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	<title>Uncategorized Archives | SER em SI</title>
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		<title>Feliz Páscoa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ser em Si]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 13:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Feliz Páscoa! Que esta Páscoa seja uma oportunidade para refletirmos sobre o crescente processo de desumanização! Na Sabedoria Popular a gente aprendia a se livrar das<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-890 aligncenter" src="https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-300x225.jpg 300w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-768x576.jpg 768w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-195x146.jpg 195w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-50x38.jpg 50w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio-100x75.jpg 100w, https://www.seremsi.org.br/wp-content/uploads/2020/05/ccd1f91b8a563bc2d8f9f8a437662ceceeccce01_sepulcro-vazio.jpg 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Feliz</strong><span class="apple-converted-space"> </span><strong>Páscoa!</strong></p>
<p>Que esta Páscoa seja uma oportunidade para refletirmos sobre o crescente processo de desumanização!</p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Na Sabedoria Popular a gente aprendia a se livrar das cargas de energia material humana negativa/mortal, para podermos potencializar nossa capacidade de sentir. Sabíamos claramente distinguir alívio de prazer. E como era prazeroso viver! Nosso modelo era o <strong>enxuto</strong>. Nosso objetivo, ser <strong>virtuoso</strong> buscando a <strong>nobreza de espírito</strong>: <em>honesto, responsável, independente, simples, sóbrio, solidário e trabalhador.</em></span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Mas veio o saber mecânico nos ensinando que não passamos de máquina. E para curar nossas dores é só tomar um analgésico, uma anestesia ou algum remedinho mais especializado; para nos livrar de nossos incômodos é só usar perfume, cosmético ou desodorante. E passamos a ser máquinas bem lubrificadas! Basta comer bem (?!) e fazer exercício físico.</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Com isso, tornamo-nos insensíveis, frios e agitados. Não sabemos mais curtir o verdadeiro prazer. Chegamos mesmo a chamar de prazer aquilo que, na realidade, não passa de alívio.</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Que a Páscoa seja uma oportunidade para refletirmos sobre essa calamidade: o ser humano se desumanizando cada vez mais, a ponto de não mais saber distinguir virtude de vício/pecado, achando “um barato” agredir a sua própria natureza e aquela que o cerca.</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">E Cristo continua sendo pregado na Cruz! Hoje, paradoxalmente, até por alguns (?!) de seus discípulos!</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">“Chegada a plenitude dos tempos&#8230;”, Ele veio para combater exatamente essa visão mecânica do homem e do mundo, que, já tendo se sistematizado, colocava em risco toda a criação. Principalmente por ter reduzido a matéria apenas à dimensão do visível, do tangível e do mensurável, negando-lhe a dimensão da energia. Por isso, pregou a centralidade do espírito. Para isso, provou a força do amor.</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Mas nossa visão mecanicista tem-nos impedido de compreendê-Lo e, principalmente, de vivenciar sua mensagem.</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;">Que ao celebrarmos o Cristo ressuscitado nos inspiremos em seu Espírito, para recuperarmos a dimensão da energia na nossa relação com esta realidade material que, por enquanto, ainda é a nossa morada!</span></p>
<p><span style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"> E voltaremos a sacar e valorizar o espírito das ações, das palavras e dos gestos! Como o <strong>enxuto</strong> da Sabedoria Popular. <strong><a href="http://www.seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=93" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja a poesofia</a>.</strong></span></p>
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		<title>Natal, convite à nobreza de espírito!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ser em Si]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 12:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Natal, convite à nobreza de espírito! “Eu vim para vos trazer vida, e vida em abundância!” Esse é o verdadeiro espírito do Natal! Foi para isso<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Natal, convite à nobreza de espírito!</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em>“Eu vim para vos trazer vida, e vida em abundância!”</em><br />
