, meio corcunda, cabelos longos, foi logo me mandando assentar no toco de madeira que havia no canto da sala de chão batido. Perguntou-me o que que era. Disse-lhe que minha mãe falou que era cobreiro.<br />
&#8211; Deixa eu ver&#8230;<br />
Meio sem jeito, arregacei um pouco a perna da calça curta e deu para ela ver minhas virilhas. Minha pele estava toda vermelha e encanjicada.<br />
&#8211; Tem quanto tempo?<br />
&#8211; Mais ou menos uma semana.<br />
&#8211; E por que só veio agora?<br />
&#8211; Tava passando remédio&#8230;<br />
&#8211; E por que não continua?<br />
&#8211; Não tá adiantando nada.<br />
&#8211; Esses doutor!&#8230; Não sabe nada e fica tapeando os outro. Num tem remédio pra isso não, minino. Só benzeção. Se ocê tivesse vindo quando apareceu, já tava curado.<br />
E começou seu ritual. Folha de goiabeira! Picava e me mandava responder:<br />
&#8211; É com isso que eu corto.<br />
Não me lembro mais dos detalhes. Só sei que no outro dia o negócio começou a secar. Foi parando de coçar e daí a alguns dias minha pele estava novinha em folha. Que alívio! Da coceira. Do incômodo. E do ardume do remédio.<br />
Como um coroinha responsável, estava doido para comentar com o Pe. Rubem e saber sua opinião. Mas tinha que esperar uma ocasião de só nós dois.<br />
Ela apareceu. Ele foi dar a Extrema Unção num lugarzinho perto do Serro e me chamou pra ajudá-lo.<br />
Na estrada, dentro de sua forreca, um ford bigode, puxei assunto.<br />
&#8211; Pe. Rubem, benzeção é pecado?<br />
&#8211; Se faz o bem, não. Por que você está me perguntando?<br />
Tranqüilizado pela sua resposta, contei-lhe o meu caso.<br />
&#8211; E o sr, acredita?<br />
&#8211; Se sarou, só me resta acreditar.<br />
&#8211; Não, sr. Padre. O sr. acredita em benzeção?<br />
Foi então que ele me contou sua história.<br />
Estava ele um dia na sacristia se aparamentando para a Missa, quando entra um fazendeiro conhecido. Muito católico e presente na vida da Igreja, veio perguntar se podia levar um benzedor à sua fazenda. Seu gado estava se definhando. Já havia usado todos os medicamentos e procedimentos recomendados. Mas o mal só fazia aumentar e se alastrar. Se continuasse daquele jeito, ia perder todo o seu rebanho.<br />
Comentando com um amigo, também da roça, ficou sabendo de um benzedor que era tiro e queda. Bastava uma benzeção e o gado ficava novinho em folha.<br />
&#8211; O Sr. acha que eu posso levá-lo, Padre?<br />
&#8211; Pode sim, é claro. Mas primeiro eu quero ter uma conversinha com ele.<br />
No mesmo domingo, de tardinha, o fazendeiro foi à casa paroquial levando o benzedor a quem o pe Rubem perguntou:<br />
&#8211; O que o sr faz para curar a criação?<br />
&#8211; Mando reunir o gado no curral. Faço minhas orações. Cruzo uns galhos de assa-peixe na porteira principal e depois saio abençoando as rezes.<br />
&#8211; Além das orações, é preciso estes outros procedimentos? Perguntou pe Rubem, apelando para que ele fosse o mais franco possível.<br />
&#8211; Na realidade não, padre. Basta eu firmar meu olhar no gado, que a bernedaiada cai toda.<br />
&#8211; E por que você inventou todo esse ritual?<br />
&#8211; Porque se não o pessoal não dá valor.<br />
&#8211; Pois tudo bem. Deus lhe deu um dom e você vai continuar usando dele para fazer o bem. Mas sem iludir as pessoas. Isso é charlatanismo. E é aí que está o pecado. Portando, você vai à fazenda do meu amigo aqui e vai curar o gado dele. E tem mais: eu vou com vocês.<br />
No outro dia cedo, rumaram para a banda do Lucas. Quando chegaram à fazenda, já estava na hora do almoço. E que almoço! Fizeram uma sestazinha, e lá pelas 13 hs o dono mandou reunir o gado.<br />
O sol estava a pino e causticante. Era o ideal, de acordo com o benzedor. O curral ficou que não podia nem passar por entre as rezes. O benzedor se postou no meio da varanda e fixou o olhar no gado, girando-o lentamente da esquerda para a direita. No que seu olhar girava, os bernes iam pulando do gado parecendo enxame de pipocas.<br />
&#8211; Agora o sr pode mandar seu vaqueiro buzuntar as feridas com azeite, porque já não tem nem mais um berne nas suas rezes, afirmou o benzedor.<br />
