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	<title>CPOD-CE - Mais Projetos Archives | SER em SI</title>
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		<title>Parte da Entrevista ao Estado de Minas não publicada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 14:29:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CPOD-CE - Mais Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1) Como especialista na área de educação, como vc define o ensino brasileiro? Iniciei toda essa minha busca pelas angústias que me causavam meu papel de professor<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>1) <em>Como especialista na área de educação, como vc define o ensino brasileiro?</em></p>
<p>Iniciei toda essa minha busca pelas angústias que me causavam meu papel de professor do ensino médio, principalmente para os alunos dos cursos noturnos, a quem denominei de alunos trabalhadores. Cheguei a concordar com uma visão pedagógica que coloca na forma de se ensinar as causas de nossos fracassos escolares. Depois passei a apontar essas causas nos conteúdos de nosso ensino.<br />
Hoje tenho a convicção de que a questão principal está no nosso paradigma de conhecimento. O atual paradigma que sustenta o nosso ensino tem que mudar, tanto na forma quanto no conteúdo. Ele está distante da vida do dia-a-dia de nossa população. Daí a desmotivação  e até mesmo uma resistência, seja pelo absenteísmo, seja pela violência. Ele tem-se mostrado eficiente para formar tecnocratas, mas péssimo na formação de seres humanos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>9) Como criar filhos num seio familiar desestruturado e em meio à violência do mundo atual?</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mim, a violência atual resulta da confusão que temos feito entre prazer e alívio.<br />
Na medida em que temos tomado alívio por prazer, já não mais sabemos distinguir virtude de vício. A virtude é algo que tem a ver com força, com o exercício de nossa potência. Portanto, ela interage com o mundo do prazer. Já o alívio está diretamente ligado com o mundo do vício. É algo que fazemos por compulsão, por fraqueza. Se passamos a confundir esses dois mundos, por termos desaprendido a lidar com o caráter ambivalente da energia material humana, a questão de valores se torna algo totalmente abstrato e pejorativamente relativo. Tudo pode. É só uma questão de argumento.<br />
Da mesma forma, a recuperação da harmonia familiar passa pela reintrodução, em nossa visão de mundo, dessa noção de energia material humana. A família é a principal unidade de produção/reprodução dessa energia. Se nela já não mais se sabe distinguir a energia positiva da negativa, também já não se sabe distinguir virtude de vício. E, portanto, ela termina sendo o primeiro elo nesse progressivo processo de geração de violência.<br />
Lamentavelmente,  na família esse processo é mais perverso porque é inconsciente. O infanticídio moderno é amplo e patente. Nossas crianças estão sendo massacradas. Afinal essa energia é emitida, captada e processada como qualquer outra. E, infelizmente, o que tem predominado no seio de nossas famílias é a produção/reprodução da energia material humana negativa ou mortal. Cada vez menos as famílias são um espaço de aconchego e de amor. Precisamos urgentemente superar esta situação de caos. E isso passa pela mudança de nossa visão de mundo, pela construção de um novo paradigma de conhecimento. Por isso é que tenho afirmado a importância da sabedoria popular. Nela acredito estarem as bases e os sinais para a construção desse novo paradigma e, portanto, de um novo ser humano, de uma nova sociedade.</p>
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		<title>Projeto Pré desejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 14:29:14 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Objetivo</strong></p>
<p align="left"><strong>Criar um grupo multidisciplinar para formular uma nova metodologia para recuperação de viciados.</strong></p>
<p><strong>2. Justificativa</strong></p>
<p>Apesar da boa vontade e dos esforços empreendidos no processo de recuperação dos viciados e levando-se em conta a taxa de êxito obtida, não podemos deixar de constatar o grau significante de fracasso das atuais metodologias – seja pelo grande número de reincidência, seja pela dificuldade de re-inserção do “tratado” ao seu meio, seja pela busca de substitutivos ao objeto do vício, mas, sobretudo, pela não recuperação da maioria dos viciados.</p>