Esse é o verdadeiro espírito do Natal!<br />
Foi para isso que Ele nasceu.<br />
E por isso apresentou um novo saber.<br />
Um saber que recupera a dimensão do espírito na nossa realidade material.<br />
Tudo isso Ele resumiu no Sermão da Montanha.</p>
<p style="text-align: center;">Mas o antigo saber, que exclui a energia na dimensão da matéria, ainda não se deu por superado.<br />
Aos poucos foi se infiltrando no movimento por Ele iniciado, até chegar aos dias de hoje onde, em algumas traduções bíblicas, pobreza de espírito já virou bem-aventurança. Até os aflitos já são bem aventurados!  E, em assim sendo, cumplicidade vira virtude! A inveja já pode ser boa! Agitação já expressa alegria! A gula se torna bendita! E o pior de tudo: perde-se a noção de prazer, que passa a ser confundido com alívio! E, aí, pecado vira fonte de “prazer” e virtude passa a ser coisa de frouxo!</p>
<p style="text-align: center;">Tudo isso porque o saber construído antes d’Ele conseguiu sobreviver e evoluir no sentido de desconsiderar a dimensão de energia da matéria. Principalmente da materialidade humana. E para isso se vem detonando o saber construído pela Sabedoria Popular, substituindo-o pelo saber mecânico-tecnocrático. E tinha que ser! Afinal, a Sabedoria Popular sempre considerou a dimensão da energia na sua visão de mundo. Por isso, o seu alvo é a constante busca da nobreza de espírito, ao vivenciar convictamente a pobreza em espírito!</p>
<p style="text-align: center;">Recuperemos a dimensão de energia na nossa visão de mundo, principalmente na de nós mesmos! Passemos a considerar a Energia Material Humana &#8211; EMH. Em especial, admitamos seu caráter ambivalente, para podermos reaprender a nos desfazermos da negativa/mortal (alívio) e cultivarmos só a positiva/vital (prazer).</p>
<p style="text-align: center;">E voltaremos a ter as condições para podermos vivenciar o verdadeiro espírito de Natal: construção de um reino de amor, de justiça e de paz!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Feliz Natal! E que essa felicidade alimente todo o seu ano de 2025!</strong></p>
</div>
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		<title>Canto da fé</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/canto-da-fe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ser em Si]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 13:56:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesofias]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; A fé do verdadeiro cristão é no amor e não no medo &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A fé do verdadeiro cristão é no amor e não no medo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Oração da fé</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Senhor Jesus,</p>
<p>livra-me da fé</p>
<p>que nasce do medo,</p>
<p>cujo sinal visível é a dor.</p>
<p>Aumente-me a fé</p>
<p>que se alimenta do amor</p>
<p>e nos faz curtir o dom da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Livra-me, pois, Senhor,</p>
<p>de toda maldição:</p>
<p>do frio da alma</p>
<p>e do fogo da aflição,</p>
<p>do frio da alma</p>
<p>e do fogo da aflição,</p>
<p>do frio da alma</p>
<p>e do fogo da aflição.</p>
<p>Envolva-me na calma</p>
<p>do amor no coração,</p>
<p>secando toda mágoa</p>
<p>que sustente minha ação,</p>
<p>secando toda mágoa</p>
<p>que sustente a minha ação,</p>
<p>secando toda má água</p>
<p>que sustente minha ação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>G;Fábio Madureira</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Peixinho</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/peixinho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ser em Si]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2022 14:31:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Peixinho &#160; Peixinho que mora na lagoa Peixinho que leva uma vida boa Peixinho que nada do lado de lá Me ensina a nadar do<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Peixinho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Peixinho que mora na lagoa</p>
<p>Peixinho que leva uma vida boa</p>
<p>Peixinho que nada do lado de lá</p>
<p>Me ensina a nadar do lado de cá</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Peixinho que nada na lagoa</p>
<p>Peixinho que leva uma vida boa</p>
<p>Peixinho que nada, por favor,</p>