&#8211;  Como você vê, meu dileto coroinha, eu acredito. Acredito em Deus e na sua bondade em nos aquinhoar com seus dons. E somos muito mais capazes do que acreditamos atualmente. A gente é que não tem sabido lidar com os dons recebidos.</p>
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		<title>Homenagem à criança e ao professor!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/homenagem-a-crianca-e-ao-professor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2019 17:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Homenagem à criança e ao professor! O bom professor sabe trabalhar a magia das crianças. Outubro é o mês da criança e do professor! É apenas<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong>Homenagem à criança e ao professor!</strong></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: right;">O bom professor sabe trabalhar a magia das crianças.</div>
<p style="text-align: center;">
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;">Outubro é o mês da criança e do professor! É apenas uma coincidência?! Acreditamos que não.  Talvez seja porque um não viva sem o outro. Por isso, escolhemos um texto que fala de ambos para comemorarmos suas datas, respectivamente o dia 12 e o dia 15.</div>
<div style="text-align: center;">O autor do texto homenageia sua professora primária usando da<em> história da formiguinha e a neve.</em> Ele foi o primeiro aluno da turma a repeti-la inteirinha, logo que a escutou. O que, de certo modo, o redimiu da vergonha do dia anterior, primeira aula, em que ele foi um dos poucos da turma que não soube identificar seu próprio nome no quadro negro.</div>
<div style="text-align: center;">Através desta poesofia <strong>parabenizamos</strong> todas as <strong>crianças</strong>, que ainda vivem a dimensão da pureza e da magia, e todos os <strong>professores</strong>, principalmente aqueles que não sufocam a dimensão da magia de seus alunos.</div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;"><strong>História da Formiguinha</strong></p>
<p>Mestra do ontem perdido,<br />
quando nos ensinaste<br />
a história da formiguinha<br />
e eu primeiro a repeti<br />
secando as lágrimas do ontem<br />
pela vergonha de não me saber<br />
no quadro da vida escrita,<br />
eu sentia a diferença de tua flor<br />
em meio às flores que todas sentia.<br />
Só que não sabia,<br />
mestra do dia-a-dia,<br />
que daquela historinha<br />
o personagem era eu.<br />
Eu era a formiguinha<br />
que a neve da vida prendeu.<br />
Eu nem sonhar podia<br />
que os então pezinhos soltos<br />
pela neve seriam envoltos<br />
e eu pediria socorro<br />
ao sol por trás do muro,<br />
ao rato e ao gato,<br />
ao cachorro e ao homem<br />
e voltaria a ter fome<br />
do Deus que  me teceu.<br />
Este Deus que dentro de mim<br />
com o nó da neve cresceu<br />
e com o dedo da ciência<br />
de quem busca a verdade<br />
apontou pro sol em riste<br />
derretendo o dia-a-dia triste<br />
do meu pé  que desprendeu.<br />
Também nem podia sonhar,<br />
mestra do hoje querida,<br />
que no tecer a vida<br />
pra desprender o pé<br />
das sombras de meu caminhar<br />
serias tanta fonte de fé<br />
e um dos mais fortes raios de sol<br />
na busca de meu arrebol.<br />
Se você não conhece a história da formiguinha e a neve, acesse o link</p></div>
<div style="text-align: center;"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=iOgnHJ2BbZI</strong></div>
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		<item>
		<title>A Ser Em Si na Web TV</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/a-ser-em-si-na-web-tv/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2019 17:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça a webTV Ser em Si no Youtube! A partir de agora você vai conhecer um pouco mais sobre Energia Material Humana e Sabedoria Popular. Basta<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Conheça a webTV Ser em Si no Youtube!</strong></p>
<p>A partir de agora você vai conhecer um pouco mais sobre Energia Material Humana e Sabedoria Popular. Basta seguir nossa webTV no Youtube</p>
<p style="text-align: center;">Acesse <a href="https://www.youtube.com/channel/UCtSq8D6fvKVgIY0f1j2ei4g">aqui!</a></p>
