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	<title>MARF - Mais Projetos Archives | SER em SI</title>
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		<title>GAV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 14:25:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARF - Mais Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>GRUPO DO AMOR VERDADEIRO &#8211;  Vivencial e dinâmico Objetivo: O GAV busca ser um espaço coletivo de auto conhecimento que auxilie os participantes na transformação de sua visão de mundo. Abordagem<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>GRUPO DO AMOR VERDADEIRO &#8211;  Vivencial e dinâmico</strong></p>
<p><strong><u>Objetivo</u></strong><strong>:</strong></p>
<p>O GAV busca ser <u>um espaço coletivo</u> de <u>auto conhecimento</u> que auxilie os participantes na transformação de sua visão de mundo.</p>
<p>Abordagem que incorpora o conceito de energia material humana:</p>
<div>-Enfrentamento das questões, principalmente em relação aos tabus e mitos;</div>
<div>-Mudança de atitude dos participantes quanto a saber:
</div>
<div>·          como desconstruir;</div>
<div>·          como apreender;</div>
<div>·          como se reeducar com a desmistificação de  falsos conceitos;</div>
<div>·          como se reconstruir: produção de novos conhecimentos que respeitem as leis da natureza humana.
</div>
<div> <em>O <strong> GAV propõe discussão, reflexão e abre espaço para depoimentos com o propósito de um novo aprendizado com conhecimentos que não agridam a natureza humana,</strong></em><strong>apresentando </strong>a fonte dos grandes males físicos e psíquicos que acometem a nossa sociedade.
</div>
<div><u>Programa:</u></div>
<ol type="1">
<li>
<div align="left">Verificar o conhecimento do grupo acerca dos conceitos a serem trabalhados (amor, vicio, prazer etc.)</div>
</li>
<li>
<div align="left">Origem e papel do patriarcado</div>
</li>
<li>
<div align="left"> Noções básicas de energia material humana e suas características</div>
</li>
<li>
<div align="left"> O que é sexo e sexualidade</div>
</li>
<li>
<div align="left"> Mitos e Tabus</div>
</li>
<li>
<div align="left">Inconsciente Coletivo</div>
</li>
<li>
<div align="left">Sistema, processo, influencia do sistema energético</div>
</li>
<li>
<div align="left">Hábitos: Identificação dos hábitos do dia a dia e qual a sensação que eles produzem/reproduzem.</div>
</li>
<li>
<div align="left">Diferença entre alívio e prazer</div>
</li>
<li>
<div align="left"> A Referencia em Si</div>
</li>
<li>
<div align="left">Mudança de Hábitos</div>
</li>
<li>
<div align="left">Virtude x vício; amor x medo</div>
</li>
<li>
<div align="left">Lobosofia</div>
</li>
<li>
<div align="left">Avaliação Geral</div>
</li>
</ol>
<div align="left"><u>Carga Horária</u> – 16 horas/aula &#8211; um encontro de 2h por semana</div>
<p><strong>LOCAL DE REALIZAÇÃO</strong>:  <strong>Sede da SER em SI &#8211; BH/MG &#8211; </strong>Rua Pedra Bonita, 94 &#8211; Prado<br />
Grupo mínimo de 8 e máximo 12 participantes<br />
<a href="http://www.seremsi.org.br/v2/index.php?link=15&amp;id=2">INSCREVA-SE, clique aqui!</a></p>
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		<title>Projeto Anorgasmia</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/projeto-anorgasmia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 14:25:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARF - Mais Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1. CONCEITO DE ANORGASMIA &#8220;A anorgasmia, tema sobre o qual temos interesse de estudo, constitui a ausência do orgasmo sexual.&#8221; (Dicionário Aurélio) Pensamos estar nos debruçando<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. CONCEITO DE ANORGASMIA</strong></p>
<p>&#8220;A anorgasmia, tema sobre o qual temos interesse de estudo, constitui a ausência do orgasmo sexual.&#8221; (Dicionário Aurélio)<br />
Pensamos estar nos debruçando sobre questão essencial da vida humana, sendo o orgasmo sexual a representação do ponto máximo de prazer e sensação de felicidade.</p>
<p>Grupo de estudo sobre Anorgasmia:</p>
<p><strong>2. PROPOSTA DA SER em SI</strong></p>
<p>Formar um Grupo de estudo multidisciplinar para criar uma nova metodologia de suporte a esse projeto</p>
<p><strong>3. OBJETIVO DO GRUPO</strong></p>
<p>Propor um novo modelo para conscientização, procedimento e tratamento sobre a anorgasmia (assim como é vista atualmente).</p>
<p><strong>4. JUSTIFICATIVA</strong></p>
<p>Tendo em vista que o ser humano não se resume apenas às suas dimensões psicológica e orgânica, mas também e principalmente, à sua dimensão energética, torna-se necessário tentarmos compreendê-lo em suas manifestações através também dessa vertente.<br />