<p>Me ensina a nadar nas águas do amor</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Palácio real</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/palacio-real/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ser em Si]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2022 13:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesofias]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Palácio real &#160; Todo palácio real É um forte de papelão Seu alicerce de papel crepom em ouro &#160; Todo palácio real É um forte de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Palácio real</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todo palácio real</p>
<p>É um forte de papelão</p>
<p>Seu alicerce de papel crepom em ouro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todo palácio real</p>
<p>É um forte de papelão</p>
<p>Seu alicerce de papel crepom em ouro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Toda fome de homem</p>
<p>É fábrica de lágrimas</p>
<p>Toda fome de homem</p>
<p>É fábrica de lágrimas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lágrimas que rolam</p>
<p>Saltam rios</p>
<p>Sobem serras</p>
<p>Cavam túneis</p>
<p>Voam longe</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sempre se dando as mãos</p>
<p>Sempre se dando as mãos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lágrimas que rolam</p>
<p>Pro palácio de papelão</p>
<p>Lágrimas que rolam</p>
<p>Pro palácio de papelão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todo palácio real</p>
<p>É um forte de papelão</p>
<p>Seu alicerce de papel crepom em ouro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todo palácio real</p>
<p>É um forte de papelão</p>
<p>Seu alicerce de papel crepom em ouro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Toda fome de homem</p>
<p>É fábrica de lágrimas</p>
<p>Toda fome de homem</p>
<p>É fábrica de lágrimas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lágrimas que rolam</p>
<p>Pro palácio de papelão</p>
<p>Lágrimas que rolam</p>
<p>Pro palácio de papelão</p>
<p>Palácio papelão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>G. Fábio Madureira</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Racionalidade e espiritualidade cristã</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/racionalidade-e-espiritualidade-crista-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 13:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É inquestionável a ligação direta entre a mensagem cristã e o direito natural. Entretanto, o modelo de racionalidade até hoje usado para compreender e explicar  a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É inquestionável a ligação direta entre a mensagem cristã e o direito natural. Entretanto, o modelo de racionalidade até hoje usado para compreender e explicar  a proposta de Cristo tem paulatina e progressivamente rompido com essa relação. Cada vez mais me convenço disso, principalmente ao constatar, no dia-a-dia da nossa vida “cristã,” aumentar-se o fosso entre a teoria e a prática, entre a palavra e o gesto,entre a profissão e o testemunho.  Isso, sem falar desse mesmo paradoxo atravessando os séculos: as cruzadas, a inquisição, a colonização das Américas, o massacre das civilizações indígenas e a escravização da raça negra. Aliás, é também a essa contradição que tendo a atribuir a causa do celibato obrigatório, na igreja ocidental, para seus ministros, os mensageiros do amor, passando para nós leigos a impressão de que, na prática, só o celibato é caminho da pureza. (“o matrimônio é um mal necessário”, palavras de um ilustre prelado na década de 60)<br />
É que esse modelo de racionalidade se fundamenta na lógica formal, modo de pensar historicamente determinado, de origem urbana, que vê a realidade através de categorias bem definidas, desprezando sua dimensão relacional. É essa lógica que consagra uma visão estanque de sujeito e objeto, onde um se pode, o outro não pode. E é a partir daqui que nasce, cresce e se consolida a ideologia do poder, da autoridade, da dominação, da exploração e do artificialismo (realidade urbana), fundamentos indispensáveis à perpetuação do patriarcalismo, cuja face mais visível e avançada é o atual capitalismo.<br />
E para amarrar tudo isso de forma definitiva, ela põe na razão toda a fonte legítima de sabedoria, desqualificando os sentidos através da famosa tese da falacidade e, em se desqualificando os sentidos, não tem como não desqualificar os sentimentos ou emoções.<br />