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		<title>Boca boa?!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/boca-boa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Dec 2019 17:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boca boa? Pela gula passamos a reprimir nosso próprio desejo. Cada vez mais nos assusta a relação que o ser humano tem tido com o alimento. Pior<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><strong>Boca boa?</strong></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: right;">Pela gula passamos a reprimir nosso próprio desejo.</p>
<p>Cada vez mais nos assusta a relação que o ser humano tem tido com o alimento. Pior ainda quando esse indivíduo se diz cristão. É o próprio Cristo que disse: “O que importa não é o que entra pela boca do homem, mas o que dela sai.”</p></div>
</div>
<div style="text-align: center;">
Essa mensagem explicita a idéia de que a origem do mal não está fora do homem, e sim, dentro dele. E o que vem de fora pode se transformar em mal em função do ambiente que encontre dentro desse homem. E se isso acontecer, de sua boca sairá o mal.</p>
<p>Completamente diferente da ideologia que tem orientado os atuais hábitos alimentares. Hoje se come porque tal coisa tem tantas vitaminas, tantas proteínas, tantas calorias, baixo teor de colesterol, baixo teor de glicemia, é diurético, não engorda, é anti-oxidante, e vai por aí afora! E vamos ficando cada vez mais por fora de nós mesmos. Em meio a um ambiente asséptico, esterilizado, orquestrado por homens e mulheres vestidos de branco da cabeça aos pés. A escolha não se faz mais motivada pelo amor, pelo gosto, e sim, pelo medo de que isso ou aquilo nos faça mal. Já não mais nos alimentamos. Cumprimos dietas. Mais uma vez reforçando-se a ideologia de que o mal se encontra é fora do homem.</p>
<p>Na Sabedoria Popular o certo ou errado, em termos de comida, era dado pela dimensão erótica. “Mais vale um gosto!” É o que sempre diziam. Nem a quantidade importava muito. O que de fato importava era tirar-se o máximo de prazer daquela relação. Daí o ambiente de paz e tranqüilidade que se exigia na hora das refeições. Daí a noção de temperança que sempre pairava no ar, junto com um cheirinho de comida feita no fogão de lenha e manipulada com o carinho de quem realiza um ritual sagrado. Que saudade!</p>
<p>Se não somos mais nem sujeitos de nossos gostos, quanto mais do paladar! Aliás alguém quase apanhou um dia desses ao afirmar que paladar é diferente de gosto. Tentavam lhe provar que são iguais.</p>
<p>Quem assim pensa deve ter se mirado nos animais. Mas esses, apesar de não terem paladar, por mais inferiores que sejam na escala zoológica, continuam sabendo fazer, desde que estejam em seu habitat natural, o que o ser humano vai progressivamente desaprendendo: escolher os seus alimentos.</p>
<p>Não estamos aqui negando os avanços e conquistas da ciência. Estamos tentando mostrar os retrocessos e perdas que a ideologia que a sustenta tem imposto ao ser humano. Apesar de evidências e fatos sem número que a todo dia poderiam estar a nos por para pensar! Quem não sabe citar algum alimento que ontem era condenado por isso ou por aquilo e que hoje é elevado à categoria de salvador!? E quem também não sabe citar um exemplo ao contrário!?</p>
<p>Nossa cultura reprime o desejo de todas as formas e a todo tempo: “abre a boca neném pro aviãozinho poder entrar!” É quando ensinamos e aprendemos a ser gulosos e a perder a verdadeira dimensão de prazer na relação com o alimento. Depois, sataniza o prazer em geral, fazendo-nos confundi-lo com alívio, vendendo, portanto, a idéia de um falso erotismo. Com isso reforçando a noção de que o vício ou pecado é que é a origem do prazer. Mas, sobretudo, nos obrigando a passar a ver na matéria apenas a dimensão da massa.</p>
<p>Se recuperarmos, porém, o verdadeiro significado do conceito de matéria, (aquele, usado nas ciências de ponta, que permite a existência de celulares, internet, energia nuclear, etc.) tudo tende a mudar. Voltaremos a buscar nos alimentos (matéria) a sua dimensão energética, o seu sabor, o seu valor; e recuperaremos até a consciência de que temos paladar; de que alívio é diferente de prazer e de que a gula nada tem a ver com desejo e, sim, com compulsão.</p>