Sendo o sexo a fonte de energia da própria vida, impossível se torna nos debruçarmos sobre o seu estudo sem considerarmos essa terceira dimensão.</p>
<p>Nosso enfoque será :</p>
<p>• a mulher que está por trás da anorgasmia</p>
<p>• as conseqüências da anorgasmia,</p>
<p>• causas e fenômenos ainda não levantados do que essa disfunção gera para essa mulher.<br />
<em>A <strong>medicina atual</strong> debate e trata o tema com um enfoque até então fechado, isto é, <strong>visa somente a disfunção e a forma de reduzi-la ou saná-la</strong>.</em></p>
<p>A medicina atual não tem dado conta de fenômenos como a anorgasmia e vários outros que acometem ao ser humano em geral, isso devido a não incorporação de uma visão do Homem enquanto energia. Para expressar nossa teoria temos que fazer as apresentações do que se tem hoje e da nossa proposta.</p>
<p><strong>5. EMBASAMENTO HISTÓRICO</strong></p>
<p><em>O sexo é a fonte de maior busca de satisfação do homem</em>, no entanto, dada a sua complexidade, visto que é fortemente influenciado por aspectos emocionais, orgânicos, energéticos e culturais, sua vivência tem distanciado o indivíduo do encontro consigo mesmo e com sua dimensão de prazer e felicidade para o qual foi criado.</p>
<p>Neste sentido, surgem variadas disfunções sexuais que representam a dificuldade do ser humano em lidar com sua energia sexual, no que se refere à possibilidade plena de dar vazão ao seu desejo sexual em concordância com sua dimensão social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fato é que <em>as estatísticas apotam que <strong>entre 70 e 80% das mulheres</strong></em><strong> <em>têm dificuldade ou incapacidade de chegar ao clímax na relação</em>.</strong></p>
<p>Esse quadro assustador não retrata o passado muito distante, quando as mulheres deveriam prestar submissão aos maridos e qualquer manifestação de prazer numa relação sexual era condenável. Os números são atuais e indicam que a maioria das mulheres tem anorgasmia.</p>
<p>A emancipação feminina que socialmente ocorreu, caracterizada principalmente pela entrada da mulher no mercado de trabalho, não assegurou o seu direito ao prazer. Os métodos contraceptivos, a escolha do parceiro, a independência financeira não são sinônimos de uma vida sexual satisfatória e, apesar de um discurso aparentemente erótico e liberado tão presente atualmente, na intimidade das quatro paredes ainda se vivem sentimentos de vergonha, menos valia, medo e culpa.</p>
<p>Perdemo-nos entre <strong>nosso desejo e nossa vontade</strong>, entre o desejo (sua consciência) e a possibilidade de vivenciá-lo.</p>
<p><em>Confundimos</em> sensações de <strong> mero alívio com prazer</strong>. Temos dificuldade em <em>diferenciar relacionamentos saudáveis de troca, de compartilhamento, de permissão à vivência do desejo com relacionamentos de dependência</em>, de dominação e de escravização do outro aos nossos desejos. Enfim, são vários os furos e as falhas na relação que causam os mais variados conflitos neste campo.</p>
<p><em>A relação sexual representa o momento mais íntimo vivenciado entre duas pessoas</em><strong> e através do qual produzimos e reproduzimos energia.</strong></p>
<p>Sendo assim, a ausência do orgasmo, energia sexual plena e prazerosa, pode nos oferecer um indicativo de que há impedimentos no sistema bio-psico-sócio e energético do indivíduo ou do casal dificultando sua vivência.<br />
Pensando em uma visão mais holística do ser humano, em especial das mulheres, foco de nossa atenção, necessário se torna consideramos os variados aspectos que perpassam tal problemática.<br />
Às vezes, mesmo com tal dificuldade, a mulher pode apresentar uma grande energia sexual, adorar as carícias eróticas que antecedem a penetração, ficar bastante excitada sexualmente e gostar da sensação de penetração do pênis.</p>
<p>Este problema é bastante comum e suas <strong>causas psicossociais</strong> podem reunir alguns fatores:</p>
<p>1. Pessoais: medo de perder o controle ou conflitos inconscientes mais profundos despertados pelas sensações eróticas, etc;</p>
<p>2. Culturais : crenças e valores distorcidos, relacionados à sexualidade, provenientes de uma cultura de repressão, em que o sexo é visto como algo sujo, errado ou impuro ou como conseqüência de uma ditadura do prazer, onde sentir orgasmo passou a ser uma obrigação;</p>
<p>3. Relacionais: conflitos associados à dinâmica conjugal. As causas têm diversas origens que podem ser desde abuso ou violência sexual durante a infância até a falta de intimidade com o parceiro.</p>
