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	<title>2013 Archives | SER em SI</title>
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		<title>Natal: iní­cio do ciclo virtuoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2013 19:03:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Natal: início do ciclo virtuoso No Natal comemoramos o nascimento do “Verbo que se fez carne e habitou entre nós”. Através da palavra [verbo] Ele nos<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Natal: início do ciclo virtuoso</strong></p>
<p>No Natal comemoramos o nascimento do “Verbo que se fez carne e habitou entre nós”.<br />
Através da palavra [verbo] Ele nos ensinou:“Seja feita a vossa vontade assim na terra como [é feita] no céu”.<br />
Sua vontade está explicitada nos seus Evangelhos.<br />
Antes dos Evangelhos, porém, ela já fora inscrita em nossos corações. <strong>Somos natureza e é através dela que Deus também fala conosco.</strong><br />
Certamente, por isso, o ser humano, na sua evolução, tem buscado ser cada vez mais <strong>senhor de sua própria natureza</strong>. Nessa busca, entretanto, nem sempre tem respeitado às leis dessa mesma natureza, agredindo-a. E assim passou a produzir/reproduzir a energia material humana mortal/negativa (EMH-). Sem conhecer a origem e funcionamento dessa energia, cada vez mais a tem produzido e, consequentemente também, cada vez mais reprimindo seus desejos, produzindo um <strong>ciclo vicioso que nos leva a considerar como <em>prazer</em> aquilo que não passa de <em>alívio</em>.</strong><br />
Foi para quebrar esse ciclo vicioso e permitir a continuidade e a evolução da espécie que o Verbo se fez carne, habitou entre nós e revelou-nos a vontade do Pai.<br />
Só que ainda não tomamos consciência da origem desse ciclo vicioso. <strong>Continuamos a cultivar o saber ao qual Ele veio se contrapor</strong>. E, assim, o Cristianismo ainda não se tornou verdadeiramente a inspiração de nossas práticas do dia a dia, de nossas vidas.<br />
A Sabedoria Popular conseguia escutá-Lo e entendê-Lo, pois sempre considerou a dimensão de energia na matéria<strong>. E foi dialogando com a Sabedoria Popular que o Cristrianismo cresceu e se expandiu</strong>.<br />
Essa mesma Sabedoria Popular, porém, não tendo consciência de si mesma, foi e continua sendo dizimada pelo saber mecânico-tecnocrático, reprodutor da civilização grego-judaica, que reduziu a matéria apenas à sua dimensão de massa. Com isso, na luta dialética entre o Bem e o Mal, esse último tem conseguido não só manter como também até ampliar sua hegemonia.<br />
Recuperando-se a dimensão de energia na matéria &#8211; que na realidade humana é a energia material &#8211; o Verbo passa a ter sentido, pois é nossa carne que passa a dEle e de seus ensinamentos precisar. Só através dEle podemos nos purificar das heranças de um saber construído em cima de uma matéria reduzida apenas à dimensão da massa.<br />
Que neste Natal ouçamos a nossa própria natureza, deixando que o Verbo se faça, antes de tudo, em nossa própria carne. Assim nossos corações se tornarão mensageiros de paz, justiça e amor e seremos verdadeiramente sujeitos do <strong>ciclo virtuoso</strong> que Ele inaugurou: passaremos a viver a real dimensão de prazer, no cultivo das virtudes.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Feliz Natal e um 2020 na vivência desse ciclo virtuoso!</strong></p>
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		<title>De onde vêm suas vontades?</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/de-onde-vem-suas-vontades-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2013 19:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De onde vêm suas vontades? Já foi dito que nossa civilização, tida como ocidental cristã, fundamenta-se na repressão ao desejo. Preferimos chamá-la de greco-judaica, pois até hoje, na prática histórica,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><strong>De onde vêm suas vontades?</strong>
</p>
<p style="text-align: left;">Já foi dito que nossa civilização, tida como ocidental cristã, fundamenta-se na <strong>repressão ao desejo. </strong>Preferimos chamá-la de <strong>greco-judaica</strong>, pois até hoje, na prática histórica, o cristianismo quase só lhe tem servido de embalagem. De qualquer modo, a Teoria da Energia Material Humana comprova essa afirmação: o desejo é reprimido pelo saber produzido por essa civilização, pois é todo embasado no conceito de que matéria é igual à massa, negando-lhe sua dimensão de energia.</p>
<p style="text-align: left;">Com essa negação, o que esse saber tem feito é criar meios e modos de convivermos com a energia material humana mortal/negativa, sem que aprendamos a dela nos desfazer. Com isso, cada vez mais, nos distanciamos de nossa própria natureza e, consequentemente, do nosso próprio desejo.</p>
<p style="text-align: left;">É uma pena! É a vivência do desejo que nos traz paz e felicidade! E é isso que nos liga com o Deus Amor!</p>