E para dar um nó cego no processo de humanização da sociedade, que é o que Cristo pregou, a lógica formal gerou e ainda sustenta um conceito de matéria que nos impede de interagir com qualquer realidade transcendente (Marx que o diga). É o conceito da mecânica que ainda permeia toda a nossa visão de mundo, onde matéria não vai além da dimensão da massa, nos impedindo de alcançar a  dimensão da energia..<br />
Einstein só pode revolucionar a física porque a lógica que sustentou sua visão de mundo passou da formal para a dialética. Pois essa é a lógica da natureza, da solidariedade e do amor. Nela sujeito é objeto e objeto é sujeito, porque nela o foco não é o elemento (categoria) e sim a relação entre eles, a sua dinâmica. E ao apreender a relação e ver que é nela que se encontra a força, a energia, realidades como dominação e exploração  deixam de ter sentido. Poder e autoridade passam a ser relativizados. O conceito de indivíduo deixa de ser o de uma realidade estanque e autônoma e passa para o de uma realidade dinâmica e sistêmica. E assim o invisível passa a ser levado em conta, chegando a ser necessariamente percebido. E na medida em  que é percebido passa a ser vivenciado, desafiando continuamente a nossa compreensão.<br />
A questão, pois, da espiritualidade X racionalidade se coloca muito mais do ponto de vista da racionalidade. A espiritualidade todos cultivamos de um jeito ou de outro. Todos nos movemos, gestos, hábitos e ações, ou pelo princípio (espírito) do medo ou pelo princípio do amor.O que vale dizer que todos temos fé, seja no medo/dor, seja no amor/prazer. É portanto apenas uma questão de conversão. O problema está é em resolvermos nossa questão com a racionalidade. Aqui a questão é mais complexa por se tratar não mais de conversão, mas de migração.<br />
Como já disse, nosso modelo natural é o da dialética. Entretanto quase toda a nossa formação (educação?!) se deu no modelo da lógica formal. E nessa lógica o programa do amor não roda, pois ela reproduz o poder, a dominação, o estratificado e o estático. O máximo que se pode é fazermos de conta que o programa do amor está sendo rodado, numa autêntica realidade virtual. É que esse software pode até conviver com o da lógica dialética, mas essa convivência vai gerar as tais das ambigüidades, dubiedades, incoerências, incongruências e até mesmo os surtos de esquizofrenia.<br />
A solução, de fato, para que tenhamos harmonia e consigamos trilhar o caminho da felicidade, é promover em nós mesmos um choque de migração ou, se queiram, remigração para o modelo natural da dialética. Com ele podemos rodar o programa do amor, apagando  progressivamente o programa do medo, e reencontrando paulatinamente a magia do Deus que, em algum momento, experimentamos  na nossa infância, e assim passarmos a experimentar o “Verbo que se fez carne”, através de uma vivência de  amor que não tenha fronteira entre discurso e prática.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Espiritualismo X Materialismo</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/espiritualismo-x-materialismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 13:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espiritualismo x materialismo &#160; Não é nada fácil migrar-se de uma visão mecânica da realidade material para uma visão dialética. E o que determina essa migração<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Espiritualismo x materialismo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é nada fácil migrar-se de uma visão mecânica da realidade material para uma visão dialética. E o que determina essa migração é principalmente a reconceituação de matéria. Enquanto essa for reduzida à dimensão da massa, fica difícil entendermos a realidade além de um conjunto de peças e de engrenagens. É mais cômodo e tranqüilo! Vendo a realidade como um conjunto de peças e de engrenagens podemos até delimitar fronteiras para o real!</p>
<p>Quando, entretanto, tomamos consciência de que, de fato, a matéria supõe energia, as coisas se complicam. Principalmente na questão das fronteiras da realidade. Nem sempre os espaços ocupados pela energia são visíveis, tangíveis ou mensuráveis. Pelo menos por enquanto.  E aí o racionalista mecânico entra em pane. Como classificar tudo direitinho, guardar tudo organizadinho e expressar tudo clarinho?!</p>
<p>O melhor é continuar fazendo de conta que não percebe, que não existe e tocar o bonde em frente. O pior que não é bonde mais! E se for, já é movido à energia que pode ser até atômica. Pior ainda é se usar normalmente o celular como se esse pudesse ser explicado pela mecânica! Mais grave, porém, é se esse “intelectual” se mete a ser um baita de um internauta! Como entender a internet a partir de um conceito que reduz a matéria à simples dimensão de massa?! Ou a realidade virtual da internet não faz parte de nossa realidade material e deve ser classificada como realidade espiritual?!</p>