<p><u>A educação rígida, a falta de conhecimento do próprio corpo, o estresse e a rotina no relacionamento fatores que muito contribuem para a anorgasmia.</u></p>
<p><strong>O que procuramos é desvendar esses dados para frente à mulher poder propor uma visão mais real de sexualidade e de autoconhecimento físico, mental, emocional e energético.</strong></p>
<p>O<strong> orgasmo</strong> constitui-se em um aspecto importante do crescimento sexual, contudo <strong>não é uma experiência isolada da dimensão psicológica</strong>.</p>
<p><strong>Alcançá-lo</strong> não <strong>depende</strong> só da excitação sexual, mas, <strong>sobretudo, da capacidade de entregar-se às sensações eróticas, de sentir-se à vontade consigo mesma, das idéias que possui sobre sexo e os homens, da capacidade de dispor a energia sexual para a vivência do relacionamento e etc.</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><em>Assim, crescer sexualmente</em></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><em>significa crescer como pessoa,</em></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><em> no sentido mais amplo e</em></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><em>em sua relação com o mundo</em>.</p>
<p><strong>6. CONCEITO EM TERMOS ENERGÉTICOS</strong>:</p>
<p>Anorgasmia =&gt; representa o bloqueio da vivência da energia em sua plenitude, em sua capacidade produtiva do amor, energia positiva. Mas se não conseguimos produzir energia positiva estaremos produzindo energia negativa, reproduzindo a energia predominante? São muitas as questões que ainda estão em aberto, o que torna essencial a formação de grupo de estudo sobre o tema.</p>
<p>Será que podemos pensar também que há forte influência cultural sobre a questão da anorgasmia, visto que, sabemos ser a conotação sexual bastante genitalizada, circunscrita à penetração? Tal visão favorece o esquecimento das variadas zonas erógenas que contribuem para experiência do prazer sexual. Conhecer tais zonas, por sua vez, não significa ignorar ou desconsiderar a relação sexual, propriamente dita.</p>
<p>Considerando que a anorgasmia é uma patologia que ocorre a nível corporal e entendendo-a (corpo) enquanto realidade material em suas dimensões de massa e energia, não podemos desconsiderar que é através exatamente dos seus sinais e sintomas (no caso, uma insensibilidade à dimensão prazerosa do sexo) que poderemos lançar nosso olhar sobre a compreensão de tal realidade.<br />
Pensar na dimensão energética é também nos compreendermos fazendo parte de um sistema no qual a relação entre os componentes deste sistema é fundamental , no que se refere aos relacionamentos, ou melhor, à produção da energia humana.<br />
<em>A energia representa parte da realidade invisível que permite aos corpos se movimentarem e interagirem entre si, enfim, tornarem-se vivos. É ela que os impulsiona à ação e lhes permite reação</em>.</p>
<p>Sendo assim, a energia<em> é determinante na busca do ser humano pelos relacionamentos e supomos também dos desvios neste campo.</em></p>
<p><strong>7. FINALIDADE</strong><br />
Desta forma, pretendemos compreender de modo global a questão da anorgasmia, visando a mulher como um ser inteiro em busca de equilíbrio e harmonia. Para isso faz-se mister uma releitura do enfoque da medicina atual sobre o tema, o que nos leva a propor um estudo aprofundado entre diferentes profissionais que atuam neste campo, visando a produção de um conhecimento instrumental no desenvolvimento de um novo método terapêutico.</p>
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		<title>Sexo é só desejo carnal?</title>
		<link>https://www.seremsi.org.br/sexo-e-so-desejo-carnal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[guardasite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 14:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARF - Mais Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perguntou a mulher ao homem: nossa relação é só sexo? Leonardo José Jeber Prazer carnal, querem te afastar do amor  Tom Zé Na pergunta da mulher<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Perguntou a mulher ao homem: nossa relação é só sexo?</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="right"><em>Leonardo José Jeber</em></p>
<p style="text-align: left;" align="right"><em>Prazer carnal,<br />
querem te afastar do amor </em><br />
Tom Zé</p>
<p>Na pergunta da mulher o que me parece que está embutido é o seguinte: nossa vida é só prazer carnal? E nossa vida será reduzida a isso?</p>