<p style="text-align: left;">Por ser a expressão da natureza em nós, <strong>o desejo</strong> é paciente, tem senso de oportunidade e é respeitoso. Daí que a sabedoria popular tinha uma verdadeira relação de sacralidade com ele.</p>
<p style="text-align: left;">Já <strong>a compulsão,</strong> que atualiza as nossas heranças históricas, é impaciente, oportunista e egoísta. É ela que gera o tal do capricho – ou <strong>voluntariedade &#8211; </strong> que tanto a sabedoria popular combatia!</p>
<p style="text-align: left;">Vamos tentar entender esses dois conceitos a partir da Teoria da Energia Material Humana.</p>
<p style="text-align: left;">O ser humano é um sistema vivo que funciona regido pelos instintos de sobrevivência e preservação da espécie. Para cumprir a missão desses dois instintos coexistem 5 sub-sistemas que funcionam independentemente de nossa vontade e por isso são chamados de autônomos: respiratório, digestivo, excretor, reprodutor (fase genital) e produtor (fase sexual).</p>
<p style="text-align: left;">Apesar de terem seu tempo próprio e sua própria dinâmica, o grau de amadurecimento do primeiro subsistema interfere na evolução do segundo, e assim por diante. E é através do <strong>amadurecimento progressivo e cumulativo</strong> de cada um desses subsistemas autônomos que se dá a formação do nosso desejo.</p>
<p style="text-align: left;">E o amadurecimento do desejo se mede pela capacidade do indivíduo de <strong>controlar </strong>cada um desses subsistemas e de dessa vivência extrair o máximo de <strong>prazer</strong>. É essa a medida de nossa potência: quanto mais nos sentimos senhores de nossos desejos mais nos sentimos <strong>potentes.</strong></p>
<p style="text-align: left;">O desejo sexual maduro é, portanto, a síntese da evolução de todas as etapas anteriores.</p>
<p style="text-align: left;">Sendo o desejo a expressão da natureza em nós, podemos afirmar que é através de sua vivência que produzimos/reproduzimos a energia material humana vital/positiva (EMH+), a nossa energia natural e primitiva.</p>
<p style="text-align: left;">Na medida, porém, em que o ser humano vai aprendendo a reprimir seus desejos, passa a agredir sua própria natureza e passa também a produzir/reproduzir a energia material humana mortal/negativa (EMH-). É essa energia que vai sujando os sensores de nossos subsistemas autônomos, impedindo o nosso real controle sobre eles e impossibilitando-nos de sentir prazer.</p>
<p style="text-align: left;">Ou por outra, se imaginarmos que o desejo fosse uma célula, a energia material humana mortal/negativa (EMH-) a encobriria por camadas, impedindo seu fluxo normal e produzindo um processo de expulsão violenta a que damos comumente o nome de <strong>compulsão</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">A vontade pode, pois, expressar tanto o nosso desejo quanto a nossa compulsão. Quando ela é expressão do desejo, propicia <strong>prazer </strong>e satisfação. Quando expressa compulsão, gera um <strong>alívio</strong> imediato, mas também um estado permanente de insatisfação, gerando a famigerada <strong>voluntariedade </strong>(capricho).</p>
<p style="text-align: left;">Daí a importância de estarmos sempre atentos às nossas vontades, delas nos desconfiando e perguntando-nos sempre: são expressão do nosso desejo ou de alguma compulsão?</p>
<p style="text-align: left;">Mais importante ainda é tentarmos ir nos livrando daquelas que expressam compulsão, a fim de que nos aproximemos cada vez mais do nosso desejo e possamos viver uma vida de paz, prazer, gozo e felicidade: o verdadeiro reino do amor, da vida em abundância.</p>
<p style="text-align: left;">Para refletir um pouco mais sobre esta temática, confira a poesofia <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=212">“Voluntariedade”:</a><br />
<a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=212">http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=212</a></p>
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		<title>Criança feliz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 May 2013 19:04:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CRIANÇA FELIZ! Nossa felicidade é proporcional à nossa capacidade de reconhecer e realizar nossos desejos. Por isso que, na Sabedoria Popular, o respeito ao desejo da criança era<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><strong>CRIANÇA FELIZ!</strong></p>
<p style="text-align: left;">Nossa felicidade é proporcional à nossa capacidade de reconhecer e realizar nossos desejos. Por isso que, na Sabedoria Popular, o <strong>respeito ao desejo</strong> da criança era algo <strong>sagrado</strong>. Por exemplo, obrigar uma criança a comer algo de que ainda não gostava, ou não queria naquele momento, era considerado pecado gravíssimo.</p>
<p style="text-align: left;">·         <strong>Respeito ao desejo sim. Às vontades jamais! </strong></p>