<p>E quem por compulsão se alimenta (instinto de sobrevivência), certamente por compulsão se relacionará com outros elementos da realidade material e, principal e infelizmente, com os seus semelhantes (instinto de preservação da espécie). E nessa relação a palavra tem, cada vez mais, tido um papel fundamental. E se ela é expressa por alguém que desconhece seu desejo, porque não sabe de si e age é por compulsão, certamente seu conteúdo não revelará a verdade. E toda palavra que oculta a verdade é mensageira do mal.</p>
<p>A gente só dá o que tem. E só tem o que colhe. E só colhe o que planta.</p></div>
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		<title>Pai, guardião do desejo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Dec 2019 17:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>​Pai, guardião do desejo! ​Pai saudável é aquele que sabe respeitar os verdadeiros desejos dos filhos. O dom da paternidade é proporcional à capacidade de cada<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">​<strong>Pai, guardião do desejo!</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>​</strong>Pai saudável é aquele que sabe respeitar os verdadeiros desejos dos filhos.</p>
<p style="text-align: center;">
O dom da paternidade é proporcional à capacidade de cada pai em cultivar a produção/reprodução da energia material humana vital/positiva (EMH+). Quanto mais pai for mais proporcionará paz e harmonia em seu lar, tendo a sabedoria de respeitar e fazer respeitar os reais desejos dos familiares, principalmente das crianças,  para  gozar da felicidade de ter uma prole saudável física e espiritualmente.</p>
<p><strong>Distinção entre alívio e prazer</strong></p>
<p>Por isso, temos insistido na necessidade de se fazer a distinção entre <strong>prazer e alívio, entre desejo e compulsão.</strong> É essa consciência que alimenta a trajetória de uma boa e sadia paternidade.<br />
O <strong>alívio </strong>se dá quando estamos nos livrando das cargas de energia material humana mortal/negativa (EMH-). Esse processo gera uma sensação momentânea e passageira de bem estar. Mas, como é momentânea e passageira, é uma sensação que não nos satisfaz. Daí a necessidade de se repetir <strong>compulsivamente</strong> o mesmo processo ou buscar outro que gere alguma sensação semelhante.<br />
A vivência do alívio é normal no atual estágio de nossa evolução humana. Quem não precisa de se aliviar de vez em quando?! A questão está em se passar a considerar alívio como prazer, criando-se e alimentando-se uma <strong>mente  compulsiva</strong>. É assim que se amplia a produção/reprodução da EMH-.<br />
Já o verdadeiro <strong>prazer </strong>só se dá numa situação de bem estar, de paz, que é a condição necessária para se poder fruir o fluir da energia material humana vital/positiva (EMH+). É essa que nos proporciona satisfação e/ou até mesmo o gozo, gerando um sentimento de potência e auto-estima. E isso vale para todas as etapas da vida, sobretudo, porém, para as fases iniciais da criança/adolescente.<br />
São as chamadas fases biológicas: umbilical, oral, anal, genital e sexual. Elas expressam os nossos sistemas autônomos, responsáveis pelo nosso amadurecimento orgânico e psíquico. O amadurecimento desses sistemas, (respiratório, digestivo, excretor, reprodutor e produtor, respectivamente) e consequente aumento de autoestima do sujeito, se dá pela capacidade de vivenciá-los com progressivo <strong>autocontrole</strong> para se extrair cada vez <strong>mais prazer</strong>.<br />
Por isso o verdadeiro prazer só se dá no cultivo das <strong>virtudes</strong>, que são a expressão de nossa potência (autocontrole X prazer) na relação conosco, com o meio e com o nosso semelhante. Não é à toa que virtude é formada por “vir” (do latim, varão) e “tus” (também do latim, <strong>perfumoso</strong>). E perfume é uma das características da EMH+, além do calor, da oleosidade e da doçura.</p>
<p><strong> </strong><br />
<strong>A paternidade na Sabedoria Popular</strong></p>
<p>Na Sabedoria Popular não se preocupava em se ensinar isso ou aquilo aos filhos. O que se buscava é transmitir-lhes o valor da vivência das virtudes, em especial, honestidade, humildade, solidariedade, paz e amor, <strong>respeitando-se ao máximo o desejo</strong>, mas coibindo-se todo capricho e voluntariedade. Um homem virtuoso sabe entrar e sair das situações conhecidas, como também, a se virar nas desconhecidas, pois seu aprendizado foi todo na busca da perfeição.</p>