<p>Daí minha insistência em me auto-classificar como materialista. E disso não abro mão. Afinal vivo na realidade material. E para que viva minimante bem, tenho que tentar entender essa realidade.  Mas jamais poderei compreendê-la relevando sua dimensão de energia.</p>
<p>E se, por um acaso, assim o fizer, estarei, à luz da atual ciência, sendo <strong>massista</strong> e não materialista. E ao se reduzir a realidade em que vivemos à simples dimensão da massa, estamos no mínimo deixando de considerar 50% da realidade, dentro de um raciocínio mecânico. Dentro de uma visão dialética, porém, que tem como objeto de análise as relações, estaremos deturpando completamente (100%) nossa compreensão da realidade.</p>
<p>É por isso que quanto mais evoluí nessa visão materialista mais fui recuperando minha dimensão espiritualista. Afinal na dimensão energética não cabem fronteiras. E quanto mais se avança na sua compreensão mais se percebe a existência de outros níveis de realidade. E é de novo o Einstein que não me deixa mentir.       Olhando para a história, percebemos que novas teorias levam um razoável tempo para serem incorporadas ao senso comum. Portanto, estaria tudo normal, dentro do script do ritmo histórico.</p>
<p>Nesse caso, porém, há uma novidade que assusta. É que a maior resistência ao conceito de Einstein se dá é nas camadas mais intelectualizadas, aquelas que deveriam ser de vanguarda. As menos escolarizadas não só o aceitam, como o entendem e até o ampliam. Para a sabedoria popular, por exemplo, matéria sempre supôs energia. Até aqui coincide com Einstein. Mas também sempre percebeu que, no caso da realidade humana, essa energia é <strong>ambivalente</strong>: pode ser vital/positiva ou mortal/negativa.</p>
<p>E eu acho que é aqui que se encontra alguma pista para entendermos a persistente e aparentemente incompreensível resistência de grande parte da intelectualidade.</p>
<p>Formado dentro de um modelo educacional ainda predominantemente inspirado pela ideologia mecanicista, o indivíduo recebe um diploma para ser mestre, guia, terapeuta etc. Como tal, “é normal” que se considere à frente dos demais. Ao admitir a dimensão de energia na realidade material e fazendo parte dessa realidade, tem que se aceitar como sujeito/objeto de energia. Se essa fosse só vital/positiva, tudo bem. Mas, no fundo, ele sabe que não é. Está aí grande parte dos produtos da humanidade para provar o contrário. Não há como se explicar o atual estágio da sociedade humana sem admitirmos o ser humano como fonte de energia mortal/negativa, que se expressa por inveja, ódio, orgulho, cobiça, etc.   E dessa energia ele, mestre, guia, terapeuta, jamais se admite como sujeito.</p>
<p>O pior de tudo é que essa é a maneira mais eficaz da energia material humana mortal/negativa reinar: negar sua própria existência, transvestindo-se de virtude e de prazer.</p>
<p>Pior que isso, porém, é que, admitindo-se a dimensão da energia material em nós e essa não tendo fronteira, tomamos consciência de dimensões extra-materiais (espirituais) às quais de alguma forma estamos conectados, fenômeno ao qual numa linguagem religiosa se dá o nome de fé. E essa conexão (fé) se dá na freqüência e no grau da energia que cultivamos: se vital/positiva, com o reino do amor, da luz; se mortal/negativa, com o reino do medo, das trevas.</p>
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		<title>Cortemo-nos o cordão umbilical!</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/cortemo-nos-o-cordao-umbilical-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 13:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Naturalmente a mãe desejaria a libertação da cria. Esse desejo começaria a se materializar com o corte do umbigo. Quanto mais o gesto do corte expressasse esse<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Naturalmente a mãe desejaria a libertação da cria. <strong>Esse desejo começaria a se materializar com o corte do umbigo</strong>. Quanto mais o gesto do corte expressasse esse desejo maior seria o desligamento. Ou por outra, uma coerência entre intenção e gesto.<br />