<p style="text-align: left;">É que nem sempre vontade expressa desejo. Muitas vezes a vontade expressa mais caprichos que desejo. E às vezes, mais do que capricho, ela é a expressão de <strong>poder e manipulação</strong>: birras, pirraça, morrinha, muxoxo, etc. Aí entravam o discernimento e a autoridade do educador da Sabedoria Popular para &#8220;por a criança em seu devido lugar&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Se uma criança persistisse com esse quadro é porque não estava bem. Precisava visitar a Siá Maria, a benzedeira lá do morro. E a Siá Maria, após seu ritual de benzeção, alertava tanto o pai quanto a mãe sobre o tal do olho gordo. E não só o de gente de fora, mas principalmente dos de dentro da casa, em especial, dos próprios pais.</p>
<p style="text-align: left;">E a criança voltava a se alimentar normalmente, a ter um sono tranquilo e um comportamento doce, como se esperava de qualquer criança saudável e sadia. Ou por outra, voltava a se conectar com o seu desejo, que havia sido sufocado pelo excesso de energia material humana negativa/mortal e virado <strong>compulsão.</strong></p>
<p style="text-align: left;">·         <strong>Desejo e vontade na visão da Energia Material Humana</strong></p>
<p style="text-align: left;">Com a negação da energia na dimensão da matéria, nem mais os adultos têm sabido reconhecer e, muito menos, realizar seus próprios desejos. Com isso, a vontade tem estado cada vez mais distante do desejo e ficado mais perto da compulsão.</p>
<p style="text-align: left;">Assim, chegamos num ponto em que realizar a vontade tem sido o meio mais eficaz de se reprimir o desejo. Haja vista que nem temos sabido ser sujeitos de nossa própria alimentação, coisa que até os mais inferiores dos animais sabem muito bem. Vivemos de dietas, receitas, moderadores, estimulantes, reguladores e, principalmente, cada vez mais dependentes de especialistas.</p>
<p style="text-align: left;">Um adulto que desconhece a dimensão da energia na matéria e confunde desejo com compulsão jamais permitirá a felicidade de uma criança. Pelo contrário, alimentará constantemente seu lado neurótico, vivendo e a fazendo viver de <strong>sentimento de culpa</strong>. Só que criança cresce. E crescida, se acreditando adulta, mas tendo consciência de que, na prática, não o é, cobrará de seus pais, e de todas as maneiras, o fato de não ter aprendido a reconhecer e, muito menos, a realizar os seus desejos.</p>
<p style="text-align: left;">·         <strong>Infância e magia</strong></p>
<p style="text-align: left;">Urge, pois, que recuperemos a dimensão da Energia Material Humana na nossa visão de mundo, para podermos respeitar nossos desejos e deles sermos sujeitos! Principalmente, para podermos permitir que nossas crianças vivam uma infância feliz e saudável, cultivando <strong>a magia</strong> que lhes permite serem os verdadeiros destinatários do &#8220;reino dos céus&#8221;!</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>PARABÉNS A TODAS AS CRIANÇAS QUE PARTICIPAM DE SUA VIDA!</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">Parabéns, principalmente, pela criança que ainda habita em você, pois que permanece buscando viver a e da <a href="https://seremsi.org.br/index.php?link=38&amp;id=98#http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=122"><em><strong>racionalidade mágica</strong></em>!</a>.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Confira nessa poesofia um pouco mais do que lhe desejamos:</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=122" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=122</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Paternidade saudável!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/paternidade-saudavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2013 19:05:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paternidade saudável! O dom da paternidade é proporcional à capacidade de cada pai em cultivar a produção/reprodução da energia material humana vital/positiva (EMH+). Quanto mais pai<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>Paternidade saudável!</strong></h1>
<p>O dom da paternidade é proporcional à capacidade de cada pai em cultivar a produção/reprodução da energia material humana vital/positiva (EMH+). Quanto mais pai for mais proporcionará paz e harmonia em seu lar, gozando da felicidade de ter uma prole saudável física e espiritualmente.</p>
<p><strong>Distinção entre alívio e prazer</strong></p>
<p>Por isso, temos insistido na necessidade de se fazer a distinção entre <strong>prazer e alívio</strong>. É essa consciência que alimenta a trajetória de uma boa e sadia paternidade.</p>
<p>O <strong>alívio </strong>se dá quando estamos nos livrando das cargas de energia material humana mortal/negativa (EMH-). Esse processo gera uma sensação momentânea e passageira de bem estar. Mas, como é momentânea e passageira, é uma sensação que não nos satisfaz. Daí a necessidade de se repetir compulsivamente o mesmo processo ou buscar outro que gere alguma sensação semelhante.</p>
<p>A vivência do alívio é normal no atual estágio de nossa evolução humana. Quem não precisa de se aliviar de vez em quando?! A questão está em passar a considerar alívio como prazer. É assim que se amplia a produção/reprodução da EMH-.</p>