<p><strong>3. Histórico</strong></p>
<p>Em geral, os pressupostos teóricos que sustentam os atuais tratamentos se baseiam em princípios da química e da psicologia, predominantemente sua vertente comportamental. A isso se alia um modelo de espiritualidade em geral descolada da materialidade da realidade humana, especificamente da dimensão da energia material, quando o centro de recuperação segue alguma orientação confessional.</p>
<p>Se tais pressupostos não têm gerado a eficácia necessária na terapia, é na prevenção que vamos encontrar a sua maior vulnerabilidade, pois o que se vê é uma tendência crescente de universalização desse fenômeno.</p>
<p><strong>4. Proposta</strong>:</p>
<p><strong><em>A questão básica, portanto, é de se criar uma metodologia de reaprendizagem que propicie o enfrentamento dos fatores determinantes da compulsão; o reconhecimento e consciência do próprio desejo; e a busca de sua vivência numa relação harmoniosa consigo, com o outro e com o meio</em>.</strong></p>
<p>O primeiro questionamento da ONG a esse enfoque diz respeito à própria conceituação da palavra <u>vício</u>. Normalmente se tem tomado a conseqüência pela causa.</p>
<p>Chocolate não é vício. Álcool não é vício. Tabaco não é vício. Sexo não é vício. Assim como nenhum outro produto humano ou natural. Vício é a forma como o ser humano lida com esses elementos. E essa maneira é determinada pela relação que o indivíduo tem com o seu próprio desejo. Como esse é o problema básico de nossa civilização, deve ser também ele a base de nossa reflexão.</p>
<p>O próprio Freud já afirmava que nossa civilização se sustenta na repressão ao desejo. Por sua vez, o processo de repressão ao desejo vai levando o indivíduo a agir por compulsão. Conforme o grau dessa repressão, o indivíduo passa a agir e reagir apenas por compulsão. E é essa a compulsão a matéria-prima dos vícios: Inveja, Gula, Cobiça, Orgulho, Preguiça e Ódio.</p>
<p><em>São portanto esses vícios que devem ser enfrentados e não os produtos humanos ou naturais de que se alimentam</em>.</p>
<p>Entretanto, cada vez mais tem se tornado normal, em nossa cultura, o cultivo de algum ou alguns desses vícios. Até um determinado grau esse cultivo permanece na linha da normalidade. “Um pouco de vaidade não faz mal a ninguém.” / “Lá em casa todo mundo é bom de garfo”. “Sem ambição ninguém vai para frente”. / “ Eu até que tenho inveja, mas é inveja boa.” / “Eu odeio fulano!” Essa normalidade só passa a ser considerada uma questão quando o grau de cultivo do vício interfere no desempenho do viciado, prejudicando a sua produtividade e/ou sua sociabilidade. Ou por outra, quando o viciado passa a provocar algum prejuízo ao seu meio. Aí ele passa a ser visto como um problema que deve ser resolvido.</p>
<p>Outra contradição que reforça a anterior e que tem impedido um eficaz enfrentamento dos chamados vícios (ou pecados capitais) é a falsa associação que tem sido feita entre eles e o conceito de prazer. É comum hoje se associar a idéia de prazer à noção de pecado. Mesmo quando se tem em mente a verdadeira definição de pecado: agressão à natureza humana determinada pela compulsão. Na realidade, nada que é feito por compulsão gera prazer. É que se tem confundido a noção de prazer com a noção de alívio.</p>
<p><u>Alívio </u>é uma descarga de energia negativa que propicia um momentâneo “equilíbirio” ao sistema energético dando a impressão (falsa) de prazer. O prazer é algo bem superior e profundo: é o processo de fruição da energia positiva fluindo no nosso sistema corpóreo. E em assim sendo, a sua dimensão é de totalidade e de permanência.</p>
<p>Quem age ou reage por compulsão é porque não aprendeu e, portanto, não é capaz de fazê-lo motivado pelo real desejo, que é a verdadeira fonte de prazer. Ou por outra, quem é capaz de fruir o prazer não tem normalmente necessidade de agir por alívio.</p>
<p>Essa busca passa necessariamente pela aceitação e compreensão da dimensão da energia material humana, seja para aprender a se desfazer das cargas negativas (compulsão), seja para aprender a ampliar as cargas positivas (desejo).</p>
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