Infelizmente o ritual desse corte vem, cada vez mais, afastando  a mãe como sujeito do gesto até chegar aos dias de hoje, onde a intenção da mãe contraria completamente a natureza: ter cada vez mais a cria sob suas asas. Até teoria com ares de ciência já se criou para explicar e justificar tal aberração. Quando a mulher não tem referência em si, a cria passa a ser sua referência. Coerente com sua lógica, essas mesmas teorias colocam <strong>a volta ao útero como sendo o maior desejo de todo ser humano</strong>. Ou por outra, o de se religar para trás. O que vale dizer: recuperar uma ligação que verdadeiramente nunca foi desfeita.<br />
Além dessa razão psíquica, existe uma outra mais concreta que, em última instância, dela é também conseqüência. Essa mãe, que jamais teve ou terá o desejo de libertar a cria, pensa desse modo porque, como mulher, não tem consciência de sua referência de fêmea. Se não tem referência em si, seu papel nas relações sexuais não passa de objeto. Como objeto da relação sexual ela se torna sujeito na produção de <strong>energia material humana mortal/negativa</strong>.<br />
Tão logo ela volte à vida sexual ativa, de suas vivências vai se desprender essa energia que é fria, fétida, seca e sal amarga. A criancinha, cujo umbigo foi cortado a contragosto da mãe, mesmo assim já estava gostando do ar deste mundo. Por isso tinha uma respiração profunda, propiciando o início de um processo de fortalecimento do seu sistema respiratório. <strong>Ao sentir, porém, a poluição energética do ambiente familiar,</strong> passa a conter sua respiração para se defender do mau cheiro, do azedume, do frio e da secura do ar.<br />
Com isso sua respiração se torna superficial e arritmada. Com isso seu sistema respiratório entra em processo de enfraquecimento. Com suas defesas debilitadas, torna-se presa fácil de qualquer agressividade ambiental.<br />
E vem a tosse. E vêm as narinas entupidas. E vem a coriza. E vem a dor de garganta. E vem a dor de ouvido. E vem a gripe. E vem a rinite. E vem a sinusite. E vem sei lá mais qual ite. Só sei que a criancinha passa a ser rotulada de alérgica. E de fato reage, age e pensa como alérgico.<br />
E dá-lhe médico. E dá-lhe remédio. E dá-lhe inalações. E dá-lhe cuidados. E limpeza passa a ser assepsia.<br />
Como reforço a tudo isso, a tal mãe sem referência certamente não será espontânea ante às sensações que lhe proporciona o ato de amamentar. Prazer para ela é algo errado.<br />
Acrescente-se a esse mamar tenso a dificuldade respiratória já instalada no bebê.<br />
&#8220;Tadinho, vive engasgando!&#8221; <strong>E teremos uma fase oral se iniciando totalmente comprometida.</strong><br />
Mas criança é natureza. E a natureza que há nela tenta se defender das agressões energéticas. Uma dessas defesas é o tal do dedo no nariz. Ao perceber que se formou uma casquinha em sua narina e que isso está dificultando sua respiração, tão logo seja capaz, a criança tenta dela se livrar usando de um dos dedos da mão. Ela não sabe, mas de fato estaria se livrando da tal energia seca e frígida que, materializada, dá-se o nome de meleca. Estaria se livrando, porque logo logo ela será reprimida. “Tira o dedo daí, menino. Que coisa feia! Deixa de ser porco!” <strong>Afinal, a castração tem que continuar para que a civilização se perpetue!</strong><br />
Mais repressão virá se essa criança, já maiorzinha, ousar escarrar. É como se ela estivesse fazendo a coisa mais errada do mundo. “Que coisa nojenta!” Como se já não tivesse sido chique ostentar-se uma escarradeira de prata na sala de visitas! Até aí não só era usual como era considerado um “bom modo” o ato de escarrar. Depois da tuberculose virou um interdito. Ao ponto de a gente ver as pessoas puxando o catarro e, com a boca melhor do mundo, engoli-lo. Só faltam falar pragente que é docinho!<br />
Mais uma vez é a natureza dando lições que o homem insiste em não acatar<strong>. Até superar a fase anal, o catarro sai nas fezes da criança.</strong> Como, a partir daí, ela já é fisicamente capaz de cuspir, a natureza não permite que seja expelido pela via anal. Que engula se quiser! Que se entupa de energia material humana mortal/negativa! Que alimente diuturnamente sua morte! Que volte a respirar pelo umbigo!<br />
É esse, em última instância, o grito da natureza. Dá todas as dicas para o indivíduo crescer e se (re)ligar à sua dimensão divina. Mas se prefere voltar ao útero, pois é esse seu sonho, seu maior desejo, que o faça!<br />
E dá-lhe estria! E dá-lhe celulite! E dá-lhe gripe! E dá-lhe sinusite! E dá-lhe enxaqueca! E dá-lhe colesterol! E dá-lhe esclerose!<br />
O que fica sem resposta é por que todo hospital tem uma máquina para sugar catarro dos agonizantes, fumantes e/ou não fumantes!? Geralmente pessoas que quando “sadias” nunca escarravam afirmando, com toda convicção, que não tinham o que escarrar!</p>