<p>Isso porque o verdadeiro <strong>prazer </strong>só se dá numa situação de bem estar, que é a condição necessária para se poder fruir o fluir da energia material humana vital/positiva (EMH+). É ela que nos proporciona satisfação e/ou até mesmo o gozo, gerando um sentimento de potência e auto-estima.</p>
<p>Por isso o verdadeiro prazer só se dá no cultivo das <strong>virtudes</strong>, que são a expressão de nossa potência na relação conosco, com o meio e com o nosso semelhante. Não é à toa que virtude é formada por “vir” (do latim, varão) e “tus” (tb do latim, <strong>perfumoso</strong>). E perfume é uma das características da EMH+, além do calor, da oleosidade e da doçura.</p>
<p><strong>A paternidade na Sabedoria Popular</strong></p>
<p>Na Sabedoria Popular não se preocupava em se ensinar isso ou aquilo aos filhos. O que se buscava é transmitir-lhes o valor da vivência das virtudes, em especial, honestidade, humildade, solidariedade, paz e amor, respeitando-se ao máximo o desejo, mas coibindo-se todo capricho e voluntariedade. Um homem virtuoso sabe entrar e sair das situações conhecidas, como também, a se virar nas desconhecidas, pois seu aprendizado foi todo na busca da perfeição.</p>
<p><strong>E hoje em dia?</strong></p>
<p>Infelizmente a sabedoria popular tem sido descartada pelo saber tecnocrático, para o qual virtude cheira a palavrão, a aparência é a medida e a competição, a motivação. Aprende-se a cultivar apenas o alívio, conferindo-lhe <strong>status </strong>de prazer. Por isso, o único sentimento reinante e restante é o de culpa. É ele que determina as relações marido x mulher, pais x filhos e irmã(o) x irmã(o).</p>
<p>Por tudo isso, a paternidade tem deixado de ser uma bênção para se tornar um fardo. E quão difícil tem sido carregá-lo!</p>
<p><strong>Nossos Votos</strong></p>
<p>Recobremos a leveza e a beleza da vida, que passa por uma paternidade ativa e sadia!</p>
<p align="center"><strong>Que os pais sejam cada vez mais pais, sustentados pelas bênçãos do Pai de todos nós!</strong></p>
<p align="center">São os nossos votos, encaminhando-lhes o modelo de virtuoso da Sabedoria Popular, expresso pela poesofia “Enxuto”: <a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=93">http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=93</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Disciplina sobre EMH na FaE/UFMG</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/disciplina-sobre-emh-na-fae-ufmg/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2013 19:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Faculdade de Educação da UFMG estará oferecendo, mais uma vez, pelo Colegiado de Licenciatura,  a disciplina &#8220;Por uma pedagogia do prazer”, neste segundo semestre de 2013. Será<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">A Faculdade de Educação da UFMG estará oferecendo, mais uma vez, pelo Colegiado de Licenciatura,  a disciplina &#8220;<strong>Por uma pedagogia do prazer”,</strong> neste segundo semestre de 2013.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Será ministrada às<strong> quintas-feiras de 19h às 22h30min</strong>.</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Ementa</strong>: Análise do sistema de valores veiculado pelo atual modelo pedagógico educacional formal e não formal. Possibilidades de superação do atual paradigma de conhecimento, recuperando a dimensão da energia ao conceito de matéria, também chamada de Energia Material Humana (EMH). Criação de condições teóricas para a construção de um novo modelo que busque o enfrentamento da lógica do medo e do alívio, rumo a uma lógica de valorização dos sentidos como fonte de sabedoria e prazer. Do modelo de aplicação de teorias para o da teorização das práticas.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Tem como manual básico o livro <em>&#8220;Racionalidade da Sabedoria Popular: energia material humana e sexualidade&#8221;. Autor: G. Fábio Madureir</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong><u>Datas para matrícula</u></strong>:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li><em>Alunos veteranos de graduação</em>:  17 à 21 de julho,  <strong>optativa/eletiva</strong></li>
<li><em>Comunidade externa à UFMG</em>: 09 de agosto,  sexta-feira &#8211; <strong>disciplina isolada</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: left;">            Documento necessário: Requerimento de matrícula em <em>disciplina isolada</em></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Código da disciplina: <strong>483 R</strong></p>
<p style="text-align: left;">Número de vagas: <strong>25</strong></p>
<p style="text-align: left;">Carga horária: 60 horas/aula</p>
<p style="text-align: left;">Professores:  Leonardo José Jeber – Diretor de Projetos da SER em SI e Professor da UFMG</p>