<p>Uma resposta direta e reta, construída solidariamente a dois seria: <em>depende!</em> E daí, vem nova pergunta que gera o texto abaixo. <em>Depende de que?</em></p>
<p>É interessante que seja a mulher a perguntar ao homem. A psicanalise freudiana colocou a questão: O que deseja uma mulher? Por que é a mulher que está no centro dessa questão?</p>
<p>Eu diria que é ela porque a mulher tem uma sensibilidade mais intuitiva e cuidadora da vida pelo feminino que lhe existe como essência. É com a mulher que o homem também pode fazer crescer sua capacidade amorosa de cuidar da vida em geral e da conjugal em particular.</p>
<p>Começaria dizendo que a resposta à pergunta dela depende da concepção que temos sobre relação sexual e sobre sexualidade. E as concepções que aprendemos nos chegam pela educação e cultura na qual vivemos e incorporamos e questionamos e transformamos ou nos adaptamos.</p>
<p>Entre um tanto de casais conjugais, pode surgir a dúvida se sua ligação não é meramente carnal, mantida muito mais pelos prazeres da carne, isto é, prazeres do sexo. Me ocorre que se um casal se sente assim, é porque parece que sente que falta fusão em outras dimensões de sua conjugalidade, ou porque tende a ver o prazer sexual como coisa unidimensional na/da estrutura humana.</p>
<p>O que eu sinto-penso sobre essa questão, a partir também de minhas próprias vivências conjugais, digo abaixo.</p>
<p>Ao meu ver, em todo encontro sexual humano existe uma totalidade da dimensão da vida e dos seres vivos. O que pode ocorrer é que os seres podem estar bem ou mal integrados em suas dimensões humanas que são corporais, porque nós somos o nosso corpo e nosso corpo somos nós e a corporeidade humana não exclui nenhuma dimensão. Suponho que por isso dizemos Corpo de Cristo na liturgia da Igreja Católica.</p>
<p>Na busca do aperfeiçoamento para sermos humanos, nosso sexo como expressão de relação sexual, é união, fusão, junção de dois seres materiais. E matéria não é só massa. Matéria é energia vital condensada e fluida e em fluxo. Energia é a base da integração do Ser. Energia é o substrato da vida, por isso a relação sexual é expressão de um ser físico, mental, social, afetivo e espiritual, num todo energético. Nesse sentido, o prazer carnal, físico, é também o prazer em cada uma das demais dimensões. Assim, sexo é questão de pele e de carne &#8211; <em>Sim</em>! Mas não é só questão de pele e carne. Sexo como relação é a totalidade do nosso Ser, ou melhor, o nosso Ser total está também presente no momento da experiência sexual.</p>
<p>Mas me parece que se estivermos mal integrados em nossas dimensões corporais/materiais humanas, isto é, cindidos, fragmentados, divididos, por uma sexualidade vivida predominantemente com base na fissão genital, isto é, uma sexualidade em que os sujeitos funcionam mecanicamente, pela vontade não alinhada com o desejo, aí, então, podemos ter de fato a sensação verdadeira de que estamos vivendo só uma experiência carnal, porque podemos nos sentir vazios durante e após a relação sexual. E assim, não há nem prazer carnal, mas apenas alivio de cargas negativas que habitam nosso corpo.    E para terminar, quem nos fala sobre prazer carnal, poeticamente, através da bela canção, Prazer Carnal, é nosso Tom Zé:</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Prazer carnal,<br />
Querem te afastar do amor;<br />
Como sinal<br />
De chama e chuva, enxofre e sal<br />
Sacode a fera em fúria animal.</p>
<p>Mas apesar de toda essa vergonha<br />
Com ele ainda a alma sonha<br />
Fiar a renda, cuja lenda<br />
Deus há de cifrar,<br />
Fiar a renda, lenda,<br />
Será deus quem decifrar.</p>
<p>É quase um vintém;<br />
Quando a faísca vem,<br />
Só depois a tempestade<br />
Arrebenta o cais<br />
E arrebenta mais,<br />
Pois o amor<br />
É a coisa mais linda<br />
Quando o vento traz.<br />
Pois o amor<br />
É a coisa mais linda<br />
Quando o vento traz.<br />
Se a mulher cultiva essa vibração<br />
Até<br />
Se no casamento da paixão,<br />
Será desvairada, possessa e meretriz,<br />
Uma louca varrida e sem juiz.</p>
<p>Céu, tão grande o céu<br />
Estrelas que são de ninguém<br />
Mas que são minhas<br />
E de você também<br />
Sobre você também</p>
<p>Mas apesar de toda essa vergonha<br />
Com ele ainda a alma sonha<br />
Fiar a renda cuja lenda<br />
Deus há de cifrar.<br />
Fiar a renda, lenda,<br />
Será deus quem decifrar.</p>
<p>Pois o amor<br />
É a coisa mais linda<br />
Quando o vento traz.<br />
Pois o amor<br />
É a coisa mais linda<br />
Quando o vento traz.</p>
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