<p><strong>E hoje em dia?</strong></p>
<p>Infelizmente a sabedoria popular tem sido descartada pelo saber tecnocrático, para o qual virtude cheira a palavrão, a aparência é a medida e a competição, a motivação. Aprende-se a cultivar apenas o alívio, conferindo-lhe <strong>status </strong>de prazer. Por isso, o único sentimento reinante e restante é o de culpa. É ele que, geralmente, determina as atuais relações marido x mulher, pais x filhos e irmã(o) x irmã(o).<br />
Por tudo isso, a paternidade tem deixado de ser uma bênção para se tornar um fardo. E quão difícil tem sido carregá-lo!<br />
​<br />
<strong>Nossos Votos</strong></p>
<p>Recobremos a leveza e a beleza da vida, que passa por uma paternidade ativa e sadia!<br />
​<br />
<strong>Que os pais sejam cada vez mais pais, guardiões dos reais desejos dos filhos, sendo sustentados pelas bênçãos do Pai de todos nós!</strong><br />
São os nossos votos, encaminhando-lhes a poesofia sobre <a href="http://r.newsletter-seremsi.com/mk/cl/f/RyfK3USvVdOUb_FGVZFW1MtA1EAW7FSrw4iwjKh6kJ0RVvQ6I_gKm54prFsq7YFSl6-TBQudXw1Gus8BHxV6RPQ8SSOm24MnPwMwUhoeLaMtyqYmNJ9hUoKzgYAnf5v-OFDKqE3TkQaRiwgL-_Hh16m4pxBE040zGwf8RkEPFUqW0r24B1FtU_afT3Nki7EjOXpAdCl-fpUV-Fcm" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">virtude</a>.</p>
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		<title>A falência do teste drive</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2019 17:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falência do teste drive ​ Namorar é avaliar quão virtuoso(a) é o(a) pretendente No inconsciente coletivo da Sabedoria Popular existia a convicção de que só as<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="exibe"><img decoding="async" class="png_bg aligncenter" title="" src="https://seremsi.org.br/arquivo/f8486c03e50be7c3aaa7c7cbc9aae8138d90ff9d_." alt="" width="550" /></div>
<div style="text-align: center;"><strong>A falência do teste drive</strong><br />
​</div>
<div style="text-align: right;">Namorar é avaliar quão virtuoso(a) é o(a) pretendente
</div>
<div style="text-align: center;"></div>
<p style="text-align: center;">No inconsciente coletivo da Sabedoria Popular existia a convicção de que <strong>só as pessoas virtuosas têm a capacidade de vivenciar o verdadeiro amor</strong>. E esse era o foco dos namorados: descobrir até quanto o seu pretendente era verdadeiramente virtuoso. Só as virtudes possibilitam o verdadeiro prazer e, por consequência, a capacidade de gozar a vida, inclusive sexualmente. É por aí que se forma o chamado calor humano, tão característico da cultura dessa sabedoria.<br />
Hoje, sem a presença desse calor humano, seja nos lares, seja na sociedade como um todo, fica difícil você encontrar pessoas realmente virtuosas. Pelo contrário. Na medida em que vivemos numa cultura cuja marca principal é o medo e a agressão à natureza, não só a do meio, mas, principalmente, a humana, com a consequente produção/reprodução da EMH- (energia material humana mortal/negativa), pecar passou a ser até chique: &#8220;divina gula&#8221;, &#8220;inveja boa&#8221;, &#8220;sair pro crime&#8221;, etc. Com a negação da dimensão da energia na matéria, o conceito de pecado esvaziou-se completamente, tornando-se até um tabu, um interdito. E se não há pecado, não há pecadores. Como tal, perdeu-se a noção de culpa. Sem culpa, vira-se corrupto. Pode-se tudo e nada de arrependimento. <strong>Aqui está a explicação para a crescente frieza humana, individual e/ou coletiva</strong>.</p>
<p>É então que entra em cena a figura do &#8220;teste drive<em>&#8220;</em>. Como não se tem mais calor humano que atraia, fica-se só na aparência física, na atratividade da beleza externa. E como isso não é garantia de uma relação saudável e duradoura, tem-se que experimentar <strong>para se medir</strong> <strong>o grau de frieza</strong>.</p>
<p><strong>Só que tal experimentação é muito mais complexa do que se imagina</strong>. Na medida em que o desejo humano está num processo de <strong>evolução (do cio biológico para o psicobiofísico),</strong> nada está pronto e acabado, principalmente o desejo feminino. Esse só tende a evoluir e amadurecer numa busca permanente e estável do casal pelas suas verdades, num ambiente de abertura e solidariedade, seja dentro de um casamento formal ou fora dele.</p>