<p style="text-align: left;">                    Fábio Madureira – Presidente da SER em SI</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=51&amp;id=3">Acesse aqui o programa</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=12&amp;acao=&amp;consulta=sim&amp;id_tema=4">Veja alguns depoimentos de ex-alunos</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Namorar é conhecer?!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/namorar-e-conhecer/</link>
					<comments>https://www.seremsi.org.br/namorar-e-conhecer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2013 19:06:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Namorar é conhecer?! Namorar é conhecer na busca de amar. Conhecer, que pode ter vários níveis de profundidade. Até o bíblico, que, pelo visto, tem sido<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><strong>Namorar é conhecer?!</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Namorar é conhecer na busca de amar. Conhecer, que pode ter vários níveis de profundidade. Até o bíblico, que, pelo visto, tem sido o mais comum.</p>
<p style="text-align: left;">Mas será que, de fato, estamos conhecendo?</p>
<p style="text-align: left;">Por que tanta mudança e alternância de parceiros? E mais significativo ainda, por que quando esse namoro dá em casamento, esse dura tão pouco ou quase nada? E quando dura um pouco mais é à custa de uma relação sado-masoquista? Ou pior ainda, sua duração é para “preservar” os filhos do trauma da separação?</p>
<p style="text-align: left;">Tudo indica que a questão está é no verbo <strong>conhecer.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Como conhecer o outro se não temos aprendido a nos conhecermos a nós mesmos? Ou mais grave ainda, se temos aprendido a ter a ilusão de que estamos aprendendo a nos conhecermos?</p>
<p style="text-align: left;">E é essa ilusão que termina impedindo que as relações tenham continuidade, fazendo com que se vá de relação em relação, sem nunca se atingir a maturidade e se tornar sujeito/objeto de amor.</p>
<p style="text-align: left;">Essa ilusão só poderá ser superada se passarmos a enxergar a realidade material no seu todo, que supõe <strong>aparência</strong> ou massa, mas também <strong>essência</strong> ou energia<strong>.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Temos que recuperar, portanto, a dimensão da <strong>energia</strong> na nossa visão da matéria. E como estamos falando de relações humanas, essa recuperação nos leva necessariamente ao conceito de <strong>energia material humana (EMH), </strong>matéria prima de todos os nossos sentimentos e ressentimentos, como também de nossas virtudes e vícios.</p>
<p style="text-align: left;">Sem a compreensão da origem e funcionamento da EMH todo conhecimento é ilusório e, portanto, não há como nos conhecermos e, muito menos, de conhecermos o outro. Ainda mais que a relação homem/mulher é determinada pela superação do cio biológico na busca da vivência do cio psicobiofísico.</p>
<p style="text-align: left;">Esse é o rumo da História humana e de nossas histórias individuais. E nessa busca, ao errarmos, por negarmos a dimensão da energia na matéria, agredimos nossa própria natureza e transformamos a energia primitiva vital/positiva em <strong>mortal/negativa</strong>. É essa energia que nos afasta de nosso próprio desejo e, consequentemente, do desejo do outro e até da própria realidade objetiva.</p>
<p style="text-align: left;">Ser sujeito dessa história, nos transformando em <strong>seres amorosos</strong>, requer que nos aprofundemos na compreensão desse fenômeno.</p>
<p style="text-align: left;">Por isso, <strong>com o votos de felicidades a todos os namorados</strong>, estamos enviando o link de uma página do nosso site que resume a origem, o funcionamento e as características dessa energia.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25">http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25</a></p>
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		<title>Feliz dia das mães!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/feliz-dia-das-maes-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2013 19:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feliz dia das mães! Nosso processo de humanização começa no aconchego do colo de nossas mães. Eis porque devemos louvá-las e comemorar este dia. E a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Feliz dia das mães!</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Nosso processo de humanização começa no aconchego do colo de nossas mães. Eis porque devemos louvá-las e comemorar este dia. E a melhor maneira de fazê-lo é refletirmos sobre seu papel na nossa história.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Se o movimento feminista tem prestado bons serviços ao capitalismo e à sociedade de consumo, pouco tem ajudado as mulheres no seu amadurecimento e evolução. Ao invés de estimular a busca da superação do patriarcalismo pela afirmação de sua referência como fêmea, esse movimento tem levado as mulheres a imitarem o homem no que ele tem de mais patriarcal: o machismo. E isso até na relação com sua própria referência sexual <strong>[i]</strong>, tornando-se co-produtora da energia material humana negativa/mortal (EMH-), matéria prima de nossos males, doenças e vícios!