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		<title>Os mortos e a Energia Material Humana</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/os-mortos-e-a-energia-material-humana-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 13:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os mortos e a Energia Material Humana.                                      <span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Os mortos e a Energia Material Humana.</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><em>                                                                                                 G. Fábio Madureira</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">  Que as várias dimensões energéticas se interagem é algo razoavelmente fácil de se entender. Afinal, na realidade energética a idéia de fronteira não pode ser entendida tal como quando se trata da realidade material, pois nessa é a dimensão da massa que  dá visibilidade às linhas limites de uma fronteira. Retirada a massa da matéria, a energia daí derivada passa a se subordinar à lógica das dimensões energéticas e não mais à lógica da realidade material. O que vale dizer que a<strong> energia material humana</strong> <strong><em>(emh)</em></strong> também não tem linhas limítrofes delimitando o seu percurso e/ou alcance, exceto quanto se trata da emh vital/positiva, pois que essa só existe em total equilíbrio com a respectiva massa.</p>
<p>            Ao mesmo tempo é a emh que permite e operacionaliza a conexão da dimensão material com as demais dimensões energéticas. Daí a importância de procurarmos entender a lógica de sua gênese e funcionamento, para podermos bem viver a nossa realidade material e aumentarmos o grau de eficácia de nossa comunicação com as demais dimensões energéticas, ou seja, produzirmos o mínimo possível de ruídos para nós e para os nossos interlocutores daqui e do além.</p>
<p>Com tudo isso, muito das realidades das outras dimensões energéticas talvez só viremos a entender quando as tivermos vivenciando. Enquanto isso e também por isso, cabe-nos ir procurando compreender ao máximo a lógica da emh para podermos nos sintonizar melhor com esta e as outras dimensões.</p>
<p>E um princípio que cada vez vai ficando mais claro para mim é aquele enunciado por Cristo ao dizer “que os mortos enterrem seus mortos”. Ou seja, nesta dimensão cabe-nos como missão principal cuidar da vida, o que implica em ter como prioridade a nossa interação com os vivos.</p>
<p>Tudo me leva a crer que o morto-que-enterra a que Cristo se refere é exatamente aquele que não sabe lidar com a sua dimensão material energética. E na medida em que ele ignora ou falseia essa relação, a sua ligação profunda se dá é com o mundo dos mortos, o que vale dizer, com a esfera da energia negativa/mortal, das cargas energéticas acumuladas e herdadas a que denomino de inconsciente coletivo histórico. E quanto mais se está ligado a essa herança, menos capacidade tem o indivíduo de vivenciar sua realidade presente. É a famosa expressão popular sobre aqueles que não vêem além do próprio umbigo, ou por outra, ainda não cortaram o cordão umbilical.</p>
<p>Isso o impede de viver o presente. E quanto menos ele vivencia a realidade presente, pois umbilicalmente ligado ao passado, mais tem necessidade (inconsciente) de dar uma sepultura a seus mortos insepultos que vivem lhe cochichando ao umbigo (ou ouvido?).</p>
<p>E o que é um morto insepulto senão aquele que ainda não se desligou deste plano?</p>
<p>O mais complicado, porém, é que, apesar de não ter se desligado deste plano, ele já está vivenciando a lógica de um plano energético desprovido da dimensão da massa. Em assim sendo, ele não tem mais como evoluir na compreensão da lógica do plano material e ao mesmo tempo dele não se desliga, porque não o compreendeu suficientemente quando podia.</p>
<p>Dessa análise podem-se tirar várias conclusões. Uma delas é a relativa ou até incompleta incapacidade dos mortos poderem orientar os vivos. Isso porque, além do que já refletimos até agora, acrescente-se o fato de que a dimensão material está em constante evolução, e a emh resulta da contradição entre as energias positiva e negativa e sua relação com a respectiva massa. E essa é uma contradição que só pode ser resolvida neste plano. Exemplo disso podemos encontrar exatamente entre as práticas que fazem uso da energia dos mortos(espíritos). É comum vermos seus ministros encaminharem determinados casos para o homem de branco. Ou seja, é que esse caso tem a ver com o estágio atual da relação entre emh e massa. O que vale dizer que suas determinações não se encontram no além (especialidade desses ministros) e seu enfrentamento ou cura passa pela compreensão de determinações deste plano neste momento. Só que geralmente o homem de branco não consegue dar respostas adequadas, já que, na maioria das vezes, as determinações se dão no nível da emh e essa não foi ainda suficientemente estudada sendo, pelo contrário, normalmente negada.</p>