<p>Tal busca, porém, só será bem sucedida se os indivíduos conhecerem a origem e o funcionamento da EMH (energia material humana). É que esse processo para evoluir, e não involuir, tem que focar na <strong>liberação das cargas de EMH-,</strong> que deixa nossos tecidos insensíveis ou hipersensíveis, impedindo o fruir do verdadeiro prazer e, consequentemente, do gozo.Essa liberação das cargas de EMH- nos traz um estado de alívio e cria um ambiente de bem estar para podermos fruir o verdadeiro prazer. E aí passamos a enfrentar e superar a vida pecaminosa e a cultivar as virtudes, para que nos tornemos sujeitos da EMH+ (energia material humana vital/positiva) e multiplicadores de vida.</p>
<p>Que o dia dos namorados seja um estimulo para esse tipo de reflexão e nos deixe ver o nosso semelhante como <strong>sujeito e não apenas como objeto</strong>. Para isso, dedicamos aos namorados a poesofia <strong><a href="http://r.newsletter-seremsi.com/mk/cl/f/Cio_2lKY1Fi6b_S2Hcz3LQBf_g7eRca1f7m7tdkPF733f9OKyfgiQkGdY9XHWnE8_A3_ODaE14OnnPZzVNTMCBSFDQJedyTG9wG-kFHLsGsN7V4KZp3Ba2S2h6bX0_hDNGf3Q7hxcuer8MhA7tinoSrEPhYsuym5cKHrYMNDTc0YCwtiEfFrNtRdXAwEtvk1" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">virtude</a>,</strong> desejando-lhes muitas felicidades que virá com o cultivo do Calor, do Perfume, da Oleosidade e da Doçura, as características positivas do amor e da EMH+.</p>
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		<title>Feliz dia das Mães!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2019 17:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feliz dia das mães! É no colo materno que começamos a amar ou desamar a vida! Nosso processo de humanização começa no aconchego do colo de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Feliz dia das mães!</strong></p>
<p style="text-align: center;">É no colo materno que começamos a amar ou desamar a vida!</p>
<p>Nosso processo de humanização começa no aconchego do colo de nossas mães. Eis porque devemos louvá-las e comemorar este dia. E a melhor maneira de fazê-lo é refletirmos sobre seu papel na nossa história.<br />
Se o movimento feminista tem prestado bons serviços ao capitalismo e à sociedade de consumo, pouco tem ajudado as mulheres no seu amadurecimento e evolução. Ao invés de estimular a busca da superação do patriarcalismo pela afirmação de sua referência como fêmea, esse movimento tem levado as mulheres a imitarem o homem no que ele tem de mais patriarcal: o machismo. E isso até na relação com sua própria referência sexual, tornando-se co-produtora da energia material humana negativa/mortal (EMH-), matéria prima de nossos males, doenças e vícios!<br />
Com isso, as relações entre homens e mulheres tem se deteriorado cada vez mais e em maior profundidade. As famílias se desestruturando a olhos nus! As crianças adoecendo cada vez mais e mais cedo! E os centros de saúde (ou de doença?!), física e mental, cada vez mais cheios de gente e vazios de respostas.<br />
A qualidade de vida do ser humano passa necessariamente pelo calor e aconchego do colo materno. É aí que começamos a amar ou desamar a vida! É aí que é lançado o alicerce de nossa personalidade e o rumo do nosso futuro.<br />
Daí a importância do dia de hoje. Daí nosso real encantamento com a realidade mãe.<br />
Mas daí também a necessidade de encararmos os desafios da história, buscando entendê-los e superá-los. E o maior desafio de toda mãe é não abdicar da sua <strong>essência enquanto mulher</strong>. E essa essência passa necessariamente pela consciência e vivência de sua referência genital feminina: intumescimento e contração vaginal. Assim, de fato, ela se tona uma mãe feliz e fonte de felicidade para os seus, vivendo <strong>a paz , o calor e a doçura</strong> de sua própria:</p>
<p><strong>REFERÊNCIA</strong></p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>O ser só é<br />
se sua referência<br />
é em si<br />
pois em sendo<br />
essência<br />
irradia<br />
no dia-a-dia<br />
a alegria<br />
de sua fé<br />
n´Aquele que é.</p>
<p>Afinado nesse tom<br />
potencializa seus dons<br />