</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Com isso, as relações entre homens e mulheres tem se deteriorado cada vez mais e em maior profundidade. As famílias se desestruturando a olhos nus! As crianças adoecendo cada vez mais e mais cedo! E os centros de saúde (ou de doença?!), física e mental, cada vez mais cheios de gente e vazios de respostas.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">A qualidade de vida do ser humano passa necessariamente pelo calor e aconchego do colo materno. É aí que começamos a amar ou desamar a vida! É aí que é lançado o alicerce de nossa personalidade e o rumo do nosso futuro.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Daí a importância do dia de hoje. Daí nosso real encantamento com a realidade mãe.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Mas daí também a necessidade de encararmos os desafios da história, buscando entendê-los e superá-los. E o maior desafio de toda mãe é não abdicar da sua <strong>essência enquanto mulher</strong>. E essa essência passa necessariamente pela consciência e vivência de sua referência feminina. Assim, de fato, ela se tona uma mãe feliz e fonte de felicidade para os seus, vivendo <strong>a paz , o calor e a doçura</strong> de sua própria:</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>REFERÊNCIA</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">(&#8230;)</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">O ser só é</p>
<p style="text-align: left;" align="center">se sua referência</p>
<p style="text-align: left;" align="center">é em si</p>
<p style="text-align: left;" align="center">pois em sendo</p>
<p style="text-align: left;" align="center">essência</p>
<p style="text-align: left;" align="center">irradia</p>
<p style="text-align: left;" align="center">no dia-a-dia</p>
<p style="text-align: left;" align="center">a alegria</p>
<p style="text-align: left;" align="center">de sua fé</p>
<p style="text-align: left;" align="center">n´Aquele que é.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Afinado nesse tom</p>
<p style="text-align: left;" align="center">potencializa seus dons</p>
<p style="text-align: left;" align="center">crescendo em virtude</p>
<p style="text-align: left;" align="center">gerando sabedoria</p>
<p style="text-align: left;" align="center">para uma sinfonia</p>
<p style="text-align: left;" align="center">que o mundo mude.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=207"><strong>Veja a íntegra dessa poesofia.</strong></a></p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div id="edn1">
<p style="text-align: left;"><strong>[i]  <a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=99"><u>&#8220;Referência&#8221; do movimento feminista</u></a></strong></p>
</div>
</div>
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		<title>Pelo Trabalho Construtivo!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/pelo-trabalho-construtivo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2013 19:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo Trabalho construtivo! Trabalho sempre foi a principal fonte de aprendizagem na sabedoria popular. Através dele aprendia-se  a execução dos ofícios e, principalmente, os valores que devem<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Pelo Trabalho construtivo!</strong></p>
<p style="text-align: left;">Trabalho sempre foi a principal fonte de aprendizagem na <strong>sabedoria popular</strong>. Através dele aprendia-se  a execução dos ofícios e, principalmente, os valores que devem nortear a vida do ser humano: honestidade, responsabilidade, respeito, cooperação, liberdade e a busca da perfeição. É o que se pode chamar de <strong>trabalho construtivo.</strong> Com ele se provinha a subsistência mas, também, podia se vivenciar a nossa dimensão criadora. Ao produzir, o ser se reproduzia, crescia, evoluía.</p>
<p style="text-align: left;">O capitalismo chega e vai paulatina e progressivamente substituindo o trabalho construtivo por aquele que é a sua principal característica: o <strong>trabalho produtivo</strong>. Nele o que importa é apenas a produção de valor (capital), mesmo que seja à custa de desvalores, o que geralmente acontece. Não importa destruir uma mata de mais de 1000 anos, secar seus veios de água, matar e adoecer seus habitantes. O importante é produzir o tão sonhado dinheiro!</p>
<p style="text-align: left;">Com isso, cheira-se normal e até revolucionário o combate ao trabalho infantil! Contudo, o que deveria estar sendo combatido é a exploração, principal traço do trabalho produtivo. E isso valendo tanto para as crianças quanto para qualquer idade. Mas jamais se combater o trabalho!</p>