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		<title>Prazer ou alívio: qual é a sua?</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/prazer-ou-alivio-qual-e-a-sua-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Bayeux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 12:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prazer ou alívio? “Amo-te muito, como a brisa aos campos e o bardo à lua derramando luz. Amo-te tanto, como amo o gozo e Cristo amou<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Prazer ou alívio?</strong></p>
<p style="text-align: center;">
“Amo-te muito, como a brisa aos campos<br />
e o bardo à lua derramando luz.<br />
Amo-te tanto, como amo o gozo<br />
e Cristo amou ardentemente a cruz.”</p>
<p>Pena que essa estrofe da famosa modinha “Amo-te muito”, do cancioneiro mineiro, nunca seja cantada! Com isso, sendo praticamente desconhecida, não se divulga o cerne da ideologia da sabedoria popular. Vê-se claramente, e através de uma comparação que não deixa dúvidas, que para o povão o gozo sempre foi a referência. E ele podia aspirar por isso. Sua forma de viver era embasada na constante busca do prazer, pois só na dimensão do prazer pode acontecer o gozo. E seu saber era um facilitador. Nele se distinguia claramente prazer de alívio.</p>
<p>Atualmente, entretanto, nossa aprendizagem tem-nos levado a uma total confusão com essas palavras, a ponto de nos deixar perdidos! Tem-se chamado de prazer a uma sensação que geralmente não passa de alívio. Por isso que o gozo tem deixado de ser referência. <strong>Na dimensão do alívio o gozo não se dá.</strong></p>
<p>Essa confusão e conseqüente desorientação resultam de um saber que, cada vez mais, nega a dimensão da energia material na nossa realidade humana. Negação que não existia na sabedoria popular. Muito antes pelo contrário. Nela a energia material humana sempre ocupou o centro das atenções. É só nos lembrarmos das benzedeiras, dos rituais de purificação mas, sobretudo,  de seus hábitos, que propiciavam uma relação prazerosa com tudo que tivesse a ver com a natureza.</p>
<p>Tudo isso porque a sabedoria popular, ao admitir a dimensão da energia na realidade humana, sempre sacou a sua dupla face: uma, positiva e a outra, negativa. E, a partir dessa percepção, foi desenvolvendo formas de se livrar da negativa. A essa liberação dava o nome de alívio. <em><strong>Alívio, portanto, é a nossa capacidade de nos livrarmos das cargas de energia material humana mortal/negativa </strong></em>herdada ou recebida e, principalmente, daquela por nós mesmos reproduzida ou produzida e que se expressa sobre as formas de mal estar, incômodo e dor. Assim, <strong>na dimensão do alívio, o  que interessa é o produto, o resultado</strong>. E viva a <strong>quantidade</strong>! Daí a eterna <strong>insatisfação</strong>! Que reine, pois,  o consumismo ou até mesmo o desperdício!</p>
<p>Prazer é outra coisa. <strong><em>Prazer é a capacidade de nos interagirmos com a energia positiva, vital, fruindo a relação material que a produz</em></strong>. <strong>Na dimensão do prazer o  foco é o processo, a forma</strong>. Para isso é preciso que estejamos em paz, em harmonia conosco mesmo. É a dimensão da <strong>qualidade</strong>! Prazer, portanto, não é a causa do bem estar e sim, sua consequência. Por isso que o verdadeiro prazer só é vivenciado no cultivo das virtudes. Elas são a expressão do nosso desejo, da nossa potência, da nossa pureza de energia material humana mortal/negativa. Tão mais intenso, portanto, será esse prazer quanto menos estivermos carregados dessa energia mortal/negativa.</p>
<p>Por isso quem vive cultivando os vícios  nem admite falar em energia material humana.  Afinal,  vive do cultivo de sua face negativa! Que pena!  Está perdendo a oportunidade de começar a aprender sobre aquilo que sempre procurou e nunca encontrou: a verdadeira dimensão do prazer e do gozo!</p>
<p><a href="http://seremsi.org.br/index.php?link=18&amp;id=25" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VEJA mais sobre energia material humana</a></p>
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