crescendo em virtude<br />
gerando sabedoria<br />
para uma sinfonia<br />
que o mundo mude.</p>
<p><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=207"><strong>Veja a íntegra dessa poesofia.</strong></a></p>
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		<title>Dia da mulher?!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/dia-da-mulher/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Dec 2019 17:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia da mulher?! Só a consciência e vivência da potência sexual feminina podem gerar um novo ser humano. Não se pode negar a importância histórica e<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong>Dia da mulher?!</strong></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;">
<strong>Só a consciência e vivência da potência sexual feminina podem gerar um novo ser humano.</strong></p>
<p>Não se pode negar a importância histórica e relativa desta data. Afinal, ela expressa, de alguma forma, o início do reconhecimento da sociedade patriarcal sobre o valor da mulher. Valoração, infelizmente, ainda restrita a algumas áreas, em especial a econômica. O cerne da ideologia patriarcal, entretanto, continua intocado e até mesmo intocável: a mulher é um ser sexualmente não referenciado. Ou pior, ela continua sendo referenciada pelo homem através de algo seu (o clitóris ou pequeno falo) que lembra a referência masculina.<br />
Apesar de sua importância, não se pode negar que a existência desta data sinaliza a permanência da hegemonia do patriarcalismo, pois que, numa sociedade assentada na igualdade de gêneros, todo dia é dia da mulher e do homem.<br />
Na dimensão da energia todos somos potencialmente iguais, como produtores/reprodutores da<strong><em> <a href="https://seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25">EMH = energia material humana. </a></em></strong>As diferenças biológicas existem para possibilitar o processo de complementaridade humana, em especial, entre o homem e a mulher, na sua vivência da fusão genital. O respeito a essas diferenças é que proporciona a verdadeira igualdade.</p>
<p>Nossa missão é lutar pela conquista dessa igualdade, por acreditarmos que o verdadeiro amor só é produzido numa relação entre iguais, numa relação em que ambos sejam sujeitos. E essa igualdade só se dará, de fato e de direito, no momento em que se tomar consciência de que a mulher é um ser sexualmente referenciado. Ou por outra, que <strong>a mulher tanto pode ser potente quanto impotente</strong>, tudo depende de sua capacidade de saber lidar com a dimensão da energia material humana – EMH.</p>
<p>E isso é determinante, já que na vivência de sua potência a mulher produz a Energia Material Humana Vital/Positiva (EMH+), sendo co-partícipe do modelo sexual da fusão genital. Por isso, na Sabedoria Popular, buscava-se uma companheira virtuosa para se casar, pois é pela virtude que se cultiva a EMH+. Ao contrário, na vivência da impotência se cultivam os vícios, produzindo-se e reproduzindo-se a Energia Material Humana Mortal/Negativa (EMH-), cultivando-se o modelo sexual da fissão genital.</p>
<p>Acreditamos que a vivência consciente da potência genital pela mulher <em>(contração e intumescimento vaginal)</em> seja a condição necessária para a superação da sociedade patriarcal e a construção de um mundo novo, pois que habitado e sustentado por um novo ser humano, aquele gerado pela:</p>
<p><strong>Poética potência</strong></p>
<p>Afirmo a fêmea potente<br />
em toda a sua inteireza<br />
que se dá como um presente<br />
das forças da natureza.</p>
<p>De uma potência dialética,<br />
pulsante e perceptível,<br />
que a tal da ciência cética<br />
vai tornando invivível.</p>
<p>Viva a fêmea energia<br />
da natureza em nós<br />
pulsando em harmonia</p>
<p>pelo ritmo do cosmos<br />
e com a vida em poesia<br />
reatando nossos nós.</p>
<p>Por tudo isso a SER em SI fundou e tenta implementar <strong>o MARF – Movimento de Afirmação da Referência Feminina,</strong> <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=20&amp;id=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cujo manifesto se encontra disponível em nosso site, valendo a pena a sua leitura.</a></div>
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