<p style="text-align: left;">Ao contrário, os chamados revolucionários deveriam estar tomando providências para que o <strong>trabalho construtivo</strong> passasse a fazer parte integrante e principal do nosso sistema educacional. Aí sim, estudar seria um constante processo de <strong>teorização da prática</strong>. Nossos jovens sairiam bem mais críticos, criativos e seguros para enfrentar o mercado do trabalho produtivo. Inclusive para enfrentar o principal fundamento desse mercado de trabalho: a competição. Quem aprende a buscar a perfeição (trabalho construtivo), sabe se virar muito bem no mundo da competição (trabalho produtivo). O aprendizado pela busca da perfeição leva ao autoconhecimento, à autoregulação e a uma percepção mais afinada da personalidade alheia, promovendo uma maior capacidade de interação com o meio, no sentido de transformá-lo.</p>
<p style="text-align: left;">Talvez por isso o trabalho esteja ausente do nosso sistema de ensino! Afinal, tem-se que formar indivíduos para uma sociedade de consumo e para um mercado sustentado pelo trabalho produtivo!</p>
<p style="text-align: left;">Mas se quisermos humanizar mais a nossa sociedade, temos que mudar o nosso modelo pedagógico, incorporando-lhe o  trabalho construtivo como o seu principal fundamento. Chega de vermos o ensino/aprendizagem apenas como um processo de <strong>digestão de teorias</strong>, formando indivíduos inseguros e arrogantes, e profissionais medíocres e incompetentes! As teorias só são bem vindas quando podem nos ajudar na teorização de nossa prática, iluminando-a! É por isso que anseia a nossa juventude. Não só aquela que sofre o sistema de ensino fundamental, mas também e principalmente, aquela que está sendo preparada em nossas universidades para serem professores!</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Busquemos um novo modelo pedagógico baseado no:</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>TRABALHO CONSTRUTIVO</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Amor, pão e trabalho:</p>
<p style="text-align: left;" align="center">a trindade desta vida</p>
<p style="text-align: left;" align="center">e da outra, atalho</p>
<p style="text-align: left;" align="center">de nossa sina sentida.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">O homem não é pelo que faz.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">Ele é pela maneira que faz.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Plantamos pelo trabalho</p>
<p style="text-align: left;" align="center">o gosto do nosso pão,</p>
<p style="text-align: left;" align="center">o astral de nosso lar,</p>
<p style="text-align: left;" align="center">a leveza de nosso sono</p>
<p style="text-align: left;" align="center">e a paz de nosso amar.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Amor, pão e trabalho,</p>
<p style="text-align: left;" align="center">um alimenta o outro.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">E esse é o alimento</p>
<p style="text-align: left;" align="center">do  crescimento</p>
<p style="text-align: left;" align="center">do humano. ser.</p>
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		<title>Viva o í­ndio em nós!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 19:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viva o índio em nós! Comemorar o dia do índio é, antes de tudo, tomar consciência do seu modo de vida. E a principal característica desse<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Viva o índio em nós!</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Comemorar o dia do índio é, antes de tudo, tomar consciência do seu modo de vida. E a principal característica desse seu modo de vida é o <strong>respeito à natureza</strong>. Coisa que progressivamente nós, tidos como civilizados, vamos desaprendendo, a ponto de estarmos colocando em risco a sobrevivência de nosso planeta e de nossa espécie!</p>
<p style="text-align: left;">Nossos irmãos índios já foram classificados de selvagens, questionando-se até se eram seres que tivessem alma! Em razão disso, muitas chacinas se justificaram, com tribos e mais tribos sendo dizimadas, em nome do progresso e da &#8220;civilização&#8221;. Quando isso não acontecia pela barbárie das armas, aconteceu pela inoculação das chamadas doenças civilizatórias: febres, gripes, sinusites, doenças venérias e outras expressões da <strong><em>energia material humana negativa/mortal (EMH-)</em></strong>, a marca registrada da civilização greco-judáica.</p>
<p style="text-align: left;">Seu respeito à natureza se sustentava numa visão de mundo que tinha sua <strong>centralidade na dimensão espiritual.</strong> Jamais negaram a dimensão da energia na matéria. Daí sua percepção sistêmica da realidade e seu modo de vida que se organizava, no presente, em função do coletivo e, no futuro,  pensando até na sétima geração.</p>
<p style="text-align: left;">Comemorar o dia do índio, portanto, é muito mais que respeitá-los e as suas tradições. É, antes de tudo, tentar entendê-los e tirar de seu modo de vida as lições necessárias para que <strong>superemos nossa relação de agressão à natureza</strong>. Agressão não apenas à natureza do ambiente mas, sobretudo, à nossa própria natureza humana. Ou por outra, é superarmos nossa visão mecânica do mundo e de nós mesmos. É termos uma postura crítica diante deste racionalismo que nega a dimensão da energia na matéria. É buscarmos a construção de uma nova racionalidade. Aquela que faz dialogar o coração com a razão, conseguindo perceber o espírito das coisas e, principalmente, das pessoas.</p>
<p style="text-align: left;">A ela temos dado o nome de:</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Racionalidade Mágica</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Busco a racionalidade<br />
que dialogue com a magia,<br />
refletindo a verdade,<br />
desfazendo a fantasia.</p>
<p>Repudio com firmeza,<br />
em toda a sua extensão,<br />
o racional de frieza<br />
onde não cabe a emoção.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">(&#8230;)</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center">Neste novo racional<br />
que trabalha a energia,<br />
o plano espiritual<br />
é o nosso maior guia.</p>
<p>O texto? É a natureza<br />
de dentro e fora de nós.<br />
O método é a pureza<br />
de desfazer nossos nós.</p>
<p>Quero de novo a magia<br />
e a fé que a contém<br />
para que minha alegria<br />
volte com ela também.</p>
<p>U’a magia racional<br />
de bem com o mundo do além,<br />
sustentando o emocional<br />
de quem vive só o bem.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">
<p style="text-align: left;" align="center"><strong><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=122">Veja essa poesofia na íntegra</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Feliz Páscoa 2013!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/feliz-pascoa-2013/</link>
					<comments>https://www.seremsi.org.br/feliz-pascoa-2013/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2013 19:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feliz Páscoa 2013! Que esta Páscoa seja uma oportunidade para refletirmos sobre o crescente processo de desumanização! Na sabedoria popular a gente aprendia a se livrar das<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Feliz</strong><span class="apple-converted-space"> </span><strong>Páscoa 2013!</strong></p>
<p style="text-align: left;">Que esta Páscoa seja uma oportunidade para refletirmos sobre o crescente processo de desumanização!</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Na sabedoria popular a gente aprendia a se livrar das cargas de energia material humana negativa/mortal, para podermos potencializar nossa capacidade de sentir. Sabíamos claramente distinguir alívio de prazer. E como era prazeroso viver! Nosso modelo era o <strong>enxuto</strong>. Nosso objetivo, ser <strong>virtuoso</strong> buscando a <strong>nobreza de espírito</strong>: <em>honesto, responsável, independente, simples, sóbrio, solidário e trabalhador.</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Mas veio o saber mecânico nos ensinando que não passamos de máquina. E para curar nossas dores é só tomar um analgésico, uma anestesia ou algum remedinho mais especializado; para nos livrar de nossos incômodos é só usar perfume, cosmético ou desodorante. E passamos a ser máquinas bem lubrificadas! Basta comer bem (?!) e fazer exercício físico.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Com isso, tornamo-nos insensíveis, frios e agitados. Não sabemos mais curtir o verdadeiro prazer. Chegamos mesmo a chamar de prazer aquilo que, na realidade, não passa de alívio.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Que a Páscoa seja uma oportunidade para refletirmos sobre essa calamidade: o ser humano se desumanizando cada vez mais, a ponto de não mais saber distinguir virtude de vício/pecado, achando “um barato” agredir a sua própria natureza e aquela que o cerca.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">E Cristo continua sendo pregado na Cruz! Hoje, paradoxalmente, até por alguns (?!) de seus discípulos!</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">“Chegada a plenitude dos tempos&#8230;”, Ele veio para combater exatamente essa visão mecânica do homem e do mundo, que, já tendo se sistematizado, colocava em risco toda a criação. Principalmente por ter reduzido a matéria apenas à dimensão do visível, do tangível e do mensurável, negando-lhe a dimensão da energia. Por isso, pregou a centralidade do espírito. Para isso, provou a força do amor.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Mas nossa visão mecanicista tem-nos impedido de compreendê-Lo e, principalmente, de vivenciar sua mensagem.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Que ao celebrarmos o Cristo ressuscitado nos inspiremos em seu Espírito, para recuperarmos a dimensão da energia na nossa relação com esta realidade material que, por enquanto, ainda é a nossa morada!</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"> E voltaremos a sacar e valorizar o espírito das ações, das palavras e dos gestos! Como o enxuto da sabedoria popular. <strong><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=93" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja a poesofia</a>.</strong></span